12 jun 2018

Coletivo Narradores lança CD no II Encontro Internacional de Narração Artística

Arquivado em Cidade, Comportamento

Coletivo Narradores - Foto Divulgação Acervo Pessoal

No próximo sábado, às 21 horas, no Sesc Palladium (Teatro de Bolso), durante o II Encontro Internacional de Narração Artística, será o lançamento do Coletivo Narradores de Minas Gerais, grupo de 12 artistas da palavra – que compartilham pesquisas e criações artísticas para todas as idades.

O Coletivo foi criado em Belo Horizonte, a partir da vontade de compartilhar as narrativas orais nos espaços públicos e privados, como: praças, bares, cafés, feiras etc. Desde então o grupo tem desenvolvido seus projetos, participando de apresentações, oficinas, mostras, workshops. Esse encontro busca pesquisar e refletir sobre a potência da palavra em suas diferentes manifestações. Possibilita aos seus integrantes a experimentação em variados papéis no processo de construção dos diferentes espetáculos, tais como: direção, produção, registro fotográfico, arranjos musicais, dentre outros.

O Coletivo Narradores apresenta um processo de trabalho diferenciado no que diz respeito à arte e à cultura da narrativa. Participam do grupo: Alessandra Nogueira, Aline Cântia, Bárbara Amaral, Carlos Barbosa, Fernando Chagas, Gislayne Matos, Isaac Luiz, Juliana Daher, Nadja Calábria, Pâmela Machado, Rodrigo Teixeira e Samuel Medina.

II Encontro de Narração Artística

O II Encontro Internacional de Narração Artística é uma oportunidade, por meio da tradição oral, de valorizar e promover a escuta e a palavra. São cinco dias e cinco noites de uma programação intensa e gratuita – para todas as idades. As apresentações terão interpretação de Libras.

[PROGRAMAÇÃO] – 13 a 17 de junho

Abertura da CANDEIA

13/06 – quarta-feira
20:00 – Sesc Palladium (Grande Teatro)

Intervenção Artística: Sérgio Pererê – Cordel O milharal da vovó

Espetáculo: Era uma vez África – Boniface Ofogo (Camarões)
Público: geral

14/06 – quinta-feira
17:00 – Sesc Palladium (Palco do Grande Teatro)
Mesa: A Narração de Histórias como linguagem artística
Participantes: Regina Machado SP e Gislayne Matos BH
Mediadora: Júlia Grillo RJ

20:00 Sesc Palladium (Palco do Grande Teatro)
Espetáculo: Contos da Lua Nova – Regina Machado e Gabriel Levy (São Paulo)
Público: Adulto

15/06 – sexta-feira
10:00
Bate-papo com o grupo de contadores de histórias da Biblioteca Infantil e Juvenil de BH
Local: Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte

19:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso
Espetáculo: “A polpa e a semente e o desenho das histórias” – Júlia Grillo RJ

21:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Espetáculo: Foi Coisa de SACI – Josiane Geroldi SC
Público: Família

16/06 – Sábado
09:00 às 13:00 – Espaço Multiuso
Oficina: Contos e Lendas da África, com Boniface Ofogo (Camarões)
Duração: 04 horas

09:00 às 13:00 – Espaço Multiuso
Oficina: Contos de lugares distantes: estudos e práticas do narrar, com Giuliano Tierno SP
Duração: 04 horas
(Inscrições prévias)

14:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Evento: Bate papo com Ricardo Azevedo
Abertura: Contadores da Vila, da Escola Municipal Vila Fazendinha

16:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Mesa: Contador de histórias Contemporâneo, que profissional é esse?
Participantes: Giuliano Tierno SP e Boniface Ofogo (Camarões). Mediação: Josiane Geroldi

Intervenções Artísticas: Fernando Chagas (BH/RJ) e Bárbara Amaral

18:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Espetáculo: Histórias de muitos mundos com Emilie Andrade, SP
Público: Família

19:30 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Espetáculo: O buscador da verdade – Rosana Mont’ Alverne e Eduardo Flores MG

21:00 – Sesc Palladium (Teatro de Bolso)
Espetáculo: Lançamento do CD do Coletivo Narradores – MG

