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08 jul 2019

Você conhece os benefícios da MPN, Música Popular Nutritiva?

Reprodução Youtube

Inovando nas áreas da nutrição, educação, comunicação, música e saúde coletiva,  a nutricionista Tânia Bicalho criou a MPN – Música Popular Nutritiva com objetivo de promover a saúde, prevenir doenças e valorizar a “comida de verdade” de forma lúdica. Para tanto, utiliza músicas de sua autoria e paródias compostas também por ela. Todas as músicas do MPN foram disponibilizadas, neste julho de 2019, no Spotify, Deezer e YouTube, para que maior número de pessoas tenham acesso a informações sobre alimentação saudável, informalmente.

O público da MPN é vasto, alcançando grávidas, crianças, adolescentes, jovens, adultos, trabalhadores e idosos. Para cada faixa etária Tânia utiliza ritmos e formas diferentes de abordar temas relacionados à promoção da saúde.

Sustentabilidade e segurança alimentar são extremamente valorizadas neste trabalho, pois Tânia tem imensa preocupação com os problemas sócio ambientais que o Brasil enfrenta. Por este motivo aprofundou seus estudos e especializou-se em Docência da educação ambiental para a cidadania e sustentabilidade.

Em 2015, em pareceria com a Lei Murilo Mendes de Incentivo a Cultura, através do Projeto Nutrisom, Escolas Municipais e Estaduais, de Juiz de Fora, MG, receberam a MPN – Música Popular Nutritiva, através de palestras-show realizadas pela artista/musicoterapeuta/nutricionista.

Atualmente, Tânia Bicalho faz palestras-show com sua MPN Brasil afora, em empresas (SIPAT) , escolas públicas e particulares, universidades (federais e particulares) para gestantes, crianças, jovens, trabalhadores, estudantes de todos os níveis de escolaridade e idosos.

Suas palestras abordam vários temas, como nutrição sustentável, importância da alimentação equilibrada, reaproveitamento de alimentos, saúde ambiental, diversidades e escolhas alimentares, alimentação e criatividade, alimentação em tempos de crise, empreendedorismo e nutrição, alimentação e resiliência, alimentos que previnem doenças, higienização correta dos alimentos, microbiologia, saúde e bem estar do trabalhador dentre outros.

05 jul 2019

JK: ainda podemos realizar o impossível?

Crédito: Memorial da Democracia

Paulo Rabello de Castro*

Até hoje não contabilizamos integralmente o que Juscelino Kubitschek representou para o desenvolvimento do País e galvanização da identidade nacional. Os jovens das novas gerações – a X, a Y e a do Milênio – mal conhecem a figura de JK, que só não sucumbiu no completo esquecimento por causa da referência ocasional ao seu nome, batizando ruas e praças pelo Brasil afora. Em São Paulo, JK é avenida e shopping. Mas, afinal, quem foi esse brasileiro e como seria ele hoje, no dizimado cenário atual de um País estagnado na economia, recessivo no seu desenvolvimento humano e conflagrado em seu funcionamento político? MEDIOCRIDADE é a palavra do momento. Nada define melhor o atual estágio de nossas impossibilidades. Mas será que um JK redivivo poderia realizar a reviravolta, aparentemente inviável, do resgate da alma nacional?

Tentar resgatar aquele JK do desenvolvimento acelerado é o tema e propósito de um extraordinário livro**, lançado este mês, em três volumes, pelo renomado economista mineiro Carlos Alberto Teixeira de Oliveira, uma antologia completa de discursos, palestras, conferências, filmes e outras memórias do nosso presidente mineiro. O enorme território de “imaginários” de JK, tudo que Juscelino sonhou para o Brasil, é de uma vastidão e de beleza só comparáveis aos Lençóis Maranhenses, à terra do Jalapão ou à Selva Amazônica. O volume principal da obra seria um filme se não fosse o livro que é. São quase seiscentas páginas de JK pra-lá-e-pra-cá, replicando, em parágrafos eletrizantes, a energia e a capacidade de deslocamento físico do gestor público que amava voar, numa época em que passear pelos ares era risco de vida, mostrando a determinação de JK em adotar a inovação como meta e a eficiência como método, para fazer o futuro acontecer mais celeremente e do modo como ele havia planejado.

JK foi prefeito, governador e presidente. Mas, sobretudo, foi um notável gerente de vontades coletivas, bem diferente dos de hoje, que publicam fake news para manipular a cabeça do povo. Pelo contrário, JK projetava sonhos na tela imaginária da cabeça de cada brasileiro, e conseguia, simultaneamente, planejar e faz executar esses sonhos na vida real. Vamos construir estradas? Vamos conquistar a Amazônia? Vamos levar água e energia ao Nordeste? Vamos desbravar o Centro-Oeste? Vamos criar cidades inteiras, barragens hidroelétricas, linhas de transmissão? Vamos montar parques industriais? Vamos revolucionar a educação? Vamos projetar no mundo a cultura do Brasil? Vamos ganhar Copas no esporte? Vamos receber turistas com sorrisos, música e boa comida? Tudo isso era Juscelino.

