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criança ◂ Saude do Meio
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17 maio 2019

Aprenda a cuidar de recém-nascidos e crianças na Santa Casa de BH

Arquivado em acolhimento, cursos

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Estão abertas as inscrições para o curso de Cuidador de Recém-nascidos e Crianças, oferecido pela Santa Casa BH Ensino e Pesquisa. A capacitação tem início em 15 de junho e prepara os alunos para aplicação de cuidados específicos em cada fase do desenvolvimento da criança, além de apresentar as situações emergenciais e possíveis intercorrências no processo de cuidar, com reconhecimento dos sinais de danos, riscos e gravidade. O requisito para participar é ter idade a partir de 18 anos. O curso tem 40 horas de duração (5 sábados, das 8 às 17 horas). O investimento é de R$ 80 (matrícula) e duas parcelas de R$ 135. As inscrições devem ser feitas no site santacasabh.org.br/ver/iep. Informações: (31) 3238-8704 | (31) 3238-8601 | (31) 3238-8672

02 maio 2019

Santa Casa de BH participa de mutirão nacional de cirurgia da criança

Arquivado em criança, saúde

cirurgia
O maior hospital filantrópico de Minas Gerais participa do ‘XIII Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança’ no próximo sábado (4 de maio). A iniciativa faz parte das comemorações pelos 120 anos da Santa Casa BH e é realizada em parceria com a Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE), com o objetivo de reduzir as filas de espera por cirurgias pediátricas na rede pública de saúde do país. Em Minas Gerais, a SCBH e o Hospital das Clínicas da Universidade do Triângulo Mineiro, de Uberaba, aderiram ao evento. A ação – que se repete anualmente desde 2007 e beneficia milhares de crianças e adolescentes – conta com a adesão de 14 serviços, de 10 estados e do Distrito Federal.

Ao todo, 19 crianças que aguardavam por cirurgias ambulatoriais eletivas foram encaminhadas pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte para participar do mutirão na Santa Casa BH. Estão programadas operações de hérnias (umbilicais e inguinais), criptorquidia (testículo), hidrocele, biopsia retal e colecistectomia (retirada cirúrgica da vesícula biliar).

De acordo com o chefe da Cirurgia Pediátrica da SCBH, Dr. Moacir Tibúrcio, esses são procedimentos realizados em regime ambulatorial. “A nossa expectativa é que as crianças cheguem ao hospital no sábado, operem, permaneçam por algumas horas em observação e no mesmo dia voltem para casa. Posteriormente, eles retornarão para curativos e novas avaliações. Participamos da ação há anos e sabemos da importância do envolvimento do serviço para diminuir a fila de espera do SUS e para o bem-estar desses pacientes mirins. Estamos muito felizes por fazer parte dessa história”, explica.

A Santa Casa BH é referência em Cirurgia Pediátrica no estado e conta com equipe altamente capacitada, composta por 10 cirurgiões pediátricos. Anualmente, são realizadas cerca de 1700 cirurgias infantis – média de 141 cirurgias mensais.

Sobre o mutirão nacional

Com essa iniciativa, a CIPE procura restabelecer a qualidade de vida dessas crianças em menor tempo e permitir que também as cirurgias de média e alta complexidade, que exigem internação, possam ser realizadas em prazos menores. O presidente da entidade, Dr. João Vicente Bassols, destaca que todas as edições primaram pela segurança dos pacientes, sem registro de intercorrências, resultado que a CIPE espera que se repita também neste ano. “Mais uma vez a associação procurou sensibilizar a direção dos serviços de Cirurgia Pediátrica do país, visando abreviar o tempo de espera por cirurgias de crianças e adolescentes, sobretudo nos hospitais públicos, que em algumas localidades pode chegar a meses”, declara.

