26 set 2018

Santa Casa mobiliza BH no Dia Nacional de Doação de Órgãos

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No “Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos” (27 de setembro), a Santa Casa BH se une ao MG Transplantes e a outros hospitais transplantadores da capital para divulgar o “Setembro Verde” e a importância da doação de órgãos. Às 10 horas, funcionários farão panfletagem em frente ao hospital (Av. Francisco Sales, nº 1.111) para mobilizar os pedestres sobre a relevância do tema. A partir das 15 horas, a mobilização continuará na Praça da Estação. A programação inclui panfletagem, apresentações musicais e presença dos mascotes do Atlético e do Cruzeiro. Neste mês, a fachada da Santa Casa BH está iluminada de verde em apoio às ações educativas do MG Transplantes.

Considerado o maior hospital transplantador de Minas Gerais, oferece transplante de córnea, medula óssea, rim e fígado e realiza a captação de múltiplos órgãos para doação. A instituição realizou 168 transplantes até setembro de 2018. Deste total, 60 de medula óssea, 15 de fígado, 63 de rim e 120 de córnea. O hospital também se prepara para oferecer transplantes de coração e ossos. A Santa Casa BH está fazendo parte do “Projeto DONORS: Estratégias para otimizar a doação de órgãos no Brasil” do Ministério da Saúde. A iniciativa tem o objetivo de aumentar a taxa de sucesso das doações e a qualidade dos órgãos disponibilizados aos seus receptores.

 

18 maio 2018

Hospital inovador na ciência de transplantação investe em protocolos mais humanizados para incentivar doações

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde

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Quanto mais doações de órgãos maior a chance de recomeços. Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil, atualmente, há cerca de 40 mil pessoas na fila de espera para doação de órgãos. De acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), a taxa de recusa de doação de órgãos por parentes é de 43%, e a média mundial em torno de 25%. O Ministério da Saúde busca por meio de campanhas educativas reverter esse quadro.

No Brasil, o número de doadores vem crescendo. No primeiro semestre de 2017 aumentou quase 12%. O país passou de mais de 14 doadores para cada 1 milhão de pessoas, para mais de 16 por milhão de habitantes.

Pioneiro e inovador na ciência de transplantação, o Hospital Felício Rocho, nos últimos dois anos realizou cerca de 442 transplantes, sendo que os órgãos transplantados foram de rim, fígado, pâncreas, coração e medula óssea. Segundo a médica Sandra Vilaça, coordenadora da Unidade de Transplantes do Felício Rocho, as pessoas precisam confiar no sistema de saúde e manter o assunto sobre doação de órgãos presente no seu dia a dia. “O Hospital tem nefrectomia por videolaparoscopia do doador e estamos nos preparando para iniciar o procedimento via robótica”, ressalta.

Sandra Vilaça, diz ainda que no Hospital Felício Rocho existem protocolos humanizados para atender pacientes analfabetos, cegos e potenciais não aderentes. “Temos um ambulatório com profissionais para avaliar tanto o doador como o receptor em cada caso específico. Os órgãos que podem ser doados são: rim, fígado, coração, pâncreas, medula óssea, pele e ossos ”, explica.

Muitas pessoas têm dúvida sobre quem pode ser doador. De acordo com a médica, doador pode ser uma pessoa em vida ou quem tiver morte encefálica (falecido). “Os pacientes transplantados têm alta hospitalar programada e recebem uma cartilha e também têm acompanhamento com uma equipe multidisciplinar: enfermeira, farmacêutica e nutricionista, além de um médico para passar todas as orientações necessárias”, finaliza Sandra Vilaça.