02 abr 2019

Clínica de Enfermagem lança programa de atendimento gratuito para o controle do pé diabético

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A partir de amanhã (03/04), a Clínica-Escola de Enfermagem da Newton, que normalmente oferece atendimentos gratuitos voltados para a saúde da mulher, da criança e adolescente, do homem, do idoso, do trabalhador e medicina alternativa (acupuntura), passará a atender também a pacientes com pé diabético, uma das complicações mais comuns de quem sofre de Diabetes Mellitus (DM) e uma das mais dramáticas também, pois pode levar até a amputações de membros inferiores. A iniciativa faz parte do programa de extensão “Caminhando com a Vida”, que visa identificar, classificar, orientar e acompanhar pacientes com Diabetes Mellitus tipo 1 e tipo 2, com diferentes níveis e tipos de neuropatia diabética, ajudando-os a prevenir ou reduzir o ritmo de evolução dessa complicação. Os atendimentos são gratuitos e prestados mediante cadastro e agendamento prévios, pelos telefones (31) 3516-2631 ou (31) 98440-4114.

O Brasil é o quarto país com maior número de diabéticos do mundo (IDF), com cerca de 12,5 milhões (7%) de brasileiros afetados e, segundo o Ministério da Saúde, entre 2010 e 2016, 406.452 pessoas morreram no país em decorrência da doença. O número de amputações provocadas pelo diabetes também é preocupante: só em 2017, foram 12.748. “Mas muitas amputações causadas pela diabetes poderiam ser evitadas se houvesse mais informação e prevenção”, alerta o Dr. Luiz Henrique Diniz Miranda, responsável pelo novo programa da Clínica-Escola de Enfermagem da Newton. “O portador de DM precisa saber o que é o diabetes, as causas e os riscos do não tratamento adequado. Um exame periódico dos pés pode identificar precocemente as alterações, permitindo o tratamento e evitando o desenvolvimento de complicações”, explica médico endocrinologista e mestrando na área de Diabetes. “O portador de pé diabético precisa de prevenção e atenção, justamente o foco da Clínica-Escola de Enfermagem da Newton”, completa, lembrando que prestar atendimento na área de saúde totalmente gratuito aliado à formação de profissionais é um diferencial da Newton.

Serviço – programa Caminhando com a Vida

O que é: atendimento gratuito oferecido a portadores de pé diabético por alunos e professores do curso de Enfermagem da Newton. Os pacientes passarão por avaliação clínica e receberão orientações para o autocuidado com sua saúde.

Local de atendimento: Clínica de Enfermagem da Newton Paiva (Rua Marechal Foch, 35 – Grajaú, Belo Horizonte – MG)

Público: pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2

Responsável pelo acompanhamento: Dr. Luiz Henrique Diniz Miranda

Horários de atendimento: às quartas-feiras, das 14h às 16h, às sextas-feiras, das 8h às 12h e aos sábados das 9h às 13h

Início dos atendimentos: 03/04/2019

Agendamento de consulta: (31) 3516-2631 ou (31) 98440-4114

Clínicas-Escolas da Newton: bom para os alunos, melhor para a comunidade

Além da Clínica de Enfermagem, a Newton Paiva tem outras 6 clínicas e oferece tratamentos e acompanhamentos nas áreas de Psicologia, Fisioterapia, Farmácia, Estética, Odontologia e Medicina Veterinária. O serviço está disponível para toda a comunidade, sem restrições e sem a necessidade de encaminhamento médico. A única recomendação é fazer o agendamento prévio. Na Clínica-Escola, espaço no qual alunos acompanham os professores nos atendimentos e lidam com situações reais da prática profissional, o atendimento é humanizado e, após avaliação clínica, o paciente recebe todas as orientações para o autocuidado, e é acompanhado em sua jornada pela busca da saúde.

Confira abaixo horários e locais de funcionamento de todas as clínicas-escolas da Newton:

Clínica-Escola de Enfermagem

Serviços: atendimentos à criança, adolescente, mulher, adultos e idosos, grupos educativos para hipertensos e diabéticos, simulação realística e oficinas práticas para treinamento e aperfeiçoamento de alunos e comunidade.