19 mar 2019

Saiba como desmistificar o aparecimento da “Momo” nos vídeos infantis de internet

momo

Por Adriano Teles, analista de TI, pai do Arthur e da Helena

Bom, todo mundo falando da Momo, mais uma vez… É, essa parada é sinistra mesmo.  Mas tecnologia é isso aí, infelizmente. Só tenho uma dica: se não pode ficar perto, não deixe usar.  E, por isso, continuo com a minha máxima: não consigo encontrar NENHUM motivo pra uma criança (de até 10 anos) ter um celular. Ninguém consegue me dar uma justificativa plausível. Mas cada um é cada um. Cuidem das suas crianças!

Bom, vamos lá:

Avaliando calmamente (e tecnicamente), tudo isso soa bem fake pra estar na plataforma sim. Sei que existe um tanto de gente má, travestida de doido, pedófilo, psicopata e tudo mais nesse mundo virtual. Sei também que existem bugs que podem ser usados pra substituir um vídeo pelo outro mas isso, pela própria plataforma, é tratado como um vírus e excluído quase que instantaneamente.  Além disso, existem as denúncias que são tratadas por pessoas e não pelos robôs.

Hoje em dia é muito fácil mesmo criar boatos para assustar tudo mundo, principalmente pais e mães. Mas digo, esse caso é um pânico coletivo, gerado por mentiras. Isso nos deixa com vontade de proteger cada vez mais as crianças, deixá-las dentro de uma redoma, se possível. Mas a gente não vai (e não deve) proteger de tudo, o tempo tudo. Aliás, isso não ajuda em muita coisa. Só torna a criança mais frágil, medrosa e sem possibilidades de tomar suas próprias decisões. Temos que ensinar elas à reconhecer riscos, avaliar, e se proteger sozinhas e, quando não der (ou não conseguirem) devem nos procurar.

Umas dicas sérias:
* Tenha conversas regulares com o(s) seu(s) filho(s) – conscientize-os sobre como estar seguro online – e entrem em um acordo sobre quais sites são apropriados para eles e garantir que entendam o raciocínio por trás disso. Eles também precisam saber que podem – e devem – confiar em um adulto se notarem alguma coisa perturbadora enquanto estiverem online;

* Certifique-se de que seu filho entenda que ele não deve “fazer amizade” com alguém online que não conhece na vida real ou adicionar números desconhecidos a seus contatos – as pessoas online nem sempre são honestas sobre quem são e o que querem;

* Ativar configurações de segurança – configurações como a reprodução automática devem ser desativadas e os controles parentais podem ser instalados para ajudar a evitar que as crianças visualizem conteúdo impróprio;

* Faça uso de recursos, como mudo, bloqueio e relatório – isso os protegerá de muitos conteúdos nocivos;

* Nunca compartilhe informações pessoais, como números de telefone, endereços, etc, com pessoas que você não conhece.

Com isso, digo que, devemos sim redobrar nossa atenção nesse mundo vil, mas também temos que fazer nosso “dever de casa” filtrando verdades de mentiras. Tirar nosso medo da frente dos olhos e pesquisar muito sobre tudo. É nosso dever e obrigação. Esse “trabalho” veio junto do nascimento das crianças. Sei que as informações sobre a Momo são perturbadoras, mas é isso que enfrentaremos por anos à fio nessa geração.

Mas e então, como lidar com Momo?

1. Pergunte para seu filho se ele já viu o Momo em algum vídeo. Como ele se sentiu? O que achou?

2. Fale a verdade. Conte para ele que o Momo é uma escultura chamada “Mãe Pássaro” e que não é REAL.

3. Reforce que o Momo não existe. Que ele não tem vida, o que existem são pessoas que querem assustar os outros. Deixe seu filho seguro de que os vídeos NÃO são reais.

4. Explique que não existe possibilidade do Momo (ou das pessoas que fazem o vídeo) saberem quem ele é, onde ele mora ou quem são as pessoas da sua família. REFORCE ISSO!

5. Acolha e dê segurança ao seu filho. Peça para que cada vez que alguém o assuste ou fale sobre o Momo com ele, que ele conte para você. Assim, você o ajudará a enfrentar e superar qualquer medo.

6. Jamais deixe sua criança assistir vídeos sem supervisão. A internet se tornou um lugar sem limites, por isso cabe aos pais dar esse limite.

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