25 jan 2021

Mineração na lua: afinal, quem pode explorar os recursos?

Imagem Portal do Geólogo

Em maio do ano passado, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que reforça o apoio dos EUA à mineração na Lua e em outros corpos do sistema solar. A mineração na Lua envolve não somente a busca de água, o que pode ajudar a estabelecer a presença na superfície lunar por prazos mais longos após a missão Artêmis, prevista para acontecer em 2024. “Além disso, o decreto incentiva a iniciativa privada americana a explorar economicamente a Lua e outros corpos celestes para obtenção de recursos minerais. Esse decreto da administração Trump não reconhece o espaço como um bem comum, apesar de, em relação à exploração comercial, seguir o direcionamento regulatório do governo Obama, que atualizou a normativa estadunidense sobre o espaço externo. A lei de 2015, no entanto, explicitava que suas prescrições não implicariam soberania americana ou exclusividade de direitos, propriedade ou jurisdição sobre corpos celestiais”, comenta a advogada especialista em Direito Internacional, Lorena Bastianetto.

A posição política dos EUA reforça-se pelos Artemis Accords de 2020, cujos signatários já somam dez países, inclusive o Brasil. “O propósito é de que os países façam parte de um programa liderado pelos Estados Unidos para o uso e exploração civil do espaço externo, inclusive dos recursos espaciais encontrados na superfície e subsolo lunar, bem como em asteróides, cometas e até mesmo em Marte”, explica a advogada.

Segundo Lorena Bastianetto, “o Tratado da Lua, de 1979, o qual não fora assinado pelos EUA, prevê que os recursos derivativos da exploração da superfície e subsolo lunar não são apropriáveis por nenhum país, organização ou pessoa natural. Por sua vez, o Tratado do Espaço Externo de 1967, esse sim assinado pelos EUA, apesar de reforçar o entendimento de que o espaço em si não está sujeito à apropriação estatal, não regula expressamente a exploração de recursos espaciais. Diante de tal contexto, é imprescindível o papel do COPUOS/ONU – Comitê sobre o Uso Pacífico do Espaço Externo – no fortalecimento do Direito Internacional sobre a temática de modo a manter o espaço externo como um bem comum, acessível a todos”, finaliza Lorena Bastianetto.

02 jul 2019

Sol, Lua e Prosperidade estão favoráveis no mês de julho

Arquivado em Comportamento

Os astros estão bem favoráveis durante o mês de julho. Alguém duvida? Algumas partes da América do Sul e do Oceano Pacífico vão poder  observar, a partir das 16h48 de hoje (2) um dos fenômenos mais esperados da astronomia: o eclipse total do Sol. É quando a Lua fica entre a Terra e o Sol, ocultando total ou parcialmente a luz solar em uma faixa terrestre.

No Brasil, o fenômeno poderá ser visto em alguns estados, mas apenas de forma parcial. Segundo o Observatório Nacional,  os lugares com melhor visualização são: Porto Alegre, onde o sol terá 75% de sua área sombreada pela lua, a partir das 16h48; Florianópolis (60%, com início às 16h53), Curitiba (55%, com o eclips iniciando às 16h55), Campo Grande (46% – início às 16h56), São Paulo (46% – início às 17h), Rio de Janeiro (40% – início às 17h03). O próximo eclipse total do Sol só poderá ser visto em 12 de agosto de 2045 no Nordeste brasileiro.

O eclipse é uma poderosa força da natureza, quando Sol, Lua e Terra estão em perfeito alinhamento. O fenômeno celeste é prenúncio de transformações e momentos de extrema sensibilidade e receptividade. Portanto, aproveite a oportunidade para estabelecer uma conexão com a Inteligência Superior.

Lua Nova em Câncer

Hoje, às 16h16, ocorre a Lua Nova em Câncer. É momento de ouvir o coração e prestar mais atenção nas coisas que fazem sentido na nossa vida. O período é de inspiração, indicando um novo ciclo. Fase boa para começar todo tipo de atividade, além dos rituais de prosperidade.

