22 abr 2019

Colaboração e Sustentabilidade: Pilares do ramo de brechós

Arquivado em Cidade, Comportamento
Divulgação

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Um grupo formado por 14 mulheres, dentre elas professoras, advogadas, estilistas, modelos, e empresárias de outros segmentos, se reuniram em Ouro Preto para aprender a montar sua própria loja, no conceito faça você mesma. Elas saíram de diversas cidades mineiras e de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo e aprenderam a montar uma loja de luxo que demandaria um investimento de R$ 10 mil e ao final custou por apenas R$ 4 mil. Tudo isso em apenas dois dias.

A ação, ocorrida nos dias 13 e 14 de abril, fez parte do Workshop Montagem e execução de um brechó de luxo, realizado na Casa de Negócios da Moda, da empreendedora Maria Silva Gomes, popularmente conhecida como Nusa Maria. As empreendedoras aprenderam, por exemplo, a afixar papel de parede e laminado no chão, como instalar araras e pasmem como usar a furadeira.

Além de luxuosa, a loja construída carrega os conceitos que Nusa trabalha como sustentabilidade, reaproveitamento de materiais, contudo, a ideia principal da empreitada foi mostrar que a colaboração mutua e a sustentabilidade são pilares do ramo de brechós. “Quando estamos todos focados em um único objetivo conseguimos concluir muitos projetos com excelência e agilidade. Essa foi a proposta da nossa loja sustentável. Utilizamos 90% da estrutura de forma sustentável e ecologicamente correta”, explica a empreendedora. Em toda a loja, somente o piso e o tecido da parede não são sustentáveis.

Muito mais do que uma simples aula de faça você mesma, Nusa Maria ensinou como usar equipamentos com segurança e praticidade, detalhou como comprar todos os materiais incluindo preços e fornecedores e repassou regras de como usar o mobiliário numa loja. O Workshop foi completo e foi abordado ainda não só como escolher o melhor ponto, mas também como avaliar a vizinhança, e detalhes como segurança, estacionamento, iluminação, acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e com crianças não passaram despercebidos. As alunas aprenderam ainda como fazer um planejamento estratégico, construção da marca, estratégias de marketing, e como se diferenciar neste setor.

“Hoje eu tenho absoluta certeza que com tudo o que foi apreendido eu posso abrir com segurança uma loja física”, explica Sueli Onofre, que mora do Rio de Janeiro. Janaina Tereza de Freitas Campelo, proprietária do Brechó Atitude, localizado em Belo Horizonte, vai mais longe e afirma que não só vai reformar sua loja sozinha, mas o curso mudou sua concepção de negócio, no ramo de brechó. Ela percebeu que o ramo é muito mais colaborativo do que pensava. “Hoje depois dos conhecimentos adquiridos através do curso mudei totalmente minha visão, consigo me estabelecer no mercado Brechonistas com toda uma estrutura segmentada a nosso segmento, e entendi que unidos só os mais fortes”, afirma.

As alunas ficaram hospedadas na Casa de Negócios. O empreendimento foi inaugurado recentemente e está localizada na rua Vereador Paulo Elias, 153, bairro Bauxita, em Ouro Preto. A Casa conta com uma sala de estudos, equipada com equipamentos multimídia, mesa de estudos, sala para consultoria individual, três quartos confortáveis e isso sem contar a decoração, que não só carrega em sua arquitetura, o conceito de sustentabilidade, mas também parte essencial dos fundamentos da história de Ouro Preto, por isso mistura luxo e simplicidade ao mesmo tempo.

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27 jan 2019

Vlog: Instituições ambientais também devem priorizar o regate animal

Foto: Adriano Machado/EM

Foto: Adriano Machado/EM

Desde a tarde de sexta-feira (25/01), pouco depois do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, veterinários voluntários estão em Brumadinho aguardando liberação do Corpo de Bombeiros para tentar salvar animais atingidos pelo derramamento de rejeitos. Fiz uma reflexão sobre o assunto. Na minha opinião, as instituições envolvidas em tragédias ambientais devem priorizar o resgate de qualquer ser vivo, seja humano ou não humano, por meio de estratégias de salvamento. Confira:

23 jan 2019

Por que a relação médico-paciente parece tão distante?

Google

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Olá amigo! Olá amiga! Preciso de uma forcinha amiga! É simples e rápido! É só você preencher um pequeno questionário digital. O objetivo é nortear a produção de um artigo jornalístico sobre a relação médico-paciente. AQUI

Quando voltamos um pouquinho no tempo, temos a sensação que a relação entre o médico, o paciente e os seus familiares tinha bases mais sólidas, contribuindo para o sucesso do tratamento oferecido pelo profissional. Infelizmente, aquele médico da família, que acompanhava todos os seus integrantes ao longo da vida, não existe mais. Talvez alguns profissionais mais antigos e resistentes aos modismos de cada época ainda consigam estabelecer relações afetivas duradouras com seus pacientes.

Uma das hipótese para o “esfriamento” da relação médico-paciente seja o avanço da tecnologia dura, que proporciona notáveis benefícios ao diagnóstico precoce de várias doenças, salvando vidas. No entanto, ao mesmo tempo, as máquinas que promovem o prolongamento da vida distanciam as relações entre profissionais de saúde e pacientes ávidos por uma atenção diferenciada. Você concorda?

Gostaria de contar com a sua colaboração voluntária. Se puder compartilhar com os amigos, agradeço!

Gratidão,

Adriana Santos

Acesse o questionário RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE

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