16 jul 2019

3ª Edição da Expo-Hospital Brasil reúne grandes nomes e empresas da saúde em BH

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde

Divulgação

O setor da saúde passa por constantes mudanças todos os anos no Brasil e no mundo. Não é à toa que a atualização precisa ser contínua para acompanhar o ritmo deste segmento. E, quando se trata deste mercado, para que todos os usuários da saúde consigam usufruir e obter o melhor atendimento, é fundamental que as instituições de saúde conheçam e tenham acesso aos lançamentos do setor e os profissionais da saúde tenham a oportunidade de se atualizarem. Pensando exatamente nisso, a Expo-Hospital Brasil tornou-se um dos principais eventos que reúne todas essas possibilidades e muito mais.

Em sua terceira edição, a Expo-Hospital Brasil 2019 acontecerá de 11 a 13 de setembro, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte e reunirá os últimos lançamentos das principais empresas do País no que se refere aos equipamentos, produtos, serviços, tecnologia e demais soluções que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios médicos e demais unidades de saúde necessitam para ter excelência no serviço que prestam. Além disso, diversas palestras acontecerão durante a Expo-Hospital Brasil com grandes nomes do setor. Os visitantes também poderão participar das palestras e/ou da Feira que reúne as principais marcas do País.

E não para por aí! Nesta edição, junto à Expo-Hospital Brasil, serão realizados os principais congressos brasileiros da saúde. Entre eles, o III Congresso Brasileiro de Gestão de Clínicas e Consultórios, o III Congresso Brasileiro de Gestão Hospitalar Privada, o IV Congresso Brasileiro de Enfermagem, III Congresso Brasileiro de Gestão da Saúde Pública, além de diversas outras opções para adquirir conhecimento.

Em breve, a programação completa, com horários e demais informações estarão disponíveis no site oficial do evento: AQUI 

03 jul 2019

Shopping recebe a exposição sobre as primeiras formas de vida até o surgimento do homem

Arquivado em Cidade, Comportamento

A exposição Terra de Lund será realizada nos dias 6 a 21 de julho, no Shopping Monte Carmo, em Betim, com o objetivo de explorar as primeiras formas de vida que surgiram no mar, desde as formas de vida simples, unicelulares, primitivas até a evolução de organismos mais complexos e o surgimento das plantas nos continentes.

É possível visualizar toda essa transição por meio de fósseis de invertebrados marinhos, em destaque as trilobitas, que povoavam os mares durante o período Devoniano (416 milhões e 359 milhões de anos).

Do ambiente oceânico primitivo, entramos em uma era de transição da vida aquática para a terrestre, ainda na Era Paleozoica (542 milhões e 251 milhões de anos atrás). São vistos registros de vegetais e dos primeiros peixes e anfíbios. E chegamos a um estágio próximo a florestas, que marca o início da Era Mesozoica (251 milhões e 65,5 milhões de anos atrás). Aqui surgem os primeiros animais terrestres, com variados fósseis dos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo. Onde reinaram os temíveis dinossauros.

O destaque da exposição fica para o período em que surgiram os primeiros hominídeos, há 4 milhões de anos na África. Réplicas de fósseis, ferramentas pré-históricas, utensílios de caça e artefatos decorativos. Um mergulho na arte rupestre e nas tradições dos primeiros humanos.

A exposição faz uma homenagem ao pai da paleontologia, arqueologia e espeleologia. Peter W. Lund (1801-1880), naturalista dinamarquês que descobriu centenas de espécies extintas e a presença do homem pré-histórico na região de Lagoa Santa, MG. Peter W. Lund escavou milhares de fósseis. O visitante vai conhecer mais sobre o estudo das cavernas com as maquetes e representações sobre os processos geológicos.

Há vários banners e displays que complementam a exposição, que é ricamente ilustrada e com mais de 200 peças, sendo algumas únicas. Para as crianças, a parte lúdica fica com a turminha da Terra de Lund, com livros, atividades e exibição do desenho animado, “Terra de Lund, a pedra do espaço”. Um passeio pelo mundo fantástico da pré-história. Aventura e conhecimento. O projeto é uma realização do jornalista mineiro Paulo Baraky Werner.

SHOPPING MONTE CARMO
Av. Juiz Marco Túlio Isaac, 1119 – Ingá Alto, Betim – MG
22 jan 2016

Fotógrafo vegano questiona abate humanitário de animais para consumo humano

Arquivado em Animais, Direito Animal

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Fotógrafo vegano Hugo Fagundes questiona o abate humanitário de animais para o consumo humano em projeto de conclusão do curso de Design. A série fotográfica –  Inversão Oculta foi realizada em um antigo matadouro abandonado localizado em Limeira, cidade no interior de SP, cerca de 70 km de Campinas. O objetivo é mostrar o sofrimento e a exploração animal presentes em um abate.

O  Abate humanitário pode ser definido como o conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantem o bem-estar dos animais desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico. O abate de animais deve ser realizado sem sofrimentos desnecessários, e as condições humanitárias devem prevalecer em todos os momentos precedentes ao abate. No entanto, para Hugo, a carne que comemos é proveniente de um animal que foi explorado e morto.

Uma das fotografias traz a mensagem: “Não existe abate humanitário quando o próximo a morrer é você“. No rodapé das imagens, Hugo também informa que foram gastos 300 dias de estudo para produção do material, e que durante esse tempo o equivalente a 4.717.440.000 animais tinham sido mortos para consumo no Brasil. Os dados são do Portal vegano Vista-se.

Foram elaborados 4 cartazes que, além das imagens, trazem frases para fazer pensar no tratamento que damos às outras espécies. Uma página no Facebook foi criada para divulgar o ensaio.

Conversei, por e-mail com o fotógrafo.

Adriana Santos: Você é vegano?

Hugo: Me tornei Ovo Lacto Vegetariano no ano de 2007, desde então venho me adaptando ao veganismo. Somente a partir de 2013 eu decidi não consumir qualquer produto de origem animal. Portanto, sim, hoje em dia eu me considero vegano.

Adriana Santos: Como surgiu a ideia do projeto?

Hugo: Desde que me tornei vegetariano venho passando por diversas provações em minha vida. Uma delas é sobre o consumo desenfreado estimulado pela mídia. Através dessas reflexões, iniciei o curso de Design Gráfico e consegui entender o contexto das comunicações presentes hoje em dia. Como sou fotografo há alguns anos, utilizei todos o conhecimento para divulgar a ideia do veganismo. O movimento envolve muito mais coisas do que o simples ato de não comer carne. O veganismo foi o ponta pé para a criação. Os veganos lutam há muitos anos pelos direitos dos animais.

Adriana Santos: Quem são os modelos das fotos?

Hugo: Os modelos (Matheus, André, Juliana, Lola e Sara) são amigos que acompanharam toda a construção do trabalho e me ajudaram a concluí-lo. São todos veganos, também cansados de tanta exploração. Eles tentam mudar essa realidade.

Adriana Santos: Você recebeu apoio da universidade?

Hugo: Recebi. Professores e coordenadores da FAAL (Faculdade de Administração e Artes de Limeira) me ajudaram com a construção do trabalho.

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