11 jun 2018

Lançamento da Revista OVNI Pesquisa: um novo olhar sobre a Ufologia

Arquivado em Cidade, Comportamento, Ufologia

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Por: Sérgio Santana*

No decorrer da nossa trajetória no planeta Terra, nós, seres humanos, temos testemunhado, em variados locais e tempos históricos, a aparição de fenômenos para os quais não temos encontrado uma explicação razoável e definitiva dentro da nossa lógica.

Como consequência direta desta ausência de justificativa para tais fenômenos – que foram elevados ao patamar de uma ciência, a Ufologia – cujos relatos só têm aumentado na mesma proporção do avanço dos meios de comunicação, e em que pese o fato de que aqueles fenômenos levaram numerosos governos a instituírem órgãos investigativos acerca dos mesmos, catalogando e pesquisando as suas características e as circunstâncias em que ocorrem, há muito tempo a Ufologia tem sido objeto de publicações e “investigações” que só tem contribuído para aumentar a sua fama de “ciência fantástica”, atribuindo-lhe um caráter exótico que está a anos-luz da seriedade com que deva ser encarada.

É esta seriedade que a revista “OVNI Pesquisa” se propõe a resgatar e enaltecer, através de artigos escritos por especialistas nos temas atinentes à Ufologia (tais como observação em espaço aberto, objetos voadores e outros) de modo a não somente esclarecer esta ciência, mas igualmente a aproximá-la do público cada vez mais, assim permitindo que os fenômenos relacionados a ela deixem de ser considerados inacessíveis e passem a ser objeto de discussão ampla e natural.

Uma amostra inequívoca da sua seriedade reside no fato de que já na edição de estreia a “OVNI Pesquisa” traz, dentre outras matérias diferenciadas das que geralmente caracterizam o tema, uma entrevista com nada mais nada menos que o Coronel-Aviador da Força Aérea Brasileira na reserva Marcos Pontes, que entrou para a História nacional como o primeiro astronauta do Brasil. Um profissional da sua categoria, reconhecido internacionalmente, só tem a agregar à publicação e, obviamente, a sua participação acrescenta responsabilidade aos seus idealizadores, no sentido de se esforçar continuamente para desmistificar a Ufologia e proporcionar-lhe a devida importância.

Portanto, se a “OVNI Pesquisa” puder ser considerada como uma publicação que contribua para o início da mudança da visão que erroneamente se construiu sobre a Ufologia no Brasil, o seu corpo editorial e respectivos consultores começarão não apenas a sentirem-se recompensados na missão a que se propuseram, mas terão o redobrado a sua motivação em continuar buscando se aperfeiçoar cada vez mais no sentido de oferecer uma perspectiva da Ufologia à altura da sua relevância enquanto ciência, colocando-a ao alcance de todos.

*Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL); Pós-graduando em Engenharia de Manutenção Aeronáutica (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC-MG)

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06 jun 2018

Como as lentes de contato ou facetas podem ser aliadas da saúde bucal

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Todos sabem que um belo sorriso abre portas, seduz o mundo e promove a autoestima. No entanto, muitas pessoas escondem os dentes, por conta de alguma imperfeição, mas os recursos tecnológicos podem ser grandes aliados da saúde bucal. As lentes de contato ou facetas alemãs dentais, por exemplo, proporcionam um sorriso alinhado, saudável e bonito.

Segundo Dr. Paulo Coelho Andrade, mestre e especialista em implantodontia e pós-graduado em odontologia estética, a técnica é menos invasiva ao esmalte. O procedimento é rápido, indolor. As lentes ou facetas podem também melhorar os problemas como: bruxismo, desgaste de esmalte e sensibilidade dental. Outra vantagem é o fato de que outras áreas da saúde são beneficiadas, como por exemplo, a melhora da mastigação, amenizando prejuízos gástricos (refluxo e gastrite).

As facetas são escaneadas por um dentista com experiência em odontologia estética e produzidas em impressoras 3D.  Saiba mais com Dr. Paulo Coelho Andrade

05 jun 2018

Governo de Minas deve mais de 35,5 milhões para Santa Casa de BH

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde, SUS
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Juarez Rodrigues/EM/D.A.Press

O maior hospital filantrópico de Minas Gerais luta diariamente para equilibrar suas contas. A irregularidade nos repasses dos convênios por parte do Governo de Minas Gerais é um dos principais responsáveis por esse desajuste orçamentário. A dívida com o hospital é de R$ 35.416.852,07 (valor atualizado em 15/05) por conta de diversos convênios cujos repasses estão acumulados desde 2016. No dia 5/05, a Santa Casa BH foi comunicada oficialmente que deste total, R$ 8.096.262,09 deixarão de ser pagos por conta do decreto 47.101/2016, que decretou situação de calamidade financeira no estado e incapacidade de honrar com o custeio para manutenção dos serviços públicos.

Os recursos provenientes de convênios assinados em 2015 deixarão de ser investidos no atendimento às gestantes, recém-nascidos e crianças com problemas cardíacos que dependem do SUS. No convênio com a Maternidade Hilda Brandão, R$ 4.346.105,69 seriam utilizados para aquisição de equipamentos, mobiliários e materiais de consumo. Já o convênio que beneficiaria a Cirurgia Cardiovascular Pediátrica, no valor de R$ 3.700.208,40, seria destinado à aquisição de equipamentos, mobiliários, materiais de consumo, além da execução de obras e de reforma para ampliação dos leitos de UTI Pediátricos para pacientes da especialidade. Outro convênio, de R$ 49.948, seria para aquisição de cadeiras de rodas para banho.

O Diretor de Finanças, Recursos Humanos e Relações Institucionais do Grupo Santa Casa BH, Gonçalo de Abreu Barbosa, recebeu a notícia da rescisão dos convênios com muita preocupação: “precisamos que o governo pague a Santa Casa agora. Estamos sendo enrolados. O estado tem que cumprir com a sua obrigação e ajudar a população que depende do hospital. Contamos com esses convênios para colocar as nossas contas em dia. Muitas vezes precisamos contrair empréstimos bancários por conta desses atrasos e da defasagem nos valores pagos pelos procedimentos. Por conta disso, deixamos de investir em unidades estratégicas e de comprar materiais médicos e insumos”.

REFERÊNCIA NOS ATENDIMENTOS

De acordo com o DATASUS, a Santa Casa BH ocupa a 1ª posição em Belo Horizonte e em Minas Gerais na realização de cirurgia cardiovascular pediátrica, que inclui pacientes de até 17 anos. Na comparação nacional, está em segundo lugar. Os números são expressivos: em 2017, foram 259 procedimentos. Na Maternidade Hilda Brandão, foram realizados no mesmo período 3.650 partos, sendo 2.482 normais e 1.168 cesáreas, além de 16.057 consultas obstétricas. Já na UTI Neonatal, foram 589 atendimentos.

SOBRE O DÉFICIT DA SANTA CASA BH

Com 119 anos e 1.086 leitos destinados exclusivamente aos usuários do SUS, a instituição realiza cerca de 36,5 mil internações mensais. Dos 1.086 leitos, 126 estão fechados por falta de verba. O custo do leito da SCBH é o menor da capital mineira (R$ 23 mil). Ainda assim, há um grande déficit mensal (R$ 3,5 mil) a ser suportado pela instituição, causado pela diferença entre o custo real dos procedimentos e os valores constantes na tabela SUS. Fecha-se o mês negativo em mais de R$ 3,3 milhões. Por ano, o hospital realiza: cerca de 23 mil cirurgias, 22 mil sessões de quimioterapias, 250 transplantes e 51 mil sessões de radioterapias.

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