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06 dez 2019

Cauterização: entenda a técnica e aprenda a prolongar seus benefícios em casa

Arquivado em Beleza, cabelo, Comportamento

A cauterização capilar pode ajudar você a lidar com os efeitos de processos químicos, como tintura e escova progressiva, no cabelo. O procedimento pode ser a solução para deixar seus fios saudáveis.

O tratamento – feito em salão de beleza e executado por profissionais especializados – tem como objetivo principal recuperar os fios que anteriormente foram agredidos por procedimentos que modificam o cabelo.

A seguir, com a consultoria do médico e tricologista Luciano Barsanti, respondemos seis perguntas sobre o assunto.

1. Como é feita a cauterização capilar?

O procedimento começa com a limpeza do cabelo com um shampoo de limpeza profunda, que abre a cutícula dos fios. Na sequência, é aplicado um produto que contém, basicamente, queratina e silicone. Essas substâncias penetram entre as escamas, preenchendo os espaços deixados pela desidratação do processo químico realizado.

Após o produto agir, os fios são secados com secador. Para finalizar, aplica-se a chapinha. O objetivo é selar as substâncias nos fios e fechar as cutículas. É importante ter cuidado em relação à temperatura do aparelho que, quando ultrapassa 90 graus Celsius, queima os fios. Por isso é essencial realizar o procedimento com um profissional especializado.

2. A cauterização capilar é indicada para quais tipos de cabelo?

A cauterização capilar é indicada para fios muito danificados, principalmente aqueles que passaram por tratamentos químicos, como tintura, reflexo e escova progressiva.

3. Em quais casos deve ser evitada?

A cauterização capilar não deve ser feita em cabelos que passaram por outro procedimento, como tintura ou alisamento, em um prazo menor do que 30 dias. Outro cuidado é não fazer o tratamento se o couro cabeludo estiver com alguma alteração, como dermatite seborreica ou outras inflamações.

4. Quais são os principais benefícios?

A reposição do silicone e da queratina deixa os fios mais hidratados e visivelmente mais brilhantes. Além disso, a cauterização capilar diminui consideravelmente as pontas duplas e o frizz.

5. Com que frequência o tratamento pode ser feito?

Mesmo com todos os benefícios citados acima, a cauterização não reconstrói o fio que, uma vez prejudicado por uma química, não voltará a ter sua estrutura original. Por isso, a indicação é refazer o procedimento entre 45 e 60 dias, dependendo da necessidade do cabelo, que voltará, aos poucos, a ter o aspecto poroso e com frizz.

6. A cauterização capilar substitui a hidratação?

Não. Mesmo com a cauterização, é necessário manter o hábito de hidratar, pelo menos, uma vez por semana. Para isso, use produtos específicos para cabelos quimicamente danificados, como a Máscara Regeneradora, de Natura Lumina, que recupera a textura mais uniforme dos fios, reduz as pontas duplas e a quebra.

Aplique o produto pelo menos uma vez por semana, deixe agir por três minutos e enxágue. A máscara faz parte de um sistema de tratamento completo, feito para regenerar os danos.

*O especialista consultado nesta matéria pela equipe de Comunicação da Natura foi ouvido como fonte jornalística, não se utilizando do espaço para a promoção de qualquer produto ou marca.

Os produtos acima estão disponíveis no espaço digital Saúde do Meio. AQUI

 

02 dez 2019

Unicef: mortalidade infantil tem redução histórica no Brasil

Imagem Google

Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil São Paulo – com edição. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)  produziu um relatório que confere ao Brasil reconhecimento por ter melhorado, ao longo dos anos, índices como o da mortalidade, do trabalho infantil, além da exclusão escolar.

Conforme o Unicef, de 1990 a 2017 registrou-se “redução histórica” no total de mortes de crianças menores de um ano de idade. No período, a taxa nacional caiu de 47,1 para 13,4 a cada 1 mil nascidos vivos. Além disso, entre 1996 e 2017, 827 mil vidas foram salvas.

A queda nos índices de cobertura vacinal, adverte o Unicef, tem sido porta de entrada para doenças que eram, até recentemente, consideradas erradicadas, como o sarampo. “Em 2016, a mortalidade infantil subiu pela primeira vez em mais de 20 anos e ainda não voltou aos patamares de 2015, acendendo um sinal de alerta. No total, 42 mil crianças menores de 5 anos ainda morrem por ano no Brasil”, informa o fundo da ONU no relatório.

A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, afirma que o país deve consolidar os avanços já conquistados até agora, voltando a atenção para a primeira infância e a adolescência. “Os indicadores, em sua maioria, são piores no Nordeste e no Norte do país. E piores entre as populações indígena, parda e negra”, diz.