Nesse sentido, a obra literária é concebida, num grande mosaico, por meio de curtos trechos de discursos de JK, como um filme de cenas rápidas com cortes abruptos, que nos leva pela narrativa em suspense, na primeira pessoa do próprio, desde sua infância pobre e estudiosa na bucólica Minas do passado quase remoto, até o Palácio do Catete, no dia da sua majestosa diplomação presidencial e, dali, ao grande salto do Brasil nos seus “cinquenta anos em cinco”. A narrativa do livro foge ao convencional. Ali aparece um Juscelino embaralhado e embrulhado em Nonô, em JK, em peixe vivo, em pé de valsa, em artista do impossível, tudo de cambulhada sobre a alma de um leitor despreparado para defender-se daquele motivador emérito da alma humana, que sabia convocar o que há de melhor em nós, de nos inspirar a enxergar os piores desafios como se fossem obstáculos fáceis de transpor ou montanhas simples de escalar. Pela mão e pela pena convincente de Juscelino, percorremos vastos territórios de um país apenas sonhado, em que trabalhadores motivados prosperam ao embalo de indústrias que se fundam, uma após outra, espalhando oportunidades para todos os lados, num país a que acorrem, entusiasmados, capitais europeus, japoneses e norte-americanos, atraídos por participar de um projeto de construção coletiva, imaginado e pontuado em 30 Metas de um plano monumental de desenvolvimento, o seu Plano de Metas.

Excessivo? Sem dúvida, pois JK nunca fez por menos. Seu delírio bom e grandioso sempre esteve em cada gesto e ato do estadista. Parte do sonho dele ainda se transfere, nos desesperados dias atuais, como bálsamo a brasileiros desencantados. A vivência dos embalados anos 1950 se transfere, no livro, do papel para a pele dos leitores, que ouvem de novo a bossa nova, que se arrepiam com os gritos de gol nos campos do futebol-arte, que respiram o ar pesado e lucrativo das chaminés paulistas, e que saem dos canos de descarga de uma imensa frota de veículos made in Brasil. Que tempos extraordinários! Seria possível de algum modo repeti-los? Ficamos matutando se os feitos de JK poderiam de novo saltar da prancheta do pensamento de alguma liderança política para imaginar e projetar outro grande avanço do País. Este livro do próprio JK, “psicografado” por Carlos Alberto, nos responde que sim, apesar da realidade atual ser a de um país esvaído por milhões de desempregados, acossado por malfeitos, descaminhos e, pior, aleijado pelas incapacidades.

Haveria tempo? Para JK, sim, sempre haveria. Lembrando Einstein, a imaginação é mais poderosa do que o conhecimento, porque pula etapas. E o Brasil, inspirado e guiado pelo exemplo de um JK, não precisa avançar por etapas convencionais. Pode produzir uma espantosa virada. Pode progredir por saltos inverossímeis. Pode produzir soluções impensadas, pode incorporar milhões a um desenvolvimento sem paralelo. Sem deixar ninguém para trás. Querer, e crer ser possível fazer, são as premissas de um Brasil transformado e turbinado pela esperança. Nesse outro Brasil, o exemplo de vida de Juscelino Kubistchek tem que ser contado e recontado a gerações sucessivas de brasileiros. Parabéns a Carlos Alberto pela iniciativa de um livro especial que nos reeduca para saber querer e a crer.

LIVRO JK

A nova edição da coletânea Juscelino Kubitschek – Profeta do Desenvolvimento – Exemplos e Lições ao Brasil do Século XXI será lançada na próxima terça feira, 18 de julho, às 19h, no Espaço Institucional da ACMINAS (Avenida Afonso Pena, 372, 4º andar, Centro.

(*) Paulo Rabello de Castro é economista. Prefaciou a obra em comento. rabellodecastro@gmail.com

(**) “Juscelino Kubitschek, Profeta do Desenvolvimento”, de Carlos Alberto Teixeira de Oliveira, Mercado Comum, 2019.

05 jul 2019

5 dicas para conquistar cabelos com fios longos e fortes

Arquivado em Beleza, cabelo, Comportamento

1. SOBRE O CRESCIMENTO
Em média, o cabelo cresce 1,2 cm por mês. Por isso, tenha em mente que a decisão de deixar o cabelo crescer só vai apresentar resultados efetivos a longo prazo.

2. A TESOURA É SUA MELHOR AMIGA
Ainda que as idas ao salão passem a ser realizadas em maiores intervalos, aparar os fios é essencial para eliminar as pontas duplas, contribuindo para que o cabelo cresça lindo e saudável.

3. ACELERE O CRESCIMENTO DOS FIOS
Força e resistência são fundamentais na hora de embarcar na jornada dos fios compridos. E é exatamente essa a promessa da linha Patauá, de Ekos. Combine o uso do Shampoo e do Condicionador com o Tônico Capilar, que fortalece a estrutura do cabelo e acelera o crescimento em até 3x, e com a Máscara Fortalecedora, que repara profundamente os fios fracos e reduz a quebra.

4. EVITE O RESSECAMENTO
Democrático, esse estilo funciona em todos os tipos de cabelo. Cacheados e crespos, porém, pedem uma atenção especial. Naturalmente secos, eles exigem cuidados específicos, como produtos sem sulfato, petrolato e parabeno, que limpam sem agredir os fios. Esse é o caso da linha Plant Curvas Envolventes, que conta com Shampoo sem Sufato, Condicionador, Condicionador Co-Wash – limpa, condiciona e define em um único passo – e Creme para Pentear.

5. TENHA FIOS MAIS FORTES
A finalização também é um passo importante do ritual de cuidados. Recorra então às Cápsulas Capilares Fortificantes ou às Cápsulas Capilares Reestruturantes, ambas de Plant, de acordo com a necessidade do seu longo.

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