Ritual da Prosperidade  

Este ritual está especificado na Bíblia: Números, 28: 14, segundo o cabalista Carlos Rosa, e deve ser realizado mensalmente quando da entrada da Lua Nova, a fim de atrair prosperidade à empresa, escritório/e ou residência. “Claro, os tempos são outros e a “matança” de animais é completamente desnecessária, sendo substituída por outros elementos condizentes com os tempos atuais”, explica Rosa no site Academia Brasileira de Numerologia Cabalista.

Material necessário/valor médio:

* 1 Vela de Sal: R$ 17,00

* 1 Vela desmancha-tudo: R$ 12,50

* 1 Vela da Prosperidade: R$ 8,00

* 1 perfume energético com pedras de Turmalina Negra: R$ 12,50

* Incenso (flor-de-laranjeira): R$ 2,00

* Desodorizador de ambientes: R$ 26,00

* Pedras

* 3 banhos energéticos

* Semente de São Cipriano – contra inveja (opcional)

Procedimento: no site  www.academiabnc.com.br 

21 nov 2016

UFOLOGIA: Operação Prato conduzida pela Aeronáutica completa 40 anos

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O auditório da Universidade Fumec, em Belo Horizonte, ficou lotado de pesquisadores e pessoas interessadas em saber mais detalhes sobre a Operação Prato (OP), uma das mais importantes ocorrências ufológicas do mundo conduzida 1° Comando Aéreo Regional – I COMAR, órgão da Força Aérea Brasileira (Aeronáutica) na região da Amazônia, por meio do coronel Uyrangê Soares de Holanda .

O aeronauta Vitório Peret foi o convidado da V Jornada promovida pelo Fórum Permanente Para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais,  FOTRANS. Ele é um dos mais respeitados pesquisadores ufológicos do Brasil e trouxe informações importantes para o entendimento do caso ocorrido na Ilha de Colares, no Pará, no período de 1977 e 1978.

Segundo Peret, a Operação Prato contou com 7 pesquisadores militares que investigaram o aparecimento e movimentação dos chamados Objetos Voadores Não Identificados (OVNI), nos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá, além de estranhos fenômenos associados a corpos luminosos, chamados pela população de chupa-chupa. Peret informou que os fenômenos ainda hoje são traumáticos para população local. Sete pescadores foram mortos de forma misteriosa e ainda sem explicação.

Os objetos vistos pela população não faziam ruídos, mas perseguiam a população. “O silêncio assunta mais do que o barulho. Não estamos acostumados com o silêncio”,  pondera Peret

operacao-pratoFoi na Baía do Sol que os militares da Operação Prato conseguiram coletar pelo menos 90% do material de pesquisa, incluindo imagens dos objetos ou corpos luminosos.  No entanto, segundo o pesquisador,  muitas fotos não estão mais no Brasil.

Ano que vem a Operação Prato completa 40 anos ainda cercada de mistérios.

Confira entrevista exclusiva ao Blog Saúde do Meio

Adriana Santos: Qual o papel da Aeronáutica após 40 anos do caso Operação Prato?

Peret: Mesmo passados quase quarenta anos da Operação Prato, as Forças Armadas mantém documentos sigilosos trancados a sete chaves. Isso instigou a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) a iniciar em 2013 uma luta que recebe o título de ‘UFOs: Liberdade de Informações Já!’ liderada pela Revista UFO, visando uma cooperação entre civis e militares para liberação de docs classificados como Secretos relacionados aos OVNIs. Após meses de espera angustiante a Aeronáutica finalmente em 2014 permitiu desclassificar centenas de relatórios e fotos obtidos durante a (OP) Operação Prato. Hoje em dia a Aeronáutica tem uma visão mais ampla e mais aberta do que foi o fenômeno em Colares e certamente teremos novos documentos liberados.

Adriana Santos: O senhor revelou que há muito mistério em relação ao padre, o  astronauta e o jornalista. Qual o nome deles? Por que são figuras chaves para entender o caso?

