14 abr 2021

  O que faz um fisioterapeuta? Conheça mais sobre essa profissão

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Crédito:
Ryutaro Tsukata

O atendimento fisioterapeuta é bastante amplo e permite que os profissionais se aperfeiçoem até para trabalhar em UTI. Responder então “o que faz um fisioterapeuta” não é para qualquer pessoa, já que existem incontáveis formas de atuar no mercado de trabalho e tecer essa carreira.

Se um paciente está tratando das sequelas que a pandemia Covid-19 deixou em sua vida, o profissional de fisioterapia pode ajudar nessa terapêutica atuando com atendimento de emergência nas unidades intensivas ou até mesmo com a fisioterapia respiratória.

Por isso, neste artigo vamos falar detalhadamente sobre o que faz um fisioterapeuta, além da média de salário desses profissionais, o que eles podem ou não fazer durante o atendimento, além de como se tornar um atuante nessa área.
Se você ficou interessado e está a fim de ingressar e/ou se especializar em áreas da fisioterapia, continue aqui e acompanhe o nosso artigo! Boa leitura.

Afinal, o que faz um fisioterapeuta?

Trabalhar como fisioterapeuta permite que uma pessoa atue em diferentes áreas da saúde. O seu foco principal é atender pacientes com problemas fisioterapêuticos, que passaram antes pela avaliação de um médico ortopedista.
Uma pessoa que sofreu um acidente e precisa recuperar os movimentos do pé, por exemplo, passa pelas mãos do fisioterapeuta para que ele trate desse problema e ajude a recuperar os passos.

A atuação pode ser em clínicas, à domicílio ou até mesmo em atendimentos de emergência de hospitais, UTIs e outros setores de cuidado com o bem-estar do paciente. Sobre a especialização, o profissional pode trabalhar com fisioterapia desportiva, fisioterapia cardiorrespiratória, fisioterapia da segurança do trabalho e outras inúmeras intervenções. Ou seja, quando uma pessoa perguntar “o que é um fisioterapeuta”, saiba que este profissional não se encaixa somente a uma atuação e que pode trabalhar com diferentes casos clínicos, sempre em busca de recuperar a saúde dos pacientes.

Qual é o salário de um fisioterapeuta?

O salário de quem trabalha com fisioterapia varia de acordo com o tempo de experiência e com as especializações do profissional. Quanto mais cursos e aperfeiçoamentos ele tiver, maior será a sua média salarial no mercado de trabalho.

Porém, estima-se que profissionais atuantes nessa área começam ganhando em torno de R $2.000,00. Em relação a algumas atuações mais específicas, como fisioterapia cardiorrespiratória e fisioterapia de UTI, muito provavelmente o salário é maior e destaca-se entre as outras especializações.

É importante lembrar que esta é apenas uma média. Se você está interessado em investir nesse ramo, busque saber em sites de vagas de emprego quais os salários mais ofertados e como profissionais com mais conhecimentos possuem uma renda mais alta.

Divulgação

O que o fisioterapeuta pode e não pode fazer?

É preciso destacar alguns pontos importantes em relação a essa profissão. Muitas pessoas, quando perguntam o que faz um fisioterapeuta, confundem com a atuação dos médicos ortopedistas.

Mesmo que estes dois profissionais possam trabalhar juntos, o serviço que eles fazem é totalmente diferente. O médico ortopedista dá o laudo sobre o que o paciente tem e o fisioterapeuta que realiza o tratamento intensivo para cuidar do problema.

Ou seja, o fisioterapeuta não tem permissão para dar diagnósticos sobre a saúde de uma pessoa. O que ele pode, no máximo, é dizer quando o paciente está melhor e deve voltar ao ortopedista para saber se pode ter alta do procedimento fisioterapêutico.

Como se tornar um fisioterapeuta?

Para se tornar um fisioterapeuta é preciso passar por algumas etapas de formação. A área da saúde exige esse cuidado por parte dos profissionais, já que eles lidam com o bem-estar da população e necessitam de conhecimentos mais aprofundados em relação a possíveis doenças que possam vir acometer uma pessoa.

Com outros ramos que trabalham na saúde também é preciso se ater à formação e dedicar alguns anos de estudo até conseguir um certificado que comprove a atuação na área. Essa é uma prática exigida para que o profissional atue em prol dos cuidados da população.

