03 ago 2018

Governo disponibiliza informações sobre OVNIs em sites oficiais

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ABERTURA FAB 1986

Revista Ovni Pesquisa

Por: Adriana Santos com informações disponibilizadas nos sites da Justiça Federal e  Ouvidoria do Governo Brasileiro

A ufologia é um assunto cada vez mais relevante, principalmente depois dos avanços digitais.  Não há como negar que as redes sociais na internet ajudaram a popularizar os avistamentos de objetos voadores não identificados (OVNIs). É claro que no mundo virtual tudo é possível. Por isso, a importância de separar o joio do trigo; a fantasia da realidade; o misticismo da ciência. Então, entra em cena os estudos ufológicos com bases na investigação científica. Nesse sentido, é necessário um esforço coletivo para buscar a verdade, envolvendo cidadãos, ufólogos,  órgãos públicos e Força Aérea Brasileira. O assunto é sério!

Quando a Lei de Acesso à Informação (LAI) entrou em vigor, em 2012, um dos assuntos com com maior reincidência de pedidos, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), foi com relação aos objetos voadores não identificados (OVNIs). No primeiro ano de vigência da lei, foram 37 pedidos de acesso à informação, contendo este termo no texto do pedido. Talvez você não saiba, mas, desde 2010, os documentos com registros de ocorrência de OVNIs (relatos, áudios, fotos e vídeos feitos por civis e militares), que estavam sob domínio do Comando da Aeronáutica, estão sendo transferidos para o Arquivo Nacional, onde, hoje, são de domínio público. Este processo acelerou-se com a entrada em vigor da LAI, e principalmente, em razão do alto número de pedidos feitos ao Comando por vários estudiosos do tema. Foi em razão disso que, em 2013, o Governo e as Forças Armadas liberaram um dos mais importantes lotes de documentos relacionados ao tema.

Segundo o editor da Revista OVNI Pesquisa, Paulo Baraky Werner, países como: França, Bélgica, Uruguai e Argentinas pesquisam há décadas os objetos voadores não identificados. “Esses países já colocaram a público relatórios e documentos oficiais sobre pesquisas ufológicas. A FAB – Força Aérea Brasileira também esta fazendo algo similar, atestando de forma categórica que os OVNIs são reais! E a abertura destes arquivos é peça fundamental para a compreensão destes fenômenos”, esclarece o ufólogo.

O interesse sobre o assunto levou o Portal da Força Aérea Brasileira a disponibilizar um link sobre OVNIs. Atualmente, há 137 documentos que possuem o termo OVNI no Arquivo Nacional. Porém, caso seja feita uma busca utilizando o código de referência BR DFANBSB ARX, que trata sobre objetos voadores não identificados, encontramos 758 documentos.

O documento mais antigo sobre objetos voadores não identificados no Arquivo Nacional data de 1952. Trata-se de aparição de OVNIs na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O arquivo é composto por 9 imagens fotográficas. É possível visualizar fotos de um objeto em formato de prato com uma cúpula no meio.

Em 6 de agosto de 1954, avião da extinta companhia aérea Varig estava executando voo extra, cargueiro, do Pará para o Rio de Janeiro, quando a tripulação avistou objeto voador não identificado. A tripulação ficou tão impressionada que resolveu pousar em São Paulo.

Um caso brasileiro muito famoso é o de Varginha, Minas Gerais. A primeira aparição de objeto voador não identificado em Varginha é de 1971, apesar do caso que deu fama a cidade ser de 1996. É possível encontrar vários documentos no Arquivo Nacional, como por exemplo, relatório do Ministério da Aeronáutica, em que piloto de avião relata a ocorrência de tráfego de objeto voador não identificado. Apesar de no relatório constar que foi tudo filmado por passageiro, o vídeo não consta no Arquivo Nacional.

Em 2015, foi feito um pedido ao Ministério dos Transportes sobre um inquérito, datado de 05/10/1954, acerca do afundamento do navio de guerra, “Encouraçado São Paulo”, que teria sido vendido como sucata em 1951 ao Reino Unido. Para quem não sabe, o Encouraçado foi uma das armas de guerra mais importantes do Brasil durante o início do século XX, participando de diversos episódios importantes da história do Brasil, dentre eles a Revolta da Chibata (1910), o Bombardeio a Salvador (1912) e a Revolta dos 18 do Forte de Copa Cabana (1922).

Noite Oficial

Os documentos mais famosos sobre o assunto foram coletados na Noite Oficial dos Ovnis, que ocorreu no dia 19 de maio de 1986. Nessa mesma data foram detectados cerca de 21 objetos voadores não identificados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta). Cinco jatos da FAB foram enviados para persegui-los, mas nenhum obteve sucesso.

