11 abr 2019

#OPINIÃO A volta do “Jesus da Goiabeira” #DamaresAlvesChora

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A ministra Damares Alves esteve, ontem (10/04/2019), na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Em alguns momentos, ela foi atacada por parlamentares da oposição.  Uma das críticas mais constrangedoras veio da deputada Érika Kokay (PT/DF) que ironizou a experiência que Damares teve aos 10 anos de idade e só não se matou porque teve uma visão com Jesus em cima de um pé de goiaba nos fundos de sua casa. Durante a infância, ministra dos Direitos da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos  foi vítima de abusos sexuais e pedofilia.

Damares prestava esclarecimentos à Comissão sobre como está o funcionamento de 12 conselhos, comitês e comissão ligados à pasta comandada por ela, quando ocorreu o fato. Durante a fala do deputado Julian Lemos (PSL/PB), criticando a colega do Partido dos Trabalhadores (PT), foi possível ver Damares chorando. Confira meu vlog sobre o assunto “Jesus da Goiabeira” – que mais uma vez mobilizou as redes sociais.

19 jan 2016

Ong lança relatório de inspeção em Mariana, após rompimento de barragem

Arquivado em Meio Ambiente, saúde
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Bento Rodrigues, destruída no crime cometido pela Samarco / Foto: Daniela Fichino

A Ong Justiça Global lançou um relatório de inspeção em Mariana (MG), após rompimento de barragem de rejeitos do Fundão. O documento aborda situações de grave violação ao direito à vida, à água, à moradia, ao trabalho, à saúde e ao meio ambiente.

O relatório intitulado Vale de Lama aborda desastre a partir da perspectiva dos direitos humanos. Para a advogada Raphaela Lopes, da Justiça Global, o desastre apontou a necessidade de ampliar o debate sobre responsabilização de empresas e do estado em desastres como o de Mariana. “Situações como essa expõem a fragilidade das garantias fundamentais da população quando passam por situações calamitosas. A análise desse caso no relatório busca exatamente contribuir com esse debate, para que os mecanismos de precaução e de resposta sejam mais eficientes, evitando ao máximo violações de direitos como vimos no caso da Samarco, que é controlada pela Vale e pela BHP”.

Raphaela Lopes explica que o relatório pode contribuir com as autoridades que estão apurando o desastre, porque o objetivo é contribuir com alguns elementos já definidos pelos órgãos públicos que estão tratando do assunto, como com o debate público, inclusive nos projetos de lei que estão sendo discutidos no Congresso Nacional. O documento foi produzido a partir de observações in loco, além de conversas com vítimas e com representantes de movimentos sociais.

As principais queixas foram em torno da segurança, porque não havia sirenes instaladas, nem qualquer tipo de treinamento com a população, sobre procedimento de segurança em caso de rompimento, e os moradores sequer sabiam como proceder numa situação como a que ocorreu, afirma a representante da Justiça Global.

Para ter acesso ao Relatório de inspeção em Mariana após o rompimento da barragem de rejeitos do Fundão clique AQUI