Deprecated: Methods with the same name as their class will not be constructors in a future version of PHP; afcwidget_perfil has a deprecated constructor in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/widgets.php on line 40

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/widgets.php on line 103

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::start_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::start_lvl(&$output, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::end_lvl(&$output, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::end_lvl(&$output, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::start_el(&$output, $item, $depth, $args) should be compatible with Walker_Nav_Menu::start_el(&$output, $item, $depth = 0, $args = NULL, $id = 0) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Warning: Declaration of Walker_Nav_Menu_Dropdown::end_el(&$output, $item, $depth) should be compatible with Walker_Nav_Menu::end_el(&$output, $item, $depth = 0, $args = NULL) in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/functions/funcoes-gerais.php on line 52

Deprecated: O método construtor chamado para WP_Widget em afcwidget_perfil esta depreciado desde a versão 4.3.0! Utilize __construct() no lugar. in /home/saudedom99/public_html/wp-includes/functions.php on line 5304
Agência Internacional de Energia ◂ Saude do Meio
Notice: Undefined index: imgPadrao in /home/saudedom99/public_html/wp-content/themes/temabase_mLuv1.1/inc/head.php on line 26
20 nov 2015

Plataforma online mostra quais fontes geram eletricidade no Brasil

hidrelétrica de Ilha Solteira

A Usina Hidrelétrica Ilha Solteira, localizada no rio Paraná. A fonte hídrica é a principal do Brasil

Você sabe de onde vem a eletricidade que faz o seu computador, tablet ou celular funcionar para que possa ler esse texto? Nesse momento ela está vindo de diferentes fontes, como a hidráulica ou eólica, por exemplo. Mas isso varia dependendo da demanda por energia e da disponibilidade de cada usina no país.

Para mostrar o panorama da geração de eletricidade no Brasil e as missões de gases de efeito estufa associadas a ela, foi lançado o SEEG Monitor Elétrico. A plataforma online é uma iniciativa coordenada pelo Observatório do Clima e desenvolvida pelo Greenpeace e pelo Instituto de Energia e Meio ambiente (Iema).

O site mostra quais fontes estão gerando nossa eletricidade e também as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera associadas às usinas térmicas, que consomem combustíveis poluentes como carvão e óleo diesel.

Os dados do Monitor são atualizados todos os dias. Assim, a ferramenta mostra a realidade do sistema elétrico a todo o momento. E, já que a plataforma foi abastecida com dados da produção de eletricidade no país nos últimos anos, podemos analisar períodos específicos e visualizar a evolução tanto da geração de eletricidade como de suas emissões no Brasil.

Pelo Monitor, ficamos sabendo, por exemplo, que no dia 16 de novembro deste ano, 73,32% da eletricidade gerada no Sistema Interligado Nacional (SIN)* veio de usinas hidrelétricas. Outros 3,99% vieram de usinas eólicas, enquanto 17,92%, de térmelétricas movidas à combustíveis fósseis, que são poluentes. Por conta dessa geração térmica, vemos pelo Monitor que as emissões de gases de efeito estufa pela geração de eletricidade no SIN eram de 15,8 milhões de toneladas equivalentes de CO2 em 2011 e foram para 70,8 milhões em 2014 – ou seja, mais que quadruplicaram.

gráfico emissões. monitor

“O Monitor nos permite ver até mesmo um raio-X da crise do setor elétrico”, diz Larissa Rodrigues, da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “A avaliação dos últimos anos nos mostra como a geração está cada vez mais suja, e também muito cara, já que a conta dos combustíveis é alta. Assim, o cidadão perde duas vezes: vive em um ambiente poluído e tem uma conta de luz cara”. Desde 2011, como podemos ver no gráfico abaixo, as emissões de gases de efeito estufa associadas a geração de eletricidade subiram sem parar.

O Monitor também traz o número dos sistemas de micro e minigeração distribuída registrados no país. Esses sistemas, como painéis fotovoltaicos nos telhados, são instalados pelos próprios consumidores e conectados na rede de distribuição. Entre suas vantagens está a compensação econômica: a eletricidade produzida e que não é logo consumida é colocada à disposição da rede, gerando descontos na conta de luz do consumidor. Aqui no Greenpeace trabalhamos para disseminar a geração distribuída para todos os brasileiros.

*O Sistema Interligado Nacional (SIN) é o grande sistema de produção e transmissão de energia elétrica do país. Nele estão conectadas as usinas de geração e as linhas de transmissão e distribuição. O SIN atende mais de 90% da eletricidade do país. Atualmente, não são atendidos pelo SIN os sistemas isolados (Ex.: alguns municípios) e não são por ele contabilizados parcela da autoprodução (Ex.: indústrias com usinas de geração próprias) e a geração distribuída, que inclui os sistemas de micro e minigeração (Ex.: painéis fotovoltaicos instalados pelos próprios consumidores).

Crédito:  Greenpeace

16 jun 2015

Temperatura do planeta pode aumentar 4,3 graus até fim do século

Arquivado em Saúde & Meio Ambiente

temperatura-56

A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou (15/06) que a temperatura do planeta pode subir 4,3 graus até o fim do século XXI e pediu aos países medidas mais audaciosas na redução das emissões de gases com efeito de estufa.

Num relatório publicado antes da conferência do clima, em dezembro, em Paris, a AIE disse que podia ser feito mais para alcançar a meta de manter a média da temperatura global abaixo dos dois graus centígrados. Os compromissos atuais “terão um impato positivo nas tendências energéticas futuras, mas ficarão aquém da necessária correção para respeitar o objetivo dos dois graus”, indica o relatório, apresentado em Londres.

O estudo aponta que será registado um aumento médio da temperatura global em cerca de 2,6º até 2100, defendendo que o aumento pode subir até aos 4,3º nos países do hemisfério norte.

“O setor energético deve desempenhar um papel crítico para que os esforços na redução das emissões dos gases com efeito de estufa tenham êxito. A produção e a utilização de energia representam dois terços das emissões mundiais de gases com efeito de estufa” (GEE), disse a diretora executiva da AIE, Marie van der Hoeven.

Pular para a barra de ferramentas