30 out 2019

Resenha: Comunicação médico-paciente no tratamento oncológico

A comunicação entre médico e paciente é fundamental para o sucesso do tratamento. Quando o assunto é o câncer, ela é ainda mais vital. Partindo da experiência de mais de 30 anos em oncologia, o médico Ricardo Caponero criou um guia de orientação sobre como estabelecer, de forma respeitosa e franca, uma comunicação efetiva e terapêutica com os pacientes que enfrentam o câncer.

No livro “A comunicação médico-paciente no tratamento oncológico – Um guia para profissionais de saúde, portadores de câncer e seus familiares”, publicado pela MG Editores, o médico  explica como estabelecer e manter uma comunicação respeitosa e franca e, ao mesmo tempo, efetiva e terapêutica.

Confira o meu vlog

 

21 out 2019

Pesquisa mostra aumento das intenções de compra na Black Friday

Arquivado em Comportamento

Por Nádia Franco Agência Brasil  A intenção de compras dos internautas durante a Black Friday deste ano aumentou 58% com relação ao ano passado, revela pesquisa divulgada (8/10) pelo Google, na capital paulista. Pelo menos 69% dos consumidores já sabem o que vão comprar e só estão esperando a oportunidade para isso. O gasto médio dos consumidores deve ser de R$ 1.330. A pesquisa mostra ainda que 99% dos brasileiros já conhecem a data.

Data criada pelo comércio dos Estados Unidos, a Black Friday (sexta-feira negra) é uma megapromoção de vendas realizada na quarta sexta-feira de novembro (logo após o feriado norte-americano de ação de graças), para liquidar os estoques, com oferta de mercadorias cujos descontos chegam a até 70% do valor normal. A promoção também se popularizou no Brasil.

A pesquisa entrevistou em julho 1.500 consumidores online de todas as regiões do país. O objetivo da consulta é entender o comportamento do consumidor para auxiliar os parceiros do Google a terem melhor desempenho na Black Friday deste ano.

De acordo com o gerente de Insights para Indústria do Varejo do Google Brasil, Diego Venturelli, 76% dos consumidores também passaram a perceber que a Black Friday, a cada ano, se transforma em um evento de mais de um dia, incluindo os dias anteriores e posteriores. “Para o movimento de crescimento das vendas nas lojas físicas, o aumento de sortimento de produtos, e a expansão, 24 horas é muito pouco ou muito competitiva para que os brasileiros façam tudo o que eles querem fazer.”

Venturelli destacou que, por ser um evento de preço, esse é o atrativo do período, com 53% das pessoas dizendo que o valor das mercadorias é o principal atributo de compra. Entretanto, ele disse que esse número vem caindo ao longo dos anos, porque o consumidor começa a entender que outros atributos, como confiança na loja, entrega, logística, experiência do consumido e inovação, ganham relevância no momento da compra.

“O ambiente da loja física consegue ter alguns desses atributos. Está crescendo muito a compra feita no ambiente digital, com retirada na loja física. Isso é uma experiência para o consumidor. Não ter que esperar o produto chegar na sua casa e poder visitar a loja e retirar o produto. Muitas lojas estão configuradas para a Black Friday e isso se torna um lazer”.

Outra pesquisa, feita em setembro com base nas respostas de 1.000 pessoas ouvidas pela plataforma, indica que o número de compradores online deve se igualar ao de compradores em lojas físicas: 37% declararam que comprarão apenas nas lojas físicas e 38% apenas na internet. Aqueles que pretendem comprar pelos dois canais são 25%.

“Isso aconteceu pela primeira vez nos últimos oito anos de Black Friday no Brasil. Isso mostra que o consumidor está entendendo que a Black Friday não é só digital, mas também física. É um movimento que já vinha, mas que acelerou drasticamente este ano”, disse Venturelli.