Por isso, para atuar nesse ramo você precisa antes se formar em:
>> Aproveite e veja o  artigo sobre Aromaterapia: saiba como fazer e conheça 3 principais óleos.
Graduação

Em primeiro lugar, antes de procurar saber o que faz um fisioterapeuta, você precisa entender que é necessário fazer uma graduação para trabalhar nessa área. Existem diversas universidades públicas e privadas no país que oferecem esse curso e que formam pessoas para esse ramo.

Especialização

Além disso, o profissional fisioterapeuta já formado pode se especializar e atuar em outras áreas do atendimento clínico. Isso permite que ele consiga trabalhar em ramos mais específicos e que até mesmo tenha um aumento considerável no seu salário.

Cursos de aperfeiçoamento

Os cursos de aperfeiçoamento também ajudam na atuação do fisioterapeuta. Porém, o foco aqui é de que o profissional otimize as funções e consiga ser um destaque no mercado de trabalho. Se ele trabalha com atendimento cardiorrespiratório, pode procurar cursos com técnicas mais avançadas e que ajudem-o a trabalhar melhor.

Conclusão

Ou seja, concluímos que responder o que faz um fisioterapeuta não é tão simples como parece. Apesar de muitas pessoas confundirem essa profissão com os médicos ortopedistas ou até mesmo com massagistas, a fisioterapia possui a sua própria ciência e procura levar o bem-estar para pessoas que sofrem de problemas fisioterapêuticos.
Para atuar na área é preciso ter graduação e investir em cursos que profissionalizem ainda mais o fisioterapeuta. Quanto mais especializado ele estiver, maiores são as chances de crescer no mercado de trabalho e conquistar salários fenomenais.

26 mar 2021

Livro digital gratuito ajuda crianças no enfrentamento da COVID-19

Por Opas/Brasil Já está disponível para download a versão em português do livro infantil “My Hero is You” (“Meu herói é você”), concebido pela roteirista e ilustradora Helen Patuck em 2020 para ajudar crianças de todo o mundo a lidarem com a pandemia de COVID-19. A obra é voltada principalmente para crianças de 6 a 11 anos de idade. O lançamento para o público brasileiro é resultado de uma parceria entre a Rede Internacional de Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergência Humanitárias (MHPSS.net) e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

A história, cheia de aventuras e conhecimento, tem como principais personagens Ário e Sara – uma criatura fantástica e uma menina que viajam juntos pelo mundo em busca de respostas sobre a COVID-19. A narrativa mostra às crianças como podem se proteger e proteger quem amam do coronavírus e como é possível lidar com emoções difíceis quando se enfrenta uma nova realidade que muda rapidamente.

Traduzida para mais de 135 idiomas, a publicação é fruto de um projeto do Comitê Permanente Interagências (IASC) para a Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergências Humanitárias, uma colaboração de mais de 50 organizações internacionais que trabalham em crises humanitárias, incluindo agências da ONU como OMS, UNICEF e ACNUR, e outras agências humanitárias internacionais, como a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, Médicos Sem Fronteiras e Save the Children.

Durante os estágios iniciais da construção do livro, mais de 1.700 crianças, pais, cuidadores e professores de todo o mundo compartilharam informações sobre como estavam lidando com a pandemia. A contribuição garantiu que a história e suas mensagens pudessem alcançar crianças de diferentes origens e continentes.

Em junho de 2020, a Rede MHPSS.net e a OPAS/OMS disponibilizaram um videobook no qual a atriz brasileira Carol Castro, que já atuou em mais de 20 novelas/programas de televisão e em 11 filmes, interpreta “Meu herói é você” direto de casa.

Guia – O guia Ações para Heróis foi desenvolvido pelo Grupo de Referência sobre Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergências Humanitárias do IASC para acompanhamento da leitura de “Meu herói é você” junto às crianças.

A publicação orienta como ter conversas de “coração para coração” com crianças, ensinando-as a lidar com os estressores e as mudanças relacionadas com a COVID-19. Explica aos adultos como podem criar espaços seguros para que as crianças partilhem abertamente os sentimentos sobre o coronavírus, incluindo medos, preocupações e frustrações inerentes às mudanças do dia a dia. Também orienta adultos sobre como podem promover ações positivas que as crianças possam adotar para se protegerem e protegerem outras pessoas.

