13 jun 2016

Dia dos Namorados nas redes em tempos de Amor Líquido

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Depois de muitos dias sem acessar minha página pessoal do Facebook, quebrei a promessa de  passar uma temporada distante das redes sociais, por conta da curiosidade de ver fotos de casais apaixonados em pleno Dia dos Namorados. Para minha surpresa, apreciei belos homens jovens declarando as delícias de curtir a própria solidão, escolher sozinho o cardápio do restaurante e dormir espalhado em uma cama grande e confortável. Observei mulheres incríveis rodeadas de outras mulheres maravilhosas, comemorando o “dia da liberdade”, brindando com  os amigos de diferentes gêneros sexuais as alegrias de uma vida de solteiro.

Vi também algumas fotos de casais que pareciam cumprir um ritual para mostrar que um nasceu para o outro. Mas na verdade, a cara de um deles parecia de tédio ou de insatisfação aparente. Nem tudo são flores na Dinamarca.

Alguns casais pareciam não fazer força para mostrar que aquele momento marcava mais um dia de união amorosa. Foram as fotos mais simples, sinceras, singelas e sem filtros.

Outros escreviam declarações de amor, detalhando momentos como: o nascimento do primeiro filho, a primeira briga, as dificuldades financeiras, os projetos para o futuro e a vontade de viver os últimos momentos com o homem ou mulher de uma vida.

Os sentimentos são tão subjetivos em tempos de “AMOR LÍQUIDO”, como relata o livro de um dos maiores críticos da sociedade contemporânea, o filósofo Zigmunt Bauman. Ele discute em suas obras Tempos líquidos e Amor Líquido a fragilidade das relações humanas, que se tornam cada vez mais fracos e vulneráveis, em parte por causa de um mundo que se torna mais virtual do que real, afetando os conceitos de família e comunidade.

30 maio 2016

Alguém aí pode me ajudar a encontrar o amor?

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OPINIÃO

Acredito que uma boa parte dos leitores já teve a sensação de sair correndo pelas ruas e, em um determinado momento, uma voz interna finalmente questiona: afinal você pretende chegar onde? Ainda correndo, você responde: não sei, mas quero desesperadamente encontrar respostas. Alguém aí pode me ajudar a encontrar o amor?

Vivemos tempos conturbados na política, na economia, na saúde, na educação, na justiça, na mídia e nas relações sociais. Todos são suspeitos até que provem com justiça o contrário. Somos reféns da malandragem, da corrupção, do jeitinho brasileiro, da troca de favores, dos boatos, das opiniões sem noção, dos falsos profetas, dos apocalípticos, dos  missionários da mentira…

Já faz um tempo que não vejo os telejornais, em especial antes de dormir e evito as redes sociais. Confesso que melhorou muito o número de pesadelos que tenho com frequência. Mas as notícias perversas chegam pelo celular, pelos vizinhos, pelos amigos e até por desconhecidos.

O que vejo fere todos os meus princípios de democracia com doses generosas de humanidade. E mais, sinto uma vibração de ódio que contamina até os lares brasileiros. Ninguém se entende. Famílias são destruídas pelo desemprego, por opiniões contrárias sobre política…

Até uma pediatra se recusa a prestar atendimento médico por conta de preferências partidárias. Os considerados “Coxinhas” e  “Petralhas” se atacam publicamente de forma leviana e ridícula. Os ataques atingem não apenas os políticos envolvidos nos escândalos de corrupção. Como nos tempos bem antigos, toda família é condenada a forca. Achei uma estupidez tão grande de uma senhora que gritava palavras de  ódio ao filmar com um celular um momento de lazer do senador Aécio Neves com um dos filhos gêmeos no colo, em uma praia do Rio de Janeiro. Tudo é tão grotesco e poderia ter provocado uma tragédia.

Até aqueles políticos que se dizem cristãos mostram publicamente o que é intolerância. Pregam o ódio, esquecem o amor ensinado por Jesus. Muitos pontos que poderiam ser debatidos com prudência e respeito, levando em consideração os pensamentos de Cristo,  como: o aborto, a eutanásia, a família… são desperdiçados.

Toda noite, antes de dormir, elevo meu pensamento e vibro positivamente para que possamos limpar o Brasil. Eliminar o que não nos serve para nossa evolução, propor pensamentos criativos, beneficiar aqueles que realmente  trabalham, respeitar as escolhas individuais e não duvidar do Brasil… Que assim seja com muito amor.

23 fev 2016

Bebê com anencefalia vive 74 minutos e salva uma vida

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A pequena Hope Lee sofria de anencefalia, seus pais decidiram não abortá-la e depois de uma breve vida de apenas 74 minutos, ela se transformou na doadora de órgãos mais jovem do Reino Unido.

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Os pais de Hope conceberam gêmeos, um menino e uma menina. Na 13ª semana de gestação, souberam que a menina nasceria com uma má formação letal no cérebro e no crânio. Os médicos advertiram que teria pouco tempo de vida e lhes propuseram abortar.

Emma e Andrew Lee não aceitaram a proposta e decidiram que doariam os rins de Hope. Os gêmeos nasceram em dezembro de 2015 e a pequena Hope viveu durante 74 minutos.

“Tivemos tempo para planejar tudo o que queríamos fazer e o hospital pôde preparar o transplante de rim e retirar algumas células do fígado”, explicou Andrew e recordou que “justo antes de morrer, segurou meu dedo com os seus e comecei a chorar”.

Para a mãe, a decisão do transplante “foi muito difícil”, mas “sabemos que fez algo bom em seu pouco tempo de vida. Estamos orgulhosos de que ela tenha conseguido tanto em tão pouco tempo”.

Os pais de Hope expressaram que não abortar foi sua melhor decisão, porque puderam passar um tempo muito valioso com sua pequena e sua filha mais velha Maddie, com apenas 5 anos, pôde conhecer e carregar a sua irmãzinha.

No hospital, prepararam uma caixa de lembranças de Hope com suas impressões digitais e lindas fotos.

“Hope estava linda, como uma bonequinha, apesar da doença que tinha. Agora, sentimos que nossa pequena foi uma heroína”, adicionou seu pai.

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Fonte: ACI Digital via ComShalom.org

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