Peret: Bom, estou na fase inicial de estudos sobre os três personagens e não posso levar ao conhecimento publico qual linha de investigação estou seguindo.  Padre: Alfredo de La Ó.  Astronauta: Fred E. Coats. Jornalista: Bob Pratt.

Adriana Santos: Por que as fotos não estão mais no Brasil?

Peret: Acreditamos que algumas fotos estão sendo mentidas no COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro) em Brasília. Existem ‘suspeitas’ que os filmes e fotos mais contundentes foram levados para os EUA após estreita colaboração na troca de tecnologia militar e financiamento de pesquisas científicas.

Adriana Santos: A Aeronáutica continua investigando o caso?

Peret: Os casos envolvendo OVNIs sobre o espaço aéreo brasileiro sim, mais não tenho conhecimento de qualquer missão militar oficial em andamento na região amazônica incluindo o Marajó.

Adriana Santos: E tal mulher misteriosa? Qual o nome dela? Por que ela é uma figura importante no caso?

Peret: Elisabeth Queminet Berger tinha nacionalidade suíça, naturalizada inglesa e domiciliada em Paris. A mulher chegou ao estado do Pará durante o ano de 1975 dizendo que estaria providenciando naturalização brasileira, tinha como profissão Estilista de Modas e após idas e vindas ao litoral demonstrou interesse na compra de propriedades na ilha oceânica denominada Ilha do Meio, pertencente ao distrito de Imboraí, município de Bragança. A enigmática Beth, conforme era chamada pelos moradores da região, tornou-se alvo de inúmeras suspeitas. A sua presença no litoral, quase sempre acompanhada de vários homens de aparências físicas semelhantes, falando idioma desconhecido e roupas fora de época, bem como inexplicáveis desaparecimentos de todos inclusive dela própria gerou investigações da Polícia Civil. Suspeita de envolvimento no contrabando de armas e treinamento de guerrilheiros foi detida em três ocasiões sendo que na terceira desapareceu para sempre. A história é longa demais para ser contada em poucas linhas.

Adriana Santos: O senhor acredita que o coronel foi assassinado por representantes de algum serviço de inteligência?

Peret: Não creio. O coronel não foi assassinado por nenhum serviço de inteligência. A causa da morte foi asfixia mecânica por enforcamento conforme consta em laudo pericial.

***

O evento contou ainda com a participação ilustre do jornalista e escritor César Vanucci. Ele lançou o livro “Realismo Fantástico”  com prefácio de Elisabeth Diniz que. A obra  aborda a temática transcendental e também cita a Operação Prato e outros fenômenos ufológicos.

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luaPara prestigiar Peret, o ufólogo e escritor Marco Antônio Petit esteve presente e lançou o último livro “Presença Alienígena na lua”

Sinopse: Desde séculos atrás, os astrônomos observam a ocorrência de misteriosos fenômenos na Lua, a partir de seus telescópios.

Pontos brilhantes e objetos escuros que se deslocavam na superfície lunar faziam parte dessa fenomenologia. Até variações nas dimensões de algumas crateras foram observadas, entre outros eventos, como o aparecimento de estruturas e cúpulas gigantescas, que depois desapareciam para nunca mais serem observadas.

Com a chegada da Era Espacial, e das primeiras espaçonaves ao nosso satélite natural, foi constatada uma realidade surpreendente, mas quase totalmente acobertada, e ainda hoje longe de ser admitida oficialmente: a Lua é uma gigantesca base alienígena, repleta de construções, instalações, e mesmo ruínas de antigas edificações.

Esta não é uma história de ficção, mas uma verdade que está prestes a ser conhecida pela humanidade, relacionada diretamente à própria presença dos UFOs e seus tripulantes no planeta Terra.

Nas páginas deste livro, o leitor encontrará todos os detalhes dessa história, baseada em imagens impressionantes que hoje estão sendo disponibilizadas nos sites da própria NASA, para que pouco a pouco a humanidade seja preparada para a grande revelação: os extraterrestres não só existem, como estão estabelecidos em um mundo ao alcance de nossos olhos.