Para baixar o livro “Meu herói é você”, clique aqui.

Para baixar o guia Ações para Heróis, clique aqui.

17 mar 2021

Covid: Hidratação e treinamento ajudam na recuperação do olfato

Arquivado em Comportamento, saúde

Foto Shutterstock 

#covid19 De acordo com uma pesquisa publicada, (5/01/2021), no Journal of Internal Medicine, cerca de 86% dos pacientes que tiveram covid-19 leve apresentaram perda de olfato. O comprometimento na capacidade de sentir cheiros não é apenas um dos fatores para o diagnóstico precoce da covid-19, mas, também: sintoma de várias doenças, processo de envelhecimento e traumas na região da cabeça.

Entrevistei o Dr. Emerson Rodrigo Santos, otorrinolaringologista do Hospital Felício Rocho, sobre a importância da saúde do nosso olfato, em especial, em tempos de pandemia.

Adriana Santos: O que é o olfato?

É a capacidade de captar odores através do sistema olfatório, ou seja, capacidade de sentir cheiros do ambiente com o nariz. Sua ausência total chama-se anosmia e sua diminuição, hiposmia.

É verdade que a perda do olfato é um dos sintomas da covid-19?

Sim, é verdade. A alteração do olfato quando associado a um quadro sugestivo de processo inflamatório agudo das vias aéreas, com pouca ou nenhuma coriza e sem congestão nasal significativa, é altamente sugestivo de que seja Covid-19 nesse momento de pandemia. Entretanto, a alteração do olfato não foi observada em todos os pacientes com diagnóstico da covid-19.

Dr. Emerson Rodrigo Santos: Por que algumas pessoas perdem a capacidade de identificar cheiros com o envelhecimento?

A presbiosmia, alteração do olfato observado no envelhecimento, ocorre devido um processo degenerativo do epitélio olfatório, interferindo na sua capacidade de regeneração e consequente substituição das células especializadas na detecção das partículas odoríferas por células do epitélio respiratório.

Atrofia da área olfativa no sistema nervoso central também influenciam tal alteração. Soma-se a isso o uso de diversas medicações para controle de doenças crônicas que influenciarão de forma negativa na capacidade olfatória do idoso.

Quais as doenças podem prejudicar o olfato?

Várias. Dentre elas as mais comuns relacionam-se às doenças nasais crônicas como rinossinusites crônicas, polipose nasossinusal, rinite alérgica. Doenças infecciosas agudas das vias aéreas, como resfriados, ocupam importante causa também.

Observamos ainda em traumas envolvendo impacto na cabeça, Parkinson, Alzheimer, Esclerose múltipla, Diabetes, doenças hepáticas, doenças psiquiátricas, entre outras. Pode estar relacionado ainda ao uso de drogas, gestação ou desnutrição.

Qual o melhor tratamento?

Não há um consenso em relação ao tratamento clínico para a Covid-19. Aconselhamos que, para casos suspeitos, o isolamento e as medidas para se prevenir a dispersão do vírus e contaminação de outras pessoas devem ser adotadas a todo custo. Para pacientes pouco sintomáticos, que representam a maioria dos casos, o tratamento é direcionado para controle de sintomas como febre, mal-estar, diarreia, devendo-se manter a hidratação e irrigação nasal com soro fisiológico.

Os quadros com sintomatologia mais relevante, dando atenção especial à falta de ar, devem ser acompanhados por profissionais de saúde em centros estruturados como o pronto atendimento, para que se adotem as medidas clínicas recomendadas no intuito de ajudar o paciente em sua recuperação. A vacinação trás um grande potencial de controle dos casos da covid-19 mundialmente .

Dicas para manter o olfato saudável

A mucosa nasal saudável é essencial para o bom funcionamento do sentido olfatório. Cuidados como hidratação e uso de soro fisiológico são sempre recomendados. A inalação ou aplicação nasal de substâncias que irritam a mucosa nasal podem causar alterações significativas no funcionamento desse epitélio. A avaliação regular pelo otorrinolaringologista, no intuito de se diagnosticar e tratar doenças crônicas que possam prejudicar essa função nasal ou o fluxo respiratório, são aconselhadas nesse sentido.

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