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Bento Rodrigues ◂ Saude do Meio
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25 nov 2015

Liga da Justiça soma forças com os voluntários da tragédia de Mariana

Arquivado em Direito Animal
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Reprodução/Facebook

Os heróis do Projeto Social Liga da Justiça, formado por policiais militares e por profissionais liberais, estiveram no galpão que abriga os animais resgatados na região atingida pelo rompimento da barragem, em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana, cidade histórica de Minas Gerais. O local conta com várias baias para equinos, caninos, felinos e aves, além de um pequeno hospital veterinário improvisado pelo projeto Veterinários Na Estrada (grupo de voluntários que percorre cidades do Brasil onde há carência de atendimento veterinário).

A iniciativa faz parte das várias ações voltadas às vítimas da tragédia. Os policiais, vestidos de heróis, participaram como voluntários. Eles doaram ração, ajudaram na limpeza do local, auxiliaram na alimentação dos animais, levaram os cães para passear e não esqueceram de demonstrar muito carinho para todos que sofreram diretamente ou indiretamente com o rompimento da barragem.

Segundo o sargento Daniel Xavier, fundador e líder do grupo, os passeios com os animais traumatizados são essenciais para reduzir o nível de estresse dos bichos. “Os animais estão extremamente estressados. Nota-se que eles estão muito assustados com o acontecimento. Durante nossa presença no abrigo, vivenciamos alguns momentos de muita emoção ao ver os donos de alguns cães reencontrando seus animais de estimação. Como muitas pessoas ainda estão hospedadas em hotéis, já que perderam tudo, muitos animais não têm previsão de voltar para casa”.

O sargento Daniel faz um apelo para que as doações continuem. “Quem puder doar ração, material veterinário ou até mesmo atuar como voluntário, o abrigo fica localizado na MG-129, Km 3, próximo a Porteira de Minas, sentido Mariana/Mineradoras. Para mais detalhes e informações como ajudar, entrar em contato com a brigadista Fernanda Falci. Ela está à disposição para qualquer dúvida:(31) 99732-7579. Quem optar por doar em Belo Horizonte, os produtos podem ser encaminhados à Cruz Vermelha, localizada na Alameda Ezequiel Dias, 427 – Santa Efigênia. Telefone:(31) 3239-4200. Desde o rompimento da barragem, temos mobilizado nossas doações para Mariana, através da Cruz Vermelha e do Servas. No entanto não esquecemos dos animais, tão vítimas dessa tragédia quanto as próprias pessoas que tiveram suas vidas impactadas”.

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18 nov 2015

OAB acionará responsáveis por tragédia de Mariana

Arquivado em Meio Ambiente, saúde
Mariana (MG) - Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Mariana (MG) – Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A OAB Nacional criou nesta terça-feira (17/11) uma comissão para visitar as barragens da cidade de Mariana, em Minas Gerais, e de outras localidades afetadas pelo desastre ambiental que tem sido noticiado nos últimos dias. O objetivo da comissão é reunir elementos para ajuizar ações judiciais contra os responsáveis e exigir que os governos e as empresas tomem providências preventivas contra a ampliação do desastre.

No dia 9 deste mês de novembro, os conselheiros federais da OAB Nacional já haviam aprovado, de forma unânime, uma moção de pesar pelas vítimas da tragédia. Na ocasião, o assunto também foi remetido à Comissão Nacional de Direito Ambiental da OAB Nacional, que deve elaborar um parecer para auxiliar o poder público na questão.

O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ressalta que a entidade está pronta a ajudar as vítimas e suas famílias. “É papel constitucional da nossa instituição estar ao lado da sociedade em momentos como este. Prestaremos apoio jurídico, como já faz a OAB de Minas Gerais, e nos colocamos à disposição das vítimas e município para colaborarmos dentro de nossas áreas de atuação”.

 

Fonte: OAB

17 nov 2015

Para os Krenak, o rio Doce é considerado um avó sábio

Arquivado em Uncategorized

Reprodução/Facebook

Para os Krenak, o rio Doce é considerado um avó sábio, chamado por eles de Uatu. Se para os brasileiros a tragédia provocada pelo rompimento das barragens na região de Mariana doí, não podemos imaginar a ferida aberta desse povo cuja história e vida se embrenha com a do rio.

O projeto Comunidade Espelho D´água  (Lei Murilo Mendes/Juiz de Fora/MG) publicou no Facebbok um fragmento de uma conversa, em agosto de 2014, com Aílton Krenak, principal líder do movimento indígena dos anos 70, sobre a relação dos Krenak com o rio Doce.

“Enquanto meu pai, meu avô, meus primos, olham aquela montanha e veem o humor da montanha e veem se ela está triste, feliz ou ameaçadora, e fazem cerimônia para a montanha, cantam para ela, cantam para o rio (…) o cientista olha o rio e calcula quantos megawatts ele vai produzir construindo uma hidrelétrica, uma barragem (…) Ali não tem música, a montanha não tem humor, e o rio não tem nome. É tudo coisa”, (Aílton Krenak)

Ailton Krenak nasceu no Vale do Rio Doce, Minas Gerais, em 1954. Com 17 anos Ailton migrou com seus parentes para o estado do Paraná. Alfabetizou-se aos 18 anos, tornando-se a seguir produtor gráfico e jornalista. Na década de 1980, passou a se dedicar exclusivamente à articulação do movimento indígena. Em 1987, no contexto das discussões da Assembleia Constituinte, Ailton Krenak foi autor de um gesto marcante, logo captado pela imprensa e que comoveu a opinião pública: pintou o rosto de preto com pasta de jenipapo enquanto discursava no plenário do Congresso Nacional, em sinal de luto pelo retrocesso na tramitação dos direitos indígenas. Em 1988, participou da fundação da União das Nações Indígenas (UNI), fórum intertribal interessado em estabelecer uma representação do movimento indígena em nível nacional, participando, em 1989, do movimento Aliança dos Povos da Floresta, que reunia povos indígenas e seringueiros em torno da proposta da criação das reservas extrativistas, visando a proteção da floresta e da população nativa que nela vive. Nos últimos anos, Ailton se recolheu de volta à Minas Gerais e mais perto do seu povo. Atualmente, está no Núcleo de Cultura Indígena, ONG que realiza desde 1998 o Festival de Dança e Cultura Indígena, idealizado e mantido por Ailton Krenak, na Serra do Cipó (MG), evento que visa promover o intercâmbio entre as diferentes etnias indígenas e delas com os não-índios.

Rio Doce para os KrenakToda nossa solidariedade aos Krenak, para quem o Uatu, que chamamos rio Doce, é seu avô, seu ancestral. Se para nós essa tragédia dói e entristece, não podemos imaginar a dor desse povo cuja história e vida se embrenha com a do rio.Nessa fragmento de uma linda conversa que tivemos com Aílton Krenak, em agosto de 2014, ele nos conta um pouco sobre a relação dos Krenak com esse rio.

Posted by Espelho D’água on Sexta, 13 de novembro de 2015

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