17 jun 2019

BH recebe o maior complexo de saúde de Minas Gerais

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Inspirado nos mais modernos e completos medical centers do mundo, o Medplex é  um espaço de referência desenvolvido com o intuito de oferecer uma estrutura inteligente aos profissionais de saúde. Com projeto inovador e diferenciado na capital mineira, localizado no bairro Santo Agostinho, a iniciativa permite que médicos, dentistas e outros profissionais da área exerçam suas atividades sem necessidade de reformas ou ajustes estruturais, já que todo o projeto foi pensado para atender a área médica de forma específica. Além do espaço para consultas particulares de cada profissional, o complexo também conta com salas de reunião e auditório. O projeto arquitetônico é assinado pelo renomado escritório Farkasvölgyi Arquitetura.

Construído em um terreno de 4.536m², que ocupa um quarteirão inteiro, o Complexo de Saúde conta com 136 consultórios e clínicas de 27 a 1.002m², 11 lojas com tamanhos que variam de 71m² a 241m², com estacionamento nas portas e 382 vagas no sistema rotativo com manobristas. “É um empreendimento exclusivo, com projeto único, que oferece aos profissionais da área o que há de melhor e mais avançado no segmento”, comenta Lucas Couto, diretor comercial e de marketing da Patrimar.

Mais do que um complexo equipado e preparado para receber profissionais e pacientes, o Medplex oferece um conceito moderno e eficiente que irá melhorar ainda mais o serviço de saúde e cuidados básicos na capital mineira, localizado em uma área privilegiada, próximo aos principais prestadores de serviços na área da saúde, dentre eles cinco dos mais importantes hospitais da cidade.

No espaço, médicos e pacientes terão garantida a tranquilidade e segurança para a realização de consultas e exames. O acesso aos consultórios e áreas de serviço é controlado por catracas, com a identificação dos visitantes na portaria, garantindo a segurança de todos que circulam pelo complexo. Além disso, o acesso pelas garagens é feito através de elevadores de baldeação.

O complexo disponibiliza ainda uma equipe de profissionais para prestar serviços exclusivos para facilitar o dia a dia. Concierge e serviço de manobrista estão inclusos no condomínio. Os serviços pay-per-use (cobrados conforme utilização) incluem limpeza geral das unidades, atendimento de recepcionistas e auxiliar de enfermagem, suporte de informática (para pequenos reparos de software e hardware), motoboy e serviços de eletricista, hidráulico e chaveiro.

10 jun 2019

Natura é a marca mais lembrada em estudo sobre empoderamento feminino

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O que uma marca de beleza pode fazer por uma mulher? Pode mostrar para o mundo toda a força e a beleza que toda mulher tem. Comprometidos com essa causa de impacto social, que reflete os tempos atuais, a Natura foi a marca mais citada entre as empresas que levantam a bandeira do empoderamento feminino, em um levantamento recém-realizado pela empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa MindMiners.

O estudo intitulado “A importância de falar sobre empoderamento feminino” tinha como principal objetivo identificar se o termo e seus desdobramentos referentes a questões vividas atualmente pelas mulheres se tornaram efetivamente conhecidas pela sociedade. Liderado por Katlyn Mallet, analista de comunicação, ele contou com a participação de 640 mulheres e 360 homens do país.

Representatividade e empoderamento

Entre os dados divulgados, a representatividade foi um dos tópicos mais significativos, já que para 64,8% das participantes é inspirador ver figuras femininas em cenários sociais (como em cargos de liderança ou na política). Por outro lado, elas chamaram atenção para o fato de mulheres gordas, negras e idosas serem as menos representadas pela mídia.

Quando o assunto foi empoderamento feminino, 41% das entrevistadas afirmaram conhecer marcas que levantam essa bandeira. Entre as cinco destacadas, fomos a mais citada.

Padrões de beleza também apareceu entre os temas abordados pela pesquisa. Enquanto 87% das mulheres já ouviram comentários sobre aparência que incomodaram ou magoaram, 35% dos homens ainda acreditam que as mulheres precisam ser “femininas e delicadas”.

Profissão para homem e para mulher

À medida que a pesquisa foi direcionada para o ambiente de trabalho, o que se observou foi um cenário ainda pautado por estereótipos de gênero. Cerca de 65% das mulheres e 66% dos homens acreditam existir profissões definidas para homens e para mulheres. Segundo Katlyn, em entrevista ao site Propmark, isso se deve a definições de gênero definidas desde a infância, na escolha dos brinquedos para meninos e meninas. “Isso constrói uma ideia de profissões que elas acreditam que devam seguir”, explicou.

07 maio 2019

O amor incondicional de uma mãe é a bússola de todas as relações

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A maternidade não é uma etapa na vida de uma mulher, mas um processo desafiador do desenvolvimento humano. Somos co-responsáveis por uma vida. Ninguém nasce sabendo todos os códigos de um bom relacionamento entre mães e filhos. Somos aprendizes de um mundo muitas vezes caótico. No entanto, o amor incondicional de uma mãe é a bússola de todas as relações. E as mães amam demais.

Sou mãe de um adolescente lindo de 17 anos. Confesso que a maternidade é um exercício diário de sabedoria. E quanto mais sabedoria, mais humildade e menos conflitos. O problema é domar o coração aflito de uma mãe. É difícil não cair na tentação da superproteção materna. Somos latinas de sangue quente. Quanto o assunto é a felicidade dos nossos filhos, nos transformamos em onças-pintadas prontas para atacar qualquer um que diga o contrário.