Endereço: Rua Marechal Foch, nº35 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2624

Clínica-Escola de Odontologia

Serviços: odontopediatria, ortodontia preventiva e interceptativa, dentística, entodontia, periodontia, cirurgia, prótese, disfunção temporomandibular, odontogeriatria, pacientes com necessidades especiais e estomalogia.

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta:(31) 3516.2616 / 3516.2617 / 3516.2671

Clínica-Escola de Psicologia

Serviços: atendimento psicológico de crianças, adolescentes, adultos e idosos, terapia familiar, avaliação psicológica, orientação profissional, orientações

para desenvolvimento de carreira, palestras para a comunidade, empresas e escolas, plantão psicológico

Endereço: Av. Silva Lobo, 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2662 / 3516.2666

Clínica-Escola de Medicina Veterinária

Serviços: atendimentos e procedimentos clínicos de pequenos animais, vacinação, diagnóstico por imagem, exames laboratoriais

Endereço: Rua Marechal Foch, 15 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2491

Clínica-Escola de Fisioterapia

Serviços: ortopedia, neurologia adulto e infantil, cardiorrespiratório, ginecologia e obstetrícia, urologia e geriatria

Endereço: Av. Silva Lobo, 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2629

Clínica-Escola de Estética

Serviços: limpeza de pele, design de sobrancelhas, drenagem linfática, massagem relaxante, massagem modeladora, reflexologia (massagem nos pés), peeling de diamante, Manthus, cavitação, radiofrequência

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2644 / 3516.2669

Clínica de Atenção Farmacêutica

Serviços: gerenciamento da terapia medicamentosa, com orientação individualizada e detalhada sobre cada medicamento, de forma a contribuir para a obtenção dos melhores resultados no tratamento farmacológico.

Endereço: Av. Silva Lobo 1718 – Nova Granada

Agendamento de consulta: (31) 3516.2629

01 abr 2019

Simplificando a vida por meio do consumo consciente?

Arquivado em Comportamento

consumo

Conforme intensifico minhas meditações diárias, descubro a necessidade de simplificar a vida. Então estabeleci algumas metas, entre elas: consumir com consciência. Confesso aos meus leitores um certo fetiche por livros novos. Todo mês, compro pelo menos um. Já são tantas publicações que já me falta um local adequado para guardá-las. Por isso, resolvi doar algumas e vender outras. Foi aí que eu percebi a minha coleção de livros repetidos.  Fiquei um pouco envergonhada com a minha atitude tão irracional!

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Mas afinal, o que é consumo consciente? Conversei com Nusa Maria, fundadora  da marca Old Chic Brechó e influenciadora digital no Canal Universo Brechós. Ela me explicou que o termo se  resume em uma única palavra: essencial. ” O essencial para minha sobrevivência, evitando ao máximo o desperdício. Adoro o termo “na medida certa.” Reaproveito tudo o que percebo como obsoleto”, esclarece Nusa.

Adriana Santos: Qual a diferença entre consumo consciente e consumo sustentável?

Nusa: Ambos estão pautados na minimização dos impactos ambientais… caminham de mãos dadas. Porém, observo, a partir do comportamento humano, que muitas pessoas que praticam o consumo sustentável não conseguem ainda desenvolver uma mente de consumidor consciente. Grande parte da humanidade está muito presa às práticas de consumo excessivo. Por exemplo: o consumidor que se diz sustentável não utiliza o canudo de plástico, mas adquire quatro unidades de canudos de aço. Um de cada cor ou formato. O consumo consciente  é mais abrangente.

Quais as dicas para que as pessoas possam consumir de forma consciente?

Nusa: Muitos ainda desconhecem o poder terapêutico do consumo consciente, porque ainda são reféns das práticas de consumo impostos pela sociedade. Temos o poder de transformação – literalmente em nossas mãos. A pergunta inteligente do consumo consciente é: “O que já tenho em mãos”? E não a pergunta “O que preciso”? Quando mudamos essa forma de questionar, automaticamente alteramos nossa forma de consumo. Descobrimos que já temos ao nosso alcance praticamente tudo o que necessitamos para executar praticamente todas as tarefas do dia a dia. E isso engloba praticamente todas as formas de consumo.