Tudo começou quando o operador da torre do Aeroporto de São José dos Campos, São Paulo, observou pontos luminosos que mudavam de cor, com a predominância da tonalidade vermelha, e perguntou ao piloto Alcir Pereira se ele estava vendo a mesma coisa.

Após a confirmação de Alcir, a Torre de Controle de São Paulo captou sinais sem identificação e o Cindacta I, em Brasília, detectou Ovnis nos radares de Goiás, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Por causa da velocidade dos objetos, o Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA) decidiu enviar os caças para persegui-los e interceptá-los. Porém, nenhum dos cinco caças conseguiu chegar perto dos Ovnis.

O Arquivo Nacional possui áudios e o relatório oficial do que aconteceu nesse dia. Os documentos confirmam que se tratavam de objetos sólidos e que demonstravam, de certa forma, inteligência.

Além dos registros de objetos não identificados, outros 114 temas estão disponíveis para pesquisa no Arquivo Nacional. O acervo tem acesso online por meio do Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). O analista técnico do AN, Tobias Vasconcellos, adverte para a facilidade de acesso ao site sem sair de casa. “É muito fácil. Basta fazer um cadastro e entrar no SIAN. É bem mais prático analisar todos esses arquivos do seu próprio computador”, ensina Tobias.

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09 jul 2018

Operação militar devolve duas onças-pintadas para a selva

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A onça-pintada ou jaguar é o maior felino das Américas. No entanto, o animal  está ameaçado de desaparecer de uma das regiões mais ricas em biodiversidade no Brasil. Por isso, uma operação militar foi planejada pela da Força Aérea Brasileira (FAB) para garantir a reintrodução na natureza de duas onças.

Foram mais de 12 horas e milhares de quilômetros viajados, além de dezenas de profissionais envolvidos, um avião Hércules da FAB, helicóptero e caminhão. Tudo para levar duas onças: Pandora e Vivara de volta para a natureza.

Veja como a FAB organizou e transportou os animais, que estavam em quarentena em um criadouro científico em Corumbá de Goiás (GO), até a região sul do Pará (PA).

Utilizar meios para deslocamento de pessoal e material é uma das ações de força aérea previstas na doutrina da FAB e contribui na missão de integrar o território nacional.

Confira no vídeo  que mostra como ocorreu a soltura dos animais em uma área de preservação ambiental de aproximadamente 14 mil metros quadrados no meio da Floresta Amazônica.

21 nov 2016

UFOLOGIA: Operação Prato conduzida pela Aeronáutica completa 40 anos

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O auditório da Universidade Fumec, em Belo Horizonte, ficou lotado de pesquisadores e pessoas interessadas em saber mais detalhes sobre a Operação Prato (OP), uma das mais importantes ocorrências ufológicas do mundo conduzida 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira (Aeronáutica) na região da Amazônia, por meio do coronel Uyrangê Soares de Holanda .

O aeronauta Vitório Peret foi o convidado da V Jornada promovida pelo Fórum Permanente Para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais,  FOTRANS. Ele é um dos mais respeitados pesquisadores ufológicos do Brasil e trouxe informações importantes para o entendimento do caso ocorrido na Ilha de Colares, no Pará, no período de 1977 e 1978.

Segundo Peret, a Operação Prato contou com 7 pesquisadores militares que investigaram o aparecimento e movimentação dos chamados Objetos Voadores Não Identificados (OVNI), nos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, além de estranhos fenômenos associados a corpos luminosos, chamados pela população de chupa-chupa. Peret informou que os fenômenos ainda hoje são traumáticos para população local. Sete pescadores foram mortos de forma misteriosa e ainda sem explicação.

Os objetos vistos pela população não faziam ruídos, mas perseguiam a população. “O silêncio assunta mais do que o barulho. Não estamos acostumados com o silêncio”,  pondera Peret

operacao-pratoFoi na Baía do Sol que os militares da Operação Prato conseguiram coletar pelo menos 90% do material de pesquisa, incluindo imagens dos objetos ou corpos luminosos.  No entanto, segundo o pesquisador,  muitas fotos não estão mais no Brasil.

Ano que vem a Operação Prato completa 40 anos ainda cercada de mistérios.

Confira entrevista exclusiva ao Blog Saúde do Meio

Adriana Santos: Qual o papel da Aeronáutica após 40 anos do caso Operação Prato?