As mães são adoráveis, mas nem tanto… Somos mulheres comuns e cheias de sonhos, muitas vezes incompatíveis com a maternidade “ideal”. Mas o que é ser uma verdadeira mãe? Existe a mãe perfeita?

Conversei com a psicóloga Paula Ramos Pimenta, professora do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, sobre os desafios da maternidade. Confira:

Adriana Santos: A maternidade perfeita é um mito?

Paula Pimenta: Sim, é um mito. É impossível dizer de perfeição no que se refere às relações humanas. Mesmo que a mulher já tenha passado pela experiência de ser mãe (e imperfeita, claro), o novo filho que chega é sempre “inédito”, com temperamento e personalidades próprios, e que vai interpretar de um modo bem singular o que vem da mãe ( ou do pai ou dos demais à sua volta). Ou seja, não há previsibilidade, mas sim descobertas no momento mesmo do exercício da maternidade.

Houve uma autora em psicologia, Melanie Klein, que dizia da “mãe boa”; na mesma época, um pediatra que se interessou pelo assunto, Winnicott, afirmou não existirem mães boas, apenas as “suficientemente boas”, demarcando a incompletude do exercício da maternidade, ao lado das boas intenções e dos acertos das ações e das interpretações do que se passa com o filho.

Ultimamente, varias mães aproveitam as redes sociais para desabafar com relação às angústias da maternidade. O que a sociedade atual espera das mães?

Um certo nicho da sociedade, esse que trata do sucesso em qualquer área de atuação do sujeito, sob a concepção neoliberal que dá ênfase às ações individuais e suas consequências, pode vir a causar uma pressão nas mulheres que se tornam mães, que acreditariam na maternidade perfeita ou quase.

Mas garanto que todas as mulheres que são mães sabem, no fundo, que isso não existe.

Quais as vantagens e desvantagens emocionais de uma maternidade “tardia”?

As vantagens seriam um desejo grande de ter filhos, que supostamente a levou a tê-los em idade não tão comum, o que propicia um investimento afetivo genuíno nessa relação.

As desvantagens podem ser pensadas como consequência da vantagem: o risco de uma postura de superproteção, avançando sobre e tolhendo a individualidade e a autonomia do filho. Outra desvantagem é a indisponibilidade física que a idade mais adiantada comporta.

Na sua avaliação, é mais fácil ser mãe nos tempos atuais?

Nunca é fácil ser mãe, em nenhum tempo. Mas os tempos atuais trazem situações desestabilizadoras ao exercício da maternidade, porque novas. Gerenciar o uso dos tablets por parte dos filhos tem sido uma questão para as mães; elas se perguntam até que ponto ele pode ser nocivo e não um auxílio ao desenvolvimento.

Ainda no campo dos eletrônicos, os grupos de mães do WatsApp também se mostram com aspectos bons e ruins. Enquanto permitem a troca de experiências com as soluções que cada uma foi encontrando para as diversas situações que surgem, e que podem servir à outra, são positivos. Mas a diversidade de experiências e de conselhos do tipo “faça assim”, leva às mães à exasperação e ao sentimento de incapacidade, ao perceber que não está conseguindo solucionar seu problema (qualquer que seja ele) e as demais conseguem.

Sob essa via, os grupos de WatsApp de mães devem ser usados com parcimônia e com senso crítico. Porque uma mãe deve, sempre, acreditar na sua intuição (que é um saber que não se sabia que tinha) para se guiar no trato com os filhos, e não ficar perdida dentre o saber das outras (que serviu a elas, mas pode não ser o melhor para a primeira mãe).

Quais as principais angústias de mães, conforme a faixa etária do filho: bebê, criança, adolescente e adulto?

Este é o assunto de um curso inteiro que dou, portanto serei bem sucinta:

Com o bebê, a sua sobrevivência. Ler os sinais que demonstra, saber cuidar das doenças sem se desesperar.

Com a criança, a pergunta sobre o que fazer, quais escolhas ter para lhe dar um desenvolvimento pleno e feliz.

Com o adolescente, conseguir estar a seu lado para acompanhá-lo nos caminhos que vai descobrindo por meio de sua autonomia, sem, no entanto, atravancá-lo nessa descoberta, permitindo-lhe “ir”.

Com o adulto, o olhar de respeito e de preocupação sobre as responsabilidades que o filho passa a ter e que deve conseguir manter e encaminhá-las bem.

Mãe é padecer no paraíso?

Sim. É a felicidade de gerar e cuidar de uma nova vida (o paraíso) que lhe encanta a cada dia, ao lado das dúvidas e dificuldades que o cotidiano desse cuidado apresenta (o padecimento).

Por que mãe não relaxa nunca?

Porque ela toma pra si a responsabilidade pelos cuidados dessa vida que ela pôs no mundo. Mas tem aquelas que relaxam mais que outras.

Como evitar a superproteção com relação aos filhos?

Saber que, apesar de você tê-los feito, de que existem por sua causa, eles são pessoas únicas e autônomas, independentes de você! Esse é o paradoxo de ser mãe e o mais difícil para as superprotetoras, que, na melhor das intenções, acreditam continuarem responsáveis por cada passo do filho, quando, na verdade, não é mais necessário.

Como ser uma mãe saudável emocionalmente?

Saber disso acima. Assim conseguirá lidar com a separação (necessária) do filho que ela mesma gerou.

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