Entrevista com a neuropsicóloga Janusa Silvério. Consumo X Consumismo

Arquivo pessoal

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Adriana Santos: Qual a diferença entre consumo e consumismo

Janusa Silvério: O consumo é um ato saudável e necessário. Precisamos consumir diariamente (alimentação, vestuário, higiene etc). Logo, todos somos consumidores. Já o consumismo está relacionado aos excessos, podendo, inclusive, ser patológico. O olhar para o consumismo merece uma atenção especial e cuidadosa.

Consumir compulsivamente é uma doença?

Sim, porém, devemos observar que cada caso tem sua singularidade e merece ser estudado de forma individualizada. O consumo compulsivo ou acumulação compulsiva é um comportamento descontrolado, onde o acúmulo de produtos supérfluos torna-se um ato vicioso. Resguardadas as proporções, podemos pensar que o movimento do consumista compulsivo é parecido com o adicto. Em regra, o adicto não usa a droga para obter prazer, mas sim para afastar o desprazer. No caso dos consumistas compulsivos, a ordem é semelhante. A compulsão sempre está associada a uma angústia, ansiedade, depressão, ou algum outro distúrbio psicológico. Assim, a pessoa vai às compras e, consequentemente, obtém um prazer nessa conduta. O problema é que esse prazer é volátil, não tem longa duração temporal. Em razão disso, em breve essa conduta se repete, o desejo novamente se faz presente e recomeça todo o ciclo vicioso.

Quais são os motivos que levam as pessoas a este tipo de comportamento?

Difícil pontuar de forma assertiva os motivos. Mas temos que entender que sempre um comprador compulsivo busca aliviar um “buraco afetivo”, um vazio sentimental. Costumam ser pessoas impulsivas e obviamente apresentam algum desequilíbrio emocional. O grau desse desequilíbrio vai variar de pessoa para pessoa. De forma geral, podemos citar em algumas características, como por exemplo, necessidade de preencher um vazio, baixa autoestima, necessidade de status e de pertencimento, depressão, transtorno de ansiedade e de humor. Temos que pensar também que a sociedade contemporânea promove este estímulo. Veja, pesquisas mostram que o consumismo infantil tem crescido, e muito. Essa pseudo ideia que frustração e tristeza têm que ser evitados a qualquer custo causa um consumo desenfreado. As pessoas precisam aprender a lidar com a angústia existencial Da mesma forma que experimentamos a alegria, também experimentamos a tristeza. Mas precisamos entender que tudo passa e tais sentimentos não são eternos e a compulsão é só um paliativo cheio de consequências negativas. A meu ver, este é o grande mal deste século: não poder ser frustrado. Temos que ser felizes o tempo todo, não podemos ser frustrados. Tristeza…nem pensar! Nessa roda de conceitos fakes, sempre as pessoas querem buscar, a qualquer preço, algo para evitar este desprazer, em que pese ser inerente à condição humana .Uma dessas busca pode ser o consumismo. Não estou aqui falando que depressão é normal, que transtorno de ansiedade também o é. O que estou dizendo é que esta cultura da felicidade a qualquer preço tem adoecido muito as pessoas e tem “pregado” que TER é a saída para ser feliz. Isso é uma grande mentira. A necessidade de pertencimento também é outra questão séria. Eu passo a ser aquilo que o outro deseja de mim. Freud já havia nos sinalizado isso há tempos atrás.

A mídia tem uma influência neste tipo de transtorno? 

Influência sim. Porém não é a única responsável. A mídia trabalha para que acreditemos que aquele determinado produto é imprescindível para nós. Existe um apelo midiático que visa estimular. Porém, se a pessoa tem senso crítico, vai consumir de forma equilibrada e pautada na racionalidade, o que reduz a influência da mídia. Essa pessoa, ao comprar, não agirá puramente com a emoção. Ela irá pensar, ponderar vários fatores, como necessidade e possibilidade e, somente após esse planejamento, a fará.

Mas de fato comprar não é prazeroso?

Para alguns mais do que para outros. Não podemos deixar de mencionar que prazer é volátil, efêmero. Aquele prazer desencadeado pela compra, logo passa e volta novamente a necessidade de repetir aquela ação. E mais, após a compra, mal chegou em casa e abriu as sacolas, a culpa, o arrependimento, a “ressaca” com aquela atitude compulsiva passa a atormentar a pessoa. Os prejuízos com esse comportamento são inúmeros. Além de prejuízos financeiros (muitas vezes as dívidas se tornam vultosas), existem os prejuízos emocionais. Todos que estão em torno daquela pessoa costumam sair prejudicados. As relações afetivas são desgastadas. A mentira e a desconfiança assumem um papel preponderante na vida dessas pessoas.

