06 abr 2016

Posto de coleta de leite humano é revitalizado na Maternidade Hilda Brandão em BH

doação

Por: Assessoria de Comunicação Santa Casa. Crédito da foto: Almir Gomes/ GSCBH – Legenda: Equipe do posto de coleta e puérpera da unidade perinatal

O Posto de Coleta de Leite Humano da Maternidade Hilda Brandão SCBH foi revitalizado e a equipe multidisciplinar da Unidade Perinatal retomou, no mês de fevereiro, a campanha de incentivo à doação de leite materno. Em dois meses de funcionamento, foram repassados aos recém-nascidos cerca de 15 litros de leite ordenhado cru.

No local, as puérperas recebem o pote para coleta e são orientadas sobre as técnicas de ordenha, o pro­cesso de higienização das mãos e o uso de paramen­tação (máscara, gorro e luvas). Até o momento, grande parte do leite disponibilizado para os bebês foi doado por suas próprias mães, com exceção de alguns ca­sos especiais. Apesar de ser autorizada a presença da puérpera 24 horas na Unidade Neonatal, algumas não conseguem ficar o tempo todo. Daí a importância da ordenha e do armazenamento adequado do leite. Ao ser retirado, ele é encaminhado ao lactário – localizado no Posto de Coleta – onde é armazenado, ganhando aumento de durabilidade.

O objetivo principal desta campanha é coletar leite or­denhado cru para oferecer aos recém-nascidos interna­dos na Unidade Neonatal da Santa Casa BH. No entanto, a partir de abril a equipe multidisciplinar da Unidade Perinatal conscientizará também as puérperas sobre a importância de doar o seu leite para outras crianças. O material coletado será encaminhado para o Banco de Leite da Maternidade Odete Valadares, com o qual a Maternidade Hilda Brandão SCBH possui convênio. Lá ele passará por rigorosos exames e será pasteurizado e oferecido aos bebês que tiveram a amamentação interrompida. O aleitamento materno deve ter início na primeira hora de vida do bebê e os benefícios são inúmeros. O leite materno é um componente do fator de crescimento, um alimento completo e rico em imunoglobulina – que atua no sistema imunológico do bebê, pro­tegendo-o contra infecções. É o alimento ideal para ser recebido pelo recém-nascido, pois vem na temperatura certa, não tem custo financeiro e aumenta o vínculo da mãe com o filho.

Para saber mais informações sobre aleitamento materno e para doar leite humano, faça contato com o Posto de Coleta da Maternidade Hilda Brandão SCBH: (31) 3238-8334.

12 jan 2016

Atriz Nicole Puzzi denuncia nas redes sociais maus-tratos contra os animais no Mercado Central de BH

mercado central

Reprodução/Youtube

O Mercado Central de Belo Horizonte ainda não se “adaptou”  às novas regras para a exposição de cães, roedores, pássaros e outros animas domésticos em vitrines e gaiolas. A resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) entrou em vigor em 15 de janeiro de 2015.

A resolução prevê regras para a comercialização dos animais. Desde janeiro de 2015, os bichos podem ficar expostos, mas em ambiente livre de excesso de barulho, com luminosidade adequada, livre de poluição, em ambiente limpo e sem riscos de acidentes, os locais têm que ter espaço para movimentação. Os estabelecimentos e veterinários que não cumprirem os requisitos definidos na resolução estão sujeitos a multas.

Próximo de completar um ano de completo descaso, a atriz Nicole Puzzi publicou um vídeo em suas redes sociais mostrando que nada ainda foi feito em favor dos animais.  Cães, pássaros e roedores continuam confinados em espaços pequenos. O Mercado Central de Belo Horizonte continua o mesmo…  Nada ainda foi feito… Até quando??? Assista

28 out 2015

Onças ameaçadas de extinção fazem sucesso no Zoo de Belo Horizonte

Arquivado em Animais, Cidade
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Foto: Adriana Santos

Jonas e Janes fazem o maior sucesso entre os visitantes do Zoológico de Belo Horizonte. Os felinos fazem o tipo casal moderno. Cada um em um recinto. Assim ninguém fica estressado e o amor será eterno enquanto dure. Pessoal, fiquei realmente feliz em conhecer um pouco da história das onças-pintadas do Zoo. O convite partiu da própria administração do local por conta do meu blog Amiga da Onça-Pintada, um espaço onde divido notícias sobre o jaguar, símbolo da biodiversidade brasileira.