Um dos motivos para isso é o crescimento do número de categorias de produtos oferecidos, indo além dos eletroeletrônicos e linha branca, por exemplo. “Quando você começa a vender alimentos, bebidas, pneu, serviços, você tem algumas categorias ligadas a ambiente físico. Quando é dada a esses produtos a mesma importância dos outros, a loja física vem acompanhando”, finalizou.



24 set 2019

Você sabe o que são fenômenos parapsicológicos?

Somos seres complexos, dotados de pelo menos cinco sentidos físicos:  visão, olfato,  paladar, audição e  tato. A intuição, considerada o sexto sentido, é uma característica presente nos humanos, apesar de oculto. Seria aquela “voz que vem de dentro” que nos ajuda a tomar algumas decisões. No entanto, estar no mundo, vai para além do conhecido. Nesse sentido, muitas pessoas se relacionam com fenômenos que não são tão comuns, como: clarividência, telepatia, psicografia, dentre outros. São fenômenos de origem extracerebral, não física, ou seja, não podem ser explicados a partir das percepções derivadas de nossos cérebros. É o que alguns pesquisadores chamam de fenômenos parapsíquicos.

Para entender melhor sobre o assunto, produzi duas postagens: “O que são fenômenos parapsíquicos” (24/09).  Para tanto, entrevistei  Maurício Sales, pesquisador e professor do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia) que vai nos ajudar a entender alguns fenômenos parapsicológicos.

Amanhã, 25/09,  “Parapsicologia ou Metapsíquica” – artigo do Dr. João Jorge Cabral Nogueira.  O autor é médico e psicoterapeuta transpessoal. Estudou parapsicologia nos anos setenta com Padre Quevedo, fez whorkshops com o parapsicólogo Stanley Krippner, estudou estados alterados de consciência com o médico transpessoal Stanilav Groff, com os físicos quânticos Amit Goswami e Harbans Aarora, e com os neurocientistas Karl Pribram e Francisco Di Biase.  Professor até este ano do curso de Psicopatologia na visão dos fenômenos paranormais confundidos com doença mental no Curso de Pós-graduação de Psicologia Transpessoal em Belo Horizonte.
Diretor do Flor do AmanheSer de Medicina integral. Professor dos cursos de Pós-graduação de Hipnose e Psicologia Transpessoal. Autor dos livros: Autoscopia, Criança de Luz e Ciência e Espiritualidade.

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Adriana Santos: A Parapsicologia é reconhecida cientificamente?

Maurício Sales: Isso depende do paradigma de Ciência que se use para avaliar os fenômenos parapsíquicos. As ciências físicas (Biologia, Química, Física, e suas derivadas) tem dificuldade de lidar com tal realidade, preferindo, muitas vezes, dizer que ela não existe. Mas existem muitas casuísticas e experimentos já realizados que evidenciam a existência de outros estados de manifestação da nossa consciência, inclusive estados não físicos. Mesmo dentro da Parapsicologia, há várias iniciativas que procuram relacionar os fenômenos parapsíquicos com algum tipo de atividade ainda desconhecida do cérebro, o que é inadequado. Para se estudar com mais propriedade tais fenômenos, é necessário um paradigma novo de Ciência, com diferentes modelos e teorias, a exemplo do paradigma consciencial proposto pela Conscienciologia, campo científico proposto e desenvolvido no Brasil.

O que diferencia um fenômeno parapsíquico de um fenômeno mediúnico?

O mediunismo é uma forma de parapsiquismo em que o indivíduo age como intermediário no contexto, ou seja, ele não é o agente produtor do fenômeno, mas o meio através do qual o fenômeno ocorre. Esse é o caso da psicografia ou da psicofonia, muito conhecidos no país. Entretanto, os fenômenos parapsíquicos podem ser produzidos de forma anímica, isto é, através da vontade e do conhecimento do indivíduo, sem que ele seja apenas intermediário do evento. Um exemplo disso é a experiência fora do corpo, ou projeção consciente, fenômeno largamente pesquisado na Projeciologia, uma especialidade da Conscienciologia que se dedica especificamente ao estudo dos fenômenos parapsíquicos.

