14 jul 2015

Cães farejadores são os melhores detectores de explosivos e drogas

Arquivado em Animais, Comportamento
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Foto: Zenio Souza

Os policias da Rocca, Ronda Ostensivas com Cães Adestrados, iniciaram o Curso de Busca e Captura, um dos treinamentos mais importantes de adestramento de cães em matas com o objetivo de localizar e mobilizar criminosos em fuga. O cão será capaz de encontrar, pelo faro, pessoas escondidas em matas fechadas, penduradas em árvores e até mesmo debaixo de rios, lagos, cachoeiras ou riachos. Com a ajuda de um cão farejador, a policia pode mobilizar sem a necessidade de disparos por armas mortais.

O curso está dividido em disciplinas práticas e teóricas, como técnicas de obediência, Direitos Humanos, Polícia Comunitária e Cinotecnia. A carga horária é de 760 horas com previsão de término para outubro e envolve policiais de 27 canis do estado de Minas Gerais.

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Sargento Karine já tem dez anos de polícia militar. Há um ano e seis meses trabalha na Rocca. Já realizou dois cursos de treinamento. “Sempre sonhei em trabalhar com os cães da Rocca. Ambiente que tem animal é sempre melhor”. Ela é companheira inseparável de Athos, um labrador corajoso, mas também dócil e amigo das crianças da Escola Estadual Francisco Sales. Reveja o caso aqui.

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O treinamento dos cães começa ainda na fase de filhote, por volta dos 10 meses, quando ganham do treinador brinquedos de estimação e são adestrados nas brincadeiras de esconde-esconde. Segundo o tenente Albuquerque, o equilíbrio do cão é fundamental para a relação de confiança entre policial e animal.

A Rocca Belo Horizonte conta, atualmente, com 75 cães, sendo que 19 são idosos (aposentados). Os animais foram responsáveis, de janeiro de 2015 até agora, por: 30 prisões, 9,3 quilos de cocaína, 3,5 pastas de cocaína, 3.064 pinos de cocaína, 64,2 de crack, 3.280 pedras de crack, 12 armas, além de buchas e pés de maconha, munições, celulares, rádios de transmissão, coletes de uso da polícia, balanças, celulares e veículos.

Major Cinério acredita que os cães são verdadeiros heróis anônimos que trabalham de forma invisível, mas eficiente, no combate ao tráfico de drogas, além de detectar explosivos em ambientes púbicos.

Os cães da Rocca têm temperamentos diferentes, por isso recebem missões conforme a capacidade desenvolvida em treinamentos. Alguns são feras em encontrar drogas nos locais mais improváveis. Já outros são “explosivos”. Mesmo com detectores de bombas já disponíveis no mercado, o melhor amigo do policial ainda é mais confiável do que os experimentos.

Trabuco, por exemplo, é um Belga Malinóis de oito anos, responsável pela vistoria de explosivos no Mineirão na época da Copa do Mundo. Trabuco também zelou pela segurança da presidente da República Dilma Rousseff na última visita oficial em Belo Horizonte.

Impossível não amar Trabuco. Quando ele não está trabalhando, o cão policial é doce e aceita com gentileza afagos de uma repórter que ficou apaixonada por ele na primeira troca de olhares.

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Repórter Adriana Santos encantada com Trabuco

O tenente Jadir esclarece que alguns cães não se adaptam à vida militar. Ele lamenta também a morte da cadela Uara, no ano passado, em uma missão policial. Uara caiu em um buraco de um matagal e não resistiu aos ferimentos. O policial cita com orgulho a capacidade de trabalho dos principais cães farejadores  de drogas da Rocca.

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Foto: Jornal Uberaba

08 jul 2015

Movimento vegano de BH tem encontro marcado no Parque das Mangabeiras

vegano

Pessoal, os veganos de Belo Horizonte e região têm encontro marcado no próximo domingo (12/07), às 10 horas, no Parque das Mangabeiras para troca de experiências ( comidas ♥) e amizades veggie. Não deixe de levar um forro de chão bem bonito, livros, revistas sobre veganismo e muito amor no coração. O encontro VEGNIK-BH foi organizado por meio do Facebook. Confirme sua participação. AQUI

Veganismo é uma filosofia e estilo de vida que busca excluir, na medida do possível, todas as formas de exploração e crueldade contra animais na alimentação, no vestuário, na exploração turística, na indústria cosmética… ou em qualquer outra atividade abusiva. Na dieta, significa a prática de dispensar todos os produtos derivados em parte ou totalmente de animais (carnes, peixes, ovos, leite, mel…)

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Reprodução Facebook

Bombou na Web.  A pequena irlandesa Dublin de apenas 5 anos chora ao tentar convencer o pai de não comer o peru servido em seu prato. Na verdade, ela lamenta comer qualquer animal.

“Não quero que eles sejam cortados”, diz a garota, logo após chamar porcos, galinhas e vacas de “animais legais”. Toda a descoberta vegetariana foi filmada pelo pai, e o vídeo viralizou ao ser publicado no Facebook, sendo visto mais de 15 milhões de vezes. A mãe, Nicola Moore, comentou orgulhosa na postagem.

“Ela continua sendo vegetariana, não comeu carne desde então. E não foi forçada a fazer nada, já que ninguém na minha família é vegetariano”, afirmou. “O pai gravou o vídeo e me enviou pedindo ajuda: ‘Não sei como explicar para ela’. Ela simplesmente ama animais, insetos… não posso sequer matar uma mosca lá em casa.”

Assista ao vídeo abaixo, em inglês. Impossível não encher o coração de amor

29 jun 2015

Liga da Justiça em nova missão no Hemocentro de BH

Arquivado em Comportamento, saúde

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No dia 4 de julho, às 14 horas (Alameda Ezequiel Dias, 321 -Centro), os heróis da Liga da Justiça vão vão estar reúnidos em nova missão no Hemocentro de Belo Horizonte. Desta vez, as doações de sangue serão feitas em nome do Hospital Militar. O policial militar exerce uma profissão de risco e pode precisar de uma hemotransfusão a qualquer momento. Por isso, os voluntários heróis uniram as forças do bem para aumentar  o saldo de sangue da instituição. Bacana, né?

Sangue é um “remédio” diferente dos outros: não se fabrica em laboratórios, não se compra em farmácia – somente pode ser obtido por meio de doação de um ser humano a outro. E para ter sangue em estoque é necessário contar com a solidariedade humana. A todo instante, pessoas sofrem acidentes, necessitam de cirurgias de urgência, de transplantes etc. Além disso, alguns pacientes – como os aqueles que têm anemias falciformes, hemofilia e outras doenças crônicas – precisam, constantemente, de receber transfusão de sangue e hemocomponentes.

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos. Pessoas com mais de 60 anos somente poderão doar caso já tenham realizado uma doação antes dos 60 anos, independente do sexo, e devem respeitar o intervalo mínimo de seis meses entre as doações. Saiba mais: HEMOMINAS

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