As onças estão ameaçadas de desaparecer nas próximas décadas se nada for feito de transparente, urgente e certeiro. Pelo fato da onça-pintada estar no topo da cadeia alimentar e necessitar de grandes áreas preservadas para sobreviver, esse animal – ao mesmo tempo temido e admirado – que habita o imaginário das pessoas é um indicador de qualidade ambiental. A ocorrência desses felinos em uma região indica que ele ainda oferece boas condições que permitam a sua sobrevivência.

As crescentes alterações ambientais provocadas pelo homem, assim como o desmatamento e a caça às presas silvestres e às próprias onças são as principais causas da diminuição da população de onças no Brasil. Reduzir essas ameaças é fundamental para garantir a sobrevivência da onça-pintada e a integridade dos ecossistemas.

A onça-pintada é o maior felino do continente americano, podendo chegar a 135 kg. É um animal robusto, com grande força muscular, sendo a potência de sua mordida considerada a maior dentre os felinos de todo o mundo. Suas presas naturais são animais silvestres como catetos, capivaras, jacarés, queixadas, veados e tatus. Outra característica marcante dessa espécie é que ela não mia como a maioria dos felinos. Assim como o Leão, o Tigre e o Leopardo, ela emite uma série de roncos muito fortes que são chamados de esturro.

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Foto: Adriana Santos

ALIMENTAÇÃO NO ZOO

Cada espécie animal tem uma alimentação bem diferente do que teria em vida livre. A dieta é elaborada por um nutricionista e existe uma cozinha específica para preparar os alimentos. Uma equipe prepara as bandejas que são fornecidas duas vezes ao dia à maioria dos animais. No caso das onças, são oferecidos alimentos balanceados três vezes por semana. Só para lembrar, se o felino estivesse no ambiente natural a alimentação também não seria diária.

As carnes (de boi, frango e peixe) são adquiridas em frigoríficos.

JONAS NA HORA DO ALMOÇO

EXPEDIÇÃO CORUJA

A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH) realiza, nas noites de lua cheia, o projeto Expedição Coruja. Por meio dele, o visitante tem a oportunidade de conhecer um pouco mais dos hábitos noturnos de alguns animais do Jardim Zoológico, como tigre, leões, onças, lobos, tamanduás-bandeira, alguns répteis, além do mascote do projeto, o corujão orelhudo.

A expedição tem o acompanhamento de técnicos, monitores e tratadores, que fornecem todas as informações necessárias sobre a vida em cativeiro, hábitos alimentares, curiosidades, cuidados para se manter a saúde e o bem-estar dos animais, e sobre como se dá o manejo de cada espécie.

A visita dura cerca de três horas e inclui um bate-papo, no auditório da Casa de Educação Ambiental. O valor do ingresso é: R$30,00 para crianças de 7 a 12 anos e R$40,00 para participantes acima de 12 anos.

Inscrições e informações: visitanoturnazoo@pbh.gov.br.

JANES AGUARDA CUIDADOS DO TRATADOR

DURANTE A VISITA/DICAS

Barulho: incomoda as pessoas e os animais; cuide para que sua visita ocorra de forma tranquila e agradável.

Alimentação dos animais: cada um tem sua dieta própria e quem pode alimentá-los são apenas os funcionários do Jardim Zoológico.

Vegetação: ajude a manter as plantas nos seus devidos lugares; a coleta de plantas, frutos e sementes não é permitida aos visitantes.

Lixo: deve ser jogado na lixeira. Há equipamentos para coleta seletiva; oriente-se para separar os materiais recicláveis do lanche.

Veículos: programe onde será o desembarque e o embarque para agilizar sua visita.

Informações: quando precisar saber mais sobre animais ou plantas, converse com os Agentes de Visitação; eles estão à sua disposição, próximos a alguns recintos e estufas temáticas.

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