Todos nós temos habilidades parapsíquicas?

Sim, elas fazem parte da natureza de todo ser humano.

Há como desenvolver as habilidades parapsíquicas?

Há várias técnicas eficientes para o desenvolvimento de qualquer forma de parapsiquismo, bastando treinamento aplicado. E já que o parapsiquismo não é um dom ou algo sobrenatural, fazendo parte da natureza humana, ele pode ser desenvolvido e se transformar em habilidade, sem ser necessário depender de nenhuma ideologia, linha mística, gurus ou aparelhos.

Como identificar um fenômeno parapsíquico?

Às vezes, por falta de conhecimento, muitas pessoas confundem ocorrências parapsíquicas com percepções orgânicas. Um fenômeno parapsíquico envolve aquisição de informações que não podem ser acessadas pelo cérebro (clarividência à distância, por exemplo) ou manifestações no ambiente não produzidas por meios físicos (telecinesia, por exemplo, em que ocorre movimentação de objetos sem se tocar neles). Vale a pena estudar para começar a identificar as diferenças.

Os pesadelos constantes são considerados fenômenos parapsíquicos inconsistentes?

Os pesadelos podem ser sonhos com caráter mais perturbador, de origem cerebral durante o sono. Se eles são constantes, há que se investigar se há algum problema que aflige o indivíduo e tem como reflexo essa ocorrência do sono. Contudo, a Projeciologia estuda o que se denomina projeção semiconsciente, que é uma experiência fora do corpo em que o indivíduo não identifica que está em uma dimensão extrafísica, podendo confudir a experiência com um sonho ao acordar. Se a experiência fora do corpo teve um caráter mais aflitivo ou perturbador, ela pode ser confundida com um pesadelo. O pesadelo existe, e é uma ocorrência física, cerebral, mas existe também a experiência fora do corpo, ocorrência extrafísica, extracerebral. Há muita confusão entre as duas ocorrências.

Quais os fenômenos parapsíquicos mais comuns?

Clarividência (percepções visuais), clariaudiência (percepções auditivas), psicometria (leitura de informações de pessoas ou ambientes, através das energias), dejaismo (sensação de já ter estado em um local ou já ter vivenciado algo quando ele ocorre), projeção consciente (experiência fora do corpo físico), telecinesia (movimentação de objetos sem interferência física), psicocinesia (deformação de objetos sem interferência física), psicografia (escrita mediúnica), psicofonia (fala mediúnica), dentre outros.

Como conseguir ajuda no caso de fenômenos que perturbam a saúde psicológica ou física da pessoa?

Qualquer coisa que perturbe a saúde do indivíduo deve ser investigada. Existem muitos distúrbios orgânicos, que devem ser tratados através da medicina. Porém, por desconhecimento ou descontrole, há manifestações parapsíquicas que podem afetar a saúde da pessoa. É sempre importante descobrir se a causa do distúrbio é orgânica, ou se pode ter origem não física. O IIPC, instituição de pesquisa e educação na área de fenômenos parapsíquicos pode ajudar os interessados que tem dúvidas ou problemas nessas questões.

O correto é inibir tais fenômenos, controlar ou tratar?

Quando necessário, o tratamento deve ser feito. Mas é sempre melhor compreender e controlar esses fenômenos ao invés de inibi-los. A partir do estudo e maior conhecimento, o próprio indivíduo pode usar os fenômenos parapsíquicos como ferramenta importante de aprendizado e autoconhecimento.

Considerações finais

Existe, hoje, muita pesquisa séria sobre os fenômenos parapsíquicos. Ao invés de entendê-los como fantasia ou doença, pode-se estudá-los e transformá-los em habilidades pessoais extremamente úteis. O IIPC (www.iipc.org), inclusive em Belo Horizonte, oferece grande material e atividades para quem quiser se aprofundar no assunto.

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