Quais são os tratamentos

Psicoterapia em todos os casos e, em outros, essa psicoterapia deve ser conciliada com a psiquiatria.

15 fev 2019

Hospital Felício Rocho inaugura banco de peruca para pacientes oncológicos

perucas

Uma parceria entre o Hospital Felício Rocho e a ONG Fio de Luz, irá repaginar a autoestima de suas pacientes em tratamento de câncer. A Instituição acabou de inaugurar um banco de perucas para doar às mulheres que tiverem seu cabelo raspado ao longo do processo de procedimentos oncológicos.

A partir de agora, a paciente do Hospital Felício Rocho que se sentir à vontade para usar uma peruca, pode recorrer ao banco, experimentar, selecionar a sua e levar para casa. É bom ressalvar que se trata de uma doação do material, sem nenhum custo, e não carece de devolução após o término do procedimento.

Cerca de 20 perucas estarão disponíveis para serem experimentadas e doadas, com reposição conforme demanda. Além disso, o Hospital torna-se um ponto para doação de cabelo. Todo o material arrecadado será direcionado para a ONG Fio de Luz e transformado em perucas. Qualquer quantidade de cabelo superior a 20 centímetros é bem-vinda. Para doar, basta procurar o Ambulatório Oncológico, na Rua Aimorés, número 3580, no Barro Preto.

A diretoria comemora mais este feito e reforça seu compromisso com os pacientes. “Para nós do Hospital Felício Rocho essa é mais uma iniciativa que endossa nosso empenho com a harmonia e o bem-estar de nossos pacientes. Enxergamos que pequenos feitos como esses podem contribuir para a o tratamento de pacientes oncológicos, levando a eles mais alegria e um reforço à autoestima. Não medimos esforços nesse objetivo de cuidar bem de todas as pessoas que procuram o Hospital diariamente”, comenta o diretor Dr. Pedro de Oliveira Neves.

Enquanto isso, o responsável pela ONG Fio de Luz, Edimilson Marques Oliveira, fala a respeito da missão desse projeto. “Fazer o bem, faz bem! Quando você ajuda alguém, você se sente melhor do que quem está sendo ajudado. E nós estamos muito felizes com essa parceria porque sabemos da importância dela para que mais pessoas se sintam acolhidas e tenham mais força para enfrentar a doença”, comenta.

Primeiras pacientes

Assim que as perucas estavam disponíveis, algumas pacientes que já realizam tratamento no Hospital Felício Rocho puderam escolher as suas próprias perucas. Tímidas, porém dispostas, uma a uma das mulheres se sentaram diante ao mostruário e aos poucos experimentavam os modelos para conferir o novo visual.

A primeira a provar foi a jovem Samanta Antunes, de 27 anos. Para ela, a iniciativa é um alívio para a autoestima e, também para o bolso, por conta do alto custo de uma peruca. “Quando recebi o diagnóstico fiquei desnorteada. Desde sempre quis usar perucas, mas não sabia onde procurar. Cheguei a fazer alguns orçamentos e não encontrei nada abaixo de R$ 3 mil. É muito dinheiro para quem está enfrentando a doença. Saber dessa parceria entre o Felício Rocho e a ONG Fio de Luz é muito gratificante porque serve de apoio para nós. Sem dúvida a falta do cabelo retira a feminilidade de nós mulheres e hoje, com a minha peruca, vou sair daqui mais feliz”, comenta a paciente.

E por falar em felicidade, a paciente Fabíola Neri, comenta a iniciativa sorridente. “Você joga o cabelo para o lado, joga para o outro. É perfeito! A sensação é a de ter o meu cabelo novamente, nem parece peruca. E também é interessante porque é gratuito. Muita gente não tem dinheiro para comprar uma peruca assim, porque custa em média R$ 4 mil. Sem dúvida que um presente desses, faz muita diferença e levanta muito a nossa autoestima”, reporta a paciente.

Por Rose Leoni/Naves Coelho

 

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