Florence exemplifica seu argumento comentando que não basta manter escolas, mas também garantir que todos possam chegar a elas, em especial as crianças em situação de vulnerabilidade social. “Por isso é que é preciso que as políticas, mais do que nunca, tenham um enfoque de equidade, não sendo suficiente dar as mesmas oportunidades para todos. O que a gente precisa é de políticas que permitam que qualquer criança e adolescente tenha acesso a essas mesmas oportunidades. Por exemplo, não é suficiente que uma escola exista, porque tem uma parte da população que tem que ir atrás, não vai ter oportunidade de chegar.”

A mandatária comenta que a contribuição da convenção consiste em fortalecer a noção de que os direitos das crianças e dos adolescentes são “inegociáveis e indissociáveis”. Única instituição citada nominalmente no tratado, o Unicef, relata Florence, tem conclamado os presidentes dos países signatários a “reafirmar o compromisso” com os princípios ali colocados.

Índice de violência

A alta incidência de homicídios de adolescentes é outro ponto abordado no documento. O Unicef destaca que, entre 1990 e 2007, o total de ocorrências dessa natureza mais do que dobrou.

“De 1996 a 2017, 191 mil crianças e adolescentes de 10 a 19 anos foram vítimas de homicídio”, informam os autores do relatório, acrescentando que, a cada dia, em média, 32 meninas e meninos nessa faixa de idade são assassinados.

Nos municípios paulistas, somente na década encerrada em 2017, destaca o documento do Unicef, 8.200 crianças e jovens nessa faixa etária foram assassinados. A taxa chegou a ser de 9,7 homicídios por 100 mil habitantes, há dois anos.

Imigrantes e saúde mental

Para o Unicef, outro ponto que deve integrar a agenda das autoridades preocupadas com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes refere-se à acolhida de refugiados. Dos cerca de 200 mil venezuelanos que ingressaram no país até julho, 30% eram menores de idade.

O tema suicídio também figura no relatório do Unicef como uma das questões contemporâneas que requerem atenção. “Nos últimos 10 anos, os suicídios de crianças e adolescentes vêm aumentando no Brasil. Eles passaram de 714, em 2007, para 1.047, em 2017.

28 nov 2019

“Trocar fraldas é tarefa da mãe”: que pensamento mais ultrapassado, hein?

Divulgação Natura

Ser pai é mais do que ajudar. É dividir as tarefas e dobrar o cuidado. É ser pai todos os dias e as madrugadas também. Porque é o afeto do dia a dia e a presença noite a noite que torna o vínculo cada vez mais forte e durável. E para incentivar um novo olhar sobre a paternidade, A Natura criou o movimento de doação de trocadores para banheiros masculinos de restaurantes em todo Brasil.

A empresa lançou, em 2017, a edição dos produtos de higiene “Papai e Bebê”- porque acreditou que a importância do vínculo não se limita às mães. A Natura mergulhou fundo no universo dos pais e encontrou alguns desafios e resolveu dar uma forcinha.

Como o pai troca a fralda do bebê se no restaurante que a família adora não tem um trocador no banheiro masculino? 

“Infelizmente, esta ainda é uma cultura muito enraizada no nosso país, que é gigantesco e tem muitas realidades distintas nos diferentes estados. Essa transformação pela qual o homem vem passando – e o “ser pai” é apenas uma parte disso – com certeza é um dos principais motores de transformação do futuro da sociedade como um todo. Mas isso não acontece do dia pra noite”, diz Beto Lima, publicitário, pai do João Pedro, 5, e da Helena, 1, à frente do perfil @eupapai, que trata de questões familiares do ponto de vista paterno.

Pensando nisso, em setembro de 2018, “Papai e Bebê” doou trocadores para os banheiros masculinos de 40 restaurantes em cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Porto Alegre. Nas redes sociais, os embaixadores digitais da Natura incentivaram o projeto.

“Este foi um dos movimentos de maior engajamento que já participei e até hoje recebo mensagens e fotos de pessoas que se deparam com os trocadores em diversas cidades do país. A imensa maioria apoia a iniciativa e pede, inclusive, que outras empresas participem deste movimento para termos cada vez mais escala”, conta Beto Lima, um dos embaixadores.

O resultado: após o sucesso da campanha, o projeto entrou na segunda fase, mais cidades foram contempladas por votação nas redes sociais. As cidades mais votadas foram São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Fortaleza. Confira a lista completa dos restaurantes. AQUI

EM BELO HORIZONTE
– Pizzaria 68
Rua Felipe dos Santos, 68

– Est! Est!! Est!!!
Avenida Getúlio Vargas, 107

Confira os produtos no Espaço Digital Natura Saúde do Meio. AQUI

  • Com informações do Site Oficial da Natura
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