03 out 2019

Pedido de remédio à base de canabidiol pode ser feito pela internet

Arquivado em Comportamento, saúde

Por Agência Brasil: Pacientes em tratamento de saúde a quem tenha sido receitado o uso de canabidiol podem solicitar a importação de produtos feitos à base da substância por meio de formulário eletrônico.

O novo guia de importação mediante prescrição de profissional de saúde legalmente habilitado deve ser preenchido no Portal gov.br, pelo paciente ou por um representante legal devidamente constituído.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o formulário eletrônico procura agilizar o atendimento às solicitações, eliminando etapas como a triagem dos processos instaurados manualmente. O simples preenchimento do documento disponibilizado no portal dá origem a um processo que pode ou não ser autorizado.

“Importante salientar que nada muda em relação ao passo a passo das solicitações. O que foi aprimorado foi o formulário para a realização de pedidos, além da adoção de uma nova porta de entrada para o requerimento”, explica a agência, em nota.

“As etapas do processo de pedido de análise de importação continuam as mesmas e incluem a necessidade de o paciente ter consultado um médico e obtido uma prescrição do medicamento. Depois disso, é preciso fazer um cadastro junto à Anvisa e solicitar a análise de importação. Após a avaliação técnica do pedido, o órgão autoriza a compra do medicamento, que é o que permite a importação pelo paciente.”

Além da recomendação médica, a autorização da Anvisa é requisito obrigatório para importar qualquer produto à base de canabidiol – substância química derivada da Cannabis sativa (a planta popularmente conhecida como maconha), que consta da lista de insumos sujeitos a controle prevista na Portaria nº 344, publicada pelo Ministério da Saúde em 1998.

Os critérios e procedimentos para importação, em caráter excepcional, de produtos feitos de canabidiol estão detalhados na Resolução nº 17, da Anvisa, de maio de 2015.

A resolução estabelece que a importação também pode ser intermediada por entidades hospitalares, unidade governamental ligada à área da saúde, operadora de plano de saúde ou entidade civil representativa de pacientes legalmente constituída, para o atendimento exclusivo e direcionado ao paciente previamente cadastrado na Anvisa. Nestes casos, o paciente deverá informar, ao se cadastrar no portal, os dados do responsável pela intermediação da importação.

Ainda de acordo com o texto, a importação de produtos à base de canabidiol em associação com outros canabinóides (dentre eles, o Tetrahidrocanabinol – THC, princípio ativo da planta da maconha, com propriedade alucinógena, e que exige controle, conforme preveem os acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário) elencados na resolução deve ser constituído de derivado vegetal; possuir teor de THC inferior ao de canabidiol; ser produzido e distribuído por estabelecimentos devidamente regularizados pelas autoridades competentes em seus países de origem e conter certificado de análise, com especificação e teor de canabidiol e THC, que atenda às exigências regulatórias das autoridades competentes em seus países de origem

30 set 2019

Mande seu nome para Marte

Desde criança, tenho interesse por assuntos além Terra, missões espaciais e vida extraterrestre. Já tive vontade de trabalhar na Nasa, agência espacial norte-americana, e conhecer de perto os segredos mais íntimos dos astronautas. Agora, já na maturidade estou perto de ir para outro planeta. Ainda não será de corpo e alma.  Quem sabe um dia, né? Por enquanto, apenas um nome no espaço.

Em julho de 2020, a Nasa  estará em missão para o envio de uma nova sonda. Na oportunidade, o foguete lançará ao espaço um chip com mais de 100 milhões de nomes de habitantes de várias nacionalidades, inclusive de mais de 150 mil brasileiros. Pessoal, fiquei tão entusiasmada com a notícia que registrei meu nome.

Os interessados em marcar presença em uma missão espacial, tem até hoje (30/09) para cadastrar o nome pelo site da Nasa e  participar da história das missões espaciais em torno do Sistema Solar. Após inserir os dados (nome, país e código postal), a pessoa recebe um passaporte para guardar de recordação, além de uma pontuação fictícia de passageiro frequente da Nasa.

O Laboratório de Microdispositivos do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL), na Califórnia, utilizará um feixe de elétrons para gravar os nomes em um texto menor que um milésimo da largura de um cabelo humano.

 

 

07 jun 2018

Voluntários realizam campanha para incentivar doação de medula óssea, em Betim

doação

A campanha Quinta do Bem, de incentivo a doação de medula óssea, está de volta ao Centro Administrativo João Paulo II. No próximo dia 14 de junho, a quarta edição será realizada na sede do governo municipal de Betim. A campanha é idealizada pela jornalista Flávia Freitas, em parceria com a Fundação Hemominas. Em Betim, as secretarias municipais de Saúde e Comunicação também apoiam a ação. O objetivo do evento é incentivar o cadastro para doação de medula óssea e ajudar a salvar vidas de pessoas em tratamento contra a leucemia.

Para participar, os interessados devem levar o documento de identidade. Qualquer cidadão com idade entre 18 e 55 pode se cadastrar como doador de medula óssea. Ao todo, 50 pessoas serão cadastradas no dia 14. Em seguida, os dados pessoais preenchidos no formulário, juntamente com 5 ml de sangue coletado (similar a coleta de exame de sangue normal), são encaminhados para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Voluntários da campanha serão responsáveis pelo preenchimento do formulário e será a Fundação Hemominas a responsável pela coleta da amostra de sangue. Os participantes serão convidados a usar lenço (homens) em apoio à causa.

Para o dia do cadastro está confirmada a presença da servidora pública da Procuradoria-Geral, Eliana Santos, doadora compatível, cadastrada na coleta para doação de medula óssea durante a campanha realizada na Prefeitura de Betim, em 2011. Ela realizou o transplante que salvou a vida de um paciente de leucemia morador de Natal, capital do Rio Grande do Norte, em 2015. Haverá também a distribuição dos exemplares da revista em quadrinhos “A Liga da Quinta do Bem”, criada pela Flávia Freitas, que é servidora da Secretaria de Saúde.

Doação

De acordo com o Ministério da Saúde, as chances de encontrar um doador compatível fora da família é de 1 em 100 mil voluntários. Havendo a compatibilidade genética, o Instituto Nacional do Câncer (Inca)/Ministério da Saúde, órgão responsável por manter os dados sigilosos, entra em contato com o doador para confirmar o interesse da doação. Confirmado o interesse, o doador é chamado para fazer exames complementares. Após a realização dos procedimentos, o transplante é agendado.

A doação é realizada em ambiente hospitalar, quando é coletada a medula óssea na região da bacia do doador – ele sentirá um pequeno incômodo passageiro. Para o leucêmico, o gesto de solidariedade representa a esperança de cura. O cadastro é feito nos hemocentros de todo o país. Em Minas Gerais, os interessados devem procurar a Hemominas.
Mais informações no site do Inca: www.inca.gov.br