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clima ◂ Saude do Meio
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27 set 2019

#ONU Natura ganha o prêmio mais importante de mudanças climáticas do mundo

A Natura é um dos ganhadores do prêmio 2019 UN Global Action Award. Concedida pela Organização das Nações Unidas (ONU), a premiação é considerada a mais importante de mudanças climáticas do mundo.  A empresa foi premiada na categoria Climate Neutral Now, que reconhece os esforços de indivíduos, empresas e governos que estão obtendo resultados reais na transição para a neutralidade climática.

“O prêmio reconhece uma jornada que a Natura tomou a decisão de trilhar, há mais de uma década, de se tornar uma empresa carbono neutro. O reconhecimento tem o poder de inspirar a adoção de ações também por outras empresas para que, no futuro, a emissão de carbono na atmosfera seja zero”, diz Keyvan Macedo, gerente de sustentabilidade.

A divulgação dos vencedores do UN Global Action Award ocorreu na na Semana do Clima de Nova Iorque, evento da ONU, na quinta-feira (26/0).  A Natura foi um dos 15 selecionados, dentre 670 projetos inscritos. Além disso, haverá reconhecimento às campeãs na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 25), em Santiago, no Chile, que acontece de 9 a 12 de dezembro.

O programa

Criado em 2007, o Programa Natura Carbono Neutro é baseado em três pilares: inventário de gases de efeito estufa (GEE) – que mede e registra todas as nossas emissões, desde a extração da matéria-prima até o descarte do produto pelo consumidor; compensação das emissões não evitadas por meio da compra de créditos de carbono de projetos certificados, e redução, que abrange nossas ações e processos para diminuí-las. Em 2013, foram reduzidos emissões relativas de GEE 33% em comparação com o ano de 2007. Segundo a empresa, a meta é seguir inovando para a redução chegar a zero em 2030.

“Temos como meta engajar toda nossa rede de Consultoras e Consultores de Beleza, colaboradores, parceiros e consumidores para o risco do aquecimento global, um problema que afeta toda a humanidade. Por isso, nossos projetos de redução são um desafio contínuo e agora queremos atingir novos compromissos”, conclui Macedo.

18 fev 2016

Cerca de um milhão de crianças desnutridas por grave seca na África, diz Unicef

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Imagem/Unicef

Cerca de um milhão de crianças na África Oriental e Austral sofrem de desnutrição aguda grave por causa da seca que atinge o continente e é provável que piore com o fenômeno climático El Niño – alerta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). “O fenômeno El Niño será reduzido, mas o impacto sobre as crianças será sentido por muitos anos”, avaliou Leila Gharagozloo-Pakkala, diretora-regional da Unicef para a África Oriental e Austral. “É uma situação sem precedentes e a sobrevivência das crianças depende das ações tomadas agora”, acrescenta.

A desnutrição aguda severa é caracterizada por uma perda de peso muito significativa e é responsável pela maioria das mortes de crianças menores de cinco anos no mundo, de acordo com Fundo das Nações Unidas. Há dois anos o volume de chuvas está abaixo da média e as colheitas são escassas nessas regiões da África. Como resultado, os preços das matérias-primas aumentar e os habitantes tiveram a alimentação reduzida. As crianças estão em maior risco de morrer de fome e de doenças, segundo a Unicef. Lesoto, Zimbábue e várias províncias sul-africanas já estão em estado de catástrofe natural.

A ONU estima que 14 milhões de pessoas podem ficar sem alimento em 2016 no sul da África por conta das escassas colheitas do ano anterior e da seca extrema. No Malauí, por exemplo, 2,8 milhões de pessoas estão ameaçadas pela fome. Na África Oriental, a Etiópia é particularmente atingida pela tragédia com 18 milhões de pessoas que necessitarão de ajuda alimentar antes do final do ano, segundo a Unicef. Para a organização, o país precisa de 87 milhões de dólares em doações. Segundo o escritório da ONU pata a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), as comunidades afetadas pelo fenômeno do El Niño necessitarão de dois anos para se recuperar desta grave seca.

O fenômeno El Niño, corrente equatorial quente do Pacífico, reaparece a cada cinco ou sete anos e conheceu este ano uma forte intensidade. Causou graves secas em certas áreas e inundações em outras. A estação de chuvas, correspondente ao verão no hemisfério sul, termina tradicionalmente em abril para dar início a cerca de cinco meses de estação seca, o que poderia piorar a situação até o final de 2016.

16 jun 2015

Temperatura do planeta pode aumentar 4,3 graus até fim do século

Arquivado em Saúde & Meio Ambiente

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A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou (15/06) que a temperatura do planeta pode subir 4,3 graus até o fim do século XXI e pediu aos países medidas mais audaciosas na redução das emissões de gases com efeito de estufa.

Num relatório publicado antes da conferência do clima, em dezembro, em Paris, a AIE disse que podia ser feito mais para alcançar a meta de manter a média da temperatura global abaixo dos dois graus centígrados. Os compromissos atuais “terão um impato positivo nas tendências energéticas futuras, mas ficarão aquém da necessária correção para respeitar o objetivo dos dois graus”, indica o relatório, apresentado em Londres.

O estudo aponta que será registado um aumento médio da temperatura global em cerca de 2,6º até 2100, defendendo que o aumento pode subir até aos 4,3º nos países do hemisfério norte.

“O setor energético deve desempenhar um papel crítico para que os esforços na redução das emissões dos gases com efeito de estufa tenham êxito. A produção e a utilização de energia representam dois terços das emissões mundiais de gases com efeito de estufa” (GEE), disse a diretora executiva da AIE, Marie van der Hoeven.

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