Peret: Mesmo passados quase quarenta anos da Operação Prato, as Forças Armadas mantém documentos sigilosos trancados a sete chaves. Isso instigou a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) a iniciar em 2013 uma luta que recebe o título de ‘UFOs: Liberdade de Informações Já!’ liderada pela Revista UFO, visando uma cooperação entre civis e militares para liberação de docs classificados como Secretos relacionados aos OVNIs. Após meses de espera angustiante a Aeronáutica finalmente em 2014 permitiu desclassificar centenas de relatórios e fotos obtidos durante a (OP) Operação Prato. Hoje em dia a Aeronáutica tem uma visão mais ampla e mais aberta do que foi o fenômeno em Colares e certamente teremos novos documentos liberados.

Adriana Santos: O senhor revelou que há muito mistério em relação ao padre, o  astronauta e o jornalista. Qual o nome deles? Por que são figuras chaves para entender o caso?

Peret: Bom, estou na fase inicial de estudos sobre os três personagens e não posso levar ao conhecimento publico qual linha de investigação estou seguindo.  Padre: Alfredo de La Ó.  Astronauta: Fred E. Coats. Jornalista: Bob Pratt.

Adriana Santos: Por que as fotos não estão mais no Brasil?

Peret: Acreditamos que algumas fotos estão sendo mentidas no COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro) em Brasília. Existem ‘suspeitas’ que os filmes e fotos mais contundentes foram levados para os EUA após estreita colaboração na troca de tecnologia militar e financiamento de pesquisas científicas.

Adriana Santos: A Aeronáutica continua investigando o caso?

Peret: Os casos envolvendo OVNIs sobre o espaço aéreo brasileiro sim, mais não tenho conhecimento de qualquer missão militar oficial em andamento na região amazônica incluindo o Marajó.

Adriana Santos: E tal mulher misteriosa? Qual o nome dela? Por que ela é uma figura importante no caso?

Peret: Elisabeth Queminet Berger tinha nacionalidade suíça, naturalizada inglesa e domiciliada em Paris. A mulher chegou ao estado do Pará durante o ano de 1975 dizendo que estaria providenciando naturalização brasileira, tinha como profissão Estilista de Modas e após idas e vindas ao litoral demonstrou interesse na compra de propriedades na ilha oceânica denominada Ilha do Meio, pertencente ao distrito de Imboraí, município de Bragança. A enigmática Beth, conforme era chamada pelos moradores da região, tornou-se alvo de inúmeras suspeitas. A sua presença no litoral, quase sempre acompanhada de vários homens de aparências físicas semelhantes, falando idioma desconhecido e roupas fora de época, bem como inexplicáveis desaparecimentos de todos inclusive dela própria gerou investigações da Polícia Civil. Suspeita de envolvimento no contrabando de armas e treinamento de guerrilheiros foi detida em três ocasiões sendo que na terceira desapareceu para sempre. A história é longa demais para ser contada em poucas linhas.

Adriana Santos: O senhor acredita que o coronel foi assassinado por representantes de algum serviço de inteligência?

Peret: Não creio. O coronel não foi assassinado por nenhum serviço de inteligência. A causa da morte foi asfixia mecânica por enforcamento conforme consta em laudo pericial.

***

O evento contou ainda com a participação ilustre do jornalista e escritor César Vanucci. Ele lançou o livro “Realismo Fantástico”  com prefácio de Elisabeth Diniz que. A obra  aborda a temática transcendental e também cita a Operação Prato e outros fenômenos ufológicos.

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luaPara prestigiar Peret, o ufólogo e escritor Marco Antônio Petit esteve presente e lançou o último livro “Presença Alienígena na lua”

Sinopse: Desde séculos atrás, os astrônomos observam a ocorrência de misteriosos fenômenos na Lua, a partir de seus telescópios.

Pontos brilhantes e objetos escuros que se deslocavam na superfície lunar faziam parte dessa fenomenologia. Até variações nas dimensões de algumas crateras foram observadas, entre outros eventos, como o aparecimento de estruturas e cúpulas gigantescas, que depois desapareciam para nunca mais serem observadas.

Com a chegada da Era Espacial, e das primeiras espaçonaves ao nosso satélite natural, foi constatada uma realidade surpreendente, mas quase totalmente acobertada, e ainda hoje longe de ser admitida oficialmente: a Lua é uma gigantesca base alienígena, repleta de construções, instalações, e mesmo ruínas de antigas edificações.

Esta não é uma história de ficção, mas uma verdade que está prestes a ser conhecida pela humanidade, relacionada diretamente à própria presença dos UFOs e seus tripulantes no planeta Terra.

Nas páginas deste livro, o leitor encontrará todos os detalhes dessa história, baseada em imagens impressionantes que hoje estão sendo disponibilizadas nos sites da própria NASA, para que pouco a pouco a humanidade seja preparada para a grande revelação: os extraterrestres não só existem, como estão estabelecidos em um mundo ao alcance de nossos olhos.

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