02 ago 2016

Saiba mais sobre o símbolo das Olimpíadas no Brasil e outros mascotes

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ginga

Divulgação

A onça-pintada foi escolhida como mascote da delegação brasileira nas Olimpíadas  pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ginga foi o nome escolhido para representar o maior felino das Américas, também conhecido como jaguar. É bom lembrar que os nossos atletas são feras e esperam a nossa torcida!

O símbolo da identidade do país sede é geralmente um animal representante da biodiversidade local. Quem não se lembra do urso Misha, mascote das Olimpíadas de Moscou (1980)? Um charme! (obs: pessoas com mais de 35 anos pelo menos). O tempo voa…

Misha foi usado extensivamente durante as cerimônias de abertura e encerramento, virou desenho animado e apareceu em diversos produtos. Atualmente, uma boa parte do merchandising dos Jogos é voltada para o uso dos mascotes, focando principalmente o público jovem.

Além da celebridade Misha, as Olimpíadas contou também com as presenças ilustres de cachorro (Munique 1972), Castor (Montreal 1976),  lobo (Sarajevo 1984), águia (Los Angeles 1984), dois ursos polares (Calgary 1988), tigre (Seul 1988), 4 corujas (Nagano 1998), Lebre americana, coiote e urso negro  (Salt Lake City 2002), peixe, panda gigante e andorinha (Pequim 2008), hibrido de urso, orca e urso-negro (Vancouver 2010).

A ONÇA

Símbolo da fauna brasileira, a onça-pintada está presente em quase todos os biomas do território nacional. Ameaçada de extinção, a espécie possui sua maior concentração na Amazônia, com cerca de 10 mil indivíduos.

No clima dos Jogos Olímpicos, o blog Saúde do Meio destaca algumas curiosidades do nosso felino, mas antes veja o vídeo da nossa fera.

A onça ou jaguar é o maior felino das Américas, animal ameaçado de extinção e presente praticamente no território brasileiro.

É o terceiro maior felino após o tigre e o leão, símbolo da fauna brasileira.

A onça é um indicador de qualidade ambiental pelo fato de estar no topo da cadeia alimentar e necessitar de grandes áreas preservadas para sobreviver.

Uma onça pintada pode saltar três metros em altura ou em distância sem precisar tomar impulso e pode cair de até quatro metros de altura sem se machucar. Trepa com facilidade em árvores, atravessa grandes rios a nado e é uma caçadora hábil e sagaz. Contra um caçador corajoso que tenha uma lança ou facão, a luta normalmente é equilibrada.

Caminha normalmente 2 a 5 km por dia, por vezes até 20 km. Perseguida, pode percorrer até 65 km numa só tarde. Costuma caçar no início da noite, dormir da meia-noite às 3 da madrugada e durante a manhã até o meio-dia.

A onça faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo maias, astecas, guaranis etc. Na mitologia maia, balam como era chamado o jaguar, era considerado como um animal sagrado. Em alguns mitos indígenas, o jaguar aparece como herói civilizador que dá o fogo e a tecelagem do algodão aos homens.

Para os astecas, o jaguar é uma expressão das forças internas da terra, simétrico à águia, que representa o céu e ambos patrocinam as duas grandes ordens de guerreiros.

Para os índios brasileiros simboliza a coragem.

É um animal inteligente, ágil e esperto.

A onça está presente na moda da brasileira. As mulheres elegeram a estampa com motivos da onça-pintada para o look verão e inverno. A moda oncinha está presente dos pés a cabeça, inclusive das crianças.

30 maio 2016

Alguém aí pode me ajudar a encontrar o amor?

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brasil

Reprodução

OPINIÃO

Acredito que uma boa parte dos leitores já teve a sensação de sair correndo pelas ruas e, em um determinado momento, uma voz interna finalmente questiona: afinal você pretende chegar onde? Ainda correndo, você responde: não sei, mas quero desesperadamente encontrar respostas. Alguém aí pode me ajudar a encontrar o amor?

Vivemos tempos conturbados na política, na economia, na saúde, na educação, na justiça, na mídia e nas relações sociais. Todos são suspeitos até que provem com justiça o contrário. Somos reféns da malandragem, da corrupção, do jeitinho brasileiro, da troca de favores, dos boatos, das opiniões sem noção, dos falsos profetas, dos apocalípticos, dos  missionários da mentira…

Já faz um tempo que não vejo os telejornais, em especial antes de dormir e evito as redes sociais. Confesso que melhorou muito o número de pesadelos que tenho com frequência. Mas as notícias perversas chegam pelo celular, pelos vizinhos, pelos amigos e até por desconhecidos.

O que vejo fere todos os meus princípios de democracia com doses generosas de humanidade. E mais, sinto uma vibração de ódio que contamina até os lares brasileiros. Ninguém se entende. Famílias são destruídas pelo desemprego, por opiniões contrárias sobre política…

Até uma pediatra se recusa a prestar atendimento médico por conta de preferências partidárias. Os considerados “Coxinhas” e  “Petralhas” se atacam publicamente de forma leviana e ridícula. Os ataques atingem não apenas os políticos envolvidos nos escândalos de corrupção. Como nos tempos bem antigos, toda família é condenada a forca. Achei uma estupidez tão grande de uma senhora que gritava palavras de  ódio ao filmar com um celular um momento de lazer do senador Aécio Neves com um dos filhos gêmeos no colo, em uma praia do Rio de Janeiro. Tudo é tão grotesco e poderia ter provocado uma tragédia.

Até aqueles políticos que se dizem cristãos mostram publicamente o que é intolerância. Pregam o ódio, esquecem o amor ensinado por Jesus. Muitos pontos que poderiam ser debatidos com prudência e respeito, levando em consideração os pensamentos de Cristo,  como: o aborto, a eutanásia, a família… são desperdiçados.

Toda noite, antes de dormir, elevo meu pensamento e vibro positivamente para que possamos limpar o Brasil. Eliminar o que não nos serve para nossa evolução, propor pensamentos criativos, beneficiar aqueles que realmente  trabalham, respeitar as escolhas individuais e não duvidar do Brasil… Que assim seja com muito amor.

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