17/06 – domingo
10 ás 12:00 – Mostra Candeia no Rancho da Cultura
Rua José Vaz Pedrosa, 360 – Pompéu, Sabará-MG

12 fev 2018

Foliões de BH homenageiam os índios e elogiam a atuação da PM e da Guarda Municipal

Arquivado em Cidade, Comportamento

IMG_1829[1]

Resolvi dar um rolezinho  no carnaval mais esperado do Brasil em plena capital mineira. Então, desci Floresta e subi Bahia. Em todo trajeto, vi BH  lotada de gente criativa, diversa, festiva e disposta a curtir a folia sem perder a ternura jamais. É claro que o trânsito estava caótico, as ruas praticamente intransitáveis. Motoristas disputavam espaço com os foliões, mas sem maiores transtornos. “Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”.

Os ambulantes de bebidas praticavam o livre comércio. Bebi uma latinha de cerveja da mesma marca por seis e outra por cinco reais. Fiquei nas duas latinhas – ainda tinha muita coisa para aproveitar. Como amo BH!

Como sempre, aqui no horizonte de alegria, os foliões dos blocos de carnaval não perderam o humor, a piada e a oportunidade de enfatizar a importância do respeito ao outro. Afinal, o nosso carnaval renasceu da manifestação social e política. Não poderia ser diferente, né? O maior ato político é saber conviver com as diferenças.
IMG_1837[1]Encontrei até as figuras simpática de Jesus e do Capiroto! Brincadeiras de lado, o importante é entender de uma vez por todas que somos seres livres para escolher os nossos caminhos, mesmo que isso, às vezes, nos parece insuportável. IMG_1830[1]

E a tal polêmica das fantasias de índio? De acordo com um vídeo postado pelo site “Catraca Livre”,  sete fantasias não devem ser usadas no carnaval por serem preconceituosas ou machistas, uma delas é justamente a vestimentas dos índios. Só que aqui em “Belzonte”,  os foliões resolveram transformar preconceito em homenagem. O que você acha?

IMG_1838[1]


A fonte da beleza é a alegria! Como amo BH!

IMG_1839[1]

Para concluir, parabéns especial aos policiais da  Polícia Militar e aos agentes da Guarda Municipal.  Por todos os lados, eles e elas estavam para garantir a segurança dos foliões. Pedi informações para alguns deles, fui recebida com atenção e gentileza. Um deles pegou o celular para me passar uma informação. Nota 10.

IMG_1831[1]

Os foliões elogiaram a atuação da polícia, mas reclamaram do acesso ao transporte público. No entanto, ainda estamos na vantagem.

07 fev 2017

Câmara de Vereadores de Vespasiano não permite fotos e filmagens

Arquivado em Cidade, Comportamento, opinião

câmera2

As desigualdades do Brasil  são gigantescas e abrangem vários aspectos da vida social e política do cidadão, inclusive com relação ao acesso à informação por meio das novas tecnologias. Em um mesmo país, regido pelas mesmas leis, percebemos o contraditório por toda parte, do micro ao macro. Ás vezes é até difícil de acreditar, mas enquanto algumas escolas permitem que os alunos consultem livremente a internet na sala de aula, outras instituições de ensino proíbem o uso em qualquer situação.

No entanto o mais grave é presenciar a falta de entendimento de muitas instituições públicas do nosso país com relação ao acesso à informação, além de proibir que o cidadão utilize dos artefatos tecnológicos, como celulares e filmadoras, para compartilhar informações de interesse público nas redes sociais. E o pior, que os profissionais da imprensa tenham autorização prévia para fotografar ou filmar as reuniões públicas de parlamentares, o que fere a Lei da Transparência. Pois é o que acontece em Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Oito vereadores da Câmara Municipal realizaram na primeira reunião ordinária da instituição um requerimento pedindo a revogação da Resolução nº541/2009 que normatiza o uso de aparelhos de filmagens de fotografia nas dependências da Câmara Municipal de Vespasiano. Atualmente, não é permitido filmar ou fotografar sem prévia autorização, nem mesmo para fins jornalísticos. O mais dramático é presenciar a nova presidente da Câmara rejeitar o requerimento, pedindo um parecer jurídico sobre o documento.

A pergunta que fica no ar…  Que país é esse???

Página 1 de 3123