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mamãe ◂ Saude do Meio
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08 out 2021

Saiba mais sobre a Casa da Gestante, em Contagem

Foto: Fábio Silva

Na Casa de Apoio à Gestante e Puérpera de Contagem (Cagep) mulheres que apresentam gestação de alto risco recebem assistência e cuidados especiais enquanto esperam a chegada do bebê. No local, também são acolhidas mães que acabaram de dar à luz e aquelas que necessitam de acompanhamento assistencial. Acolhe ainda mães cujos filhos estejam internados na UTI Neonatal do Centro Materno Infantil Juventina Paula de Jesus (CMI). Além de hospedagem, todas recebem alimentação e têm pleno acesso aos serviços hospitalares em um ambiente semelhante ao de uma residência. 

O objetivo é manter as mães próximas aos bebês, fortalecendo o vínculo afetivo entre eles, permitindo que a mulher acompanhe de perto a evolução clínica do bebê, além de estimular e incentivar o aleitamento materno.

O ambiente é tão acolhedor que costuma receber a visita de mães que já foram acolhidas no local e que voltam para apresentar os filhos, muitos já crescidos. Outras ligam para ter notícias da equipe médica. 

Francielly Pereira, que está aguardando a chegada de Maria Júlia para os próximos dias, comprometeu-se em voltar ao local assim que a filha ganhar peso. Sua xará, Francielly Ribeiro Vieira, que espera a chegada da Maria Alice, está tão à vontade que até levou a equipe para conhecer a casa. A coincidência entre as duas não está só nos nomes. Ambas estão na Casa da Gestante porque os bebês que esperam têm baixo peso e por isso precisam de acompanhamento semanal no Centro Materno Infantil. “Aqui, a gente se sente em casa, cuidada e acolhida”, garante Francielly Pereira, opinião compartilhada pela xará Francielly Vieira.

Bárbara Barrozo Siqueira é a enfermeira obstétrica e acompanha o dia a dia das mães hospedadas na Casa da Gestante. A enfermeira faz parte de uma equipe multidisciplinar formada por médicos, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, assistente social, entre outros profissionais. Bárbara conta que a convivência entre as mães e com a equipe é muito positiva. Além do compartilhar experiências, as mães voltam para casa conscientes da importância do aleitamento materno, do autocuidado, dos métodos contraceptivos e da necessidade da mudança de hábitos. “A maioria é hipertensa e diabética. Por isso, a necessidade de incorporar mudanças na alimentação e na rotina diária. Levam esse conhecimento para a vida”. Os cuidados e a permanência das mães e dos bebês na CAGP também contribuem para a redução dos índices de mortalidade infantil e materna. A iniciativa, criada em 2003 pelo Ministério da Saúde, significa um grande avanço na melhoria da assistência e da humanização do parto.

A Casa funciona na rua rua Tubira, n° 87, bairro Novo Eldorado, a pouco quarteirões do Centro Materno Infantil Juventina Paula de Jesus (CMI). O deslocamento até a Maternidade é feito em um carro cedido pela Prefeitura. O motorista está sempre à disposição. A casa tem capacidade para hospedar até 09 mulheres. Possui jardim, sala, copa, cozinha, 04 quartos, enfermaria, área de serviço e área de convivência. Funciona 24 horas. 

Centro Materno Infantil – A Cagep tem como referência o Centro Materno Infantil (CMI) Juventina Paula de Jesus. A unidade, que faz parte do Complexo Hospitalar de Contagem, integra a Rede Cegonha e segue os protocolos do Ministério da Saúde para a redução da mortalidade da mulher durante a gravidez ou até 42 dias depois do parto, sem importar a duração da gestação. 

“Administrar a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera traz a certeza da efetivação de cuidados intermediários como mecanismos de redução da mortalidade infantil e materna”, afirma Cristiane Rosalina de Oliveira, diretora do Centro Materno Infantil. “O espaço, garante, possibilita o cuidado especializado em um ambiente harmônico, com todas as características de uma casa, que por sua função acolhedora por si só já traz estabilidade ao estado clínico dessas mulheres.”

Entre as ações que buscam a excelência na assistência à saúde da mulher e à redução de óbitos maternos, está a realização de partos normais no Centro de Parto Normal (CPN). São cinco quartos de pré-parto, parto e puerpério (PPP), com ambiente reconfortante e estrutura para um acolhimento humanizado. Lá, as gestantes são acompanhadas por médicos e enfermeiros obstetras que aplicam práticas humanizadas para que o trabalho de parto seja menos doloroso para a mulher, como analgesia não farmacológica.

O CMI também possui um bloco obstétrico equipado para assistência aos partos de alta complexidade. Em média são realizados 400 partos por mês na maternidade de Contagem, entre procedimentos normais e cesáreas. O percentual de cesáreas está entre o preconizado pelo Ministério da Saúde, 30% a 35%.

Objetivo do milênio – A instalação da Casa da Gestante está em sintonia com a quinta meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, listados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é a melhoria da saúde materna. No texto da OMS a meta número 5 deixa claro o objetivo: “Melhorar a saúde materna, diminuindo a mortalidade materno-infantil”. 

16 maio 2016

Hidroterapia e seus benefícios para as futuras mamães

hidro

A descoberta da chegada de um bebê muda completamente a vida de uma mulher. Podem ocorrer, por exemplo, alguns desconfortos como dor lombar e inchaço nos pés.

Para contribuir com as futuras mamães, a hidroterapia surge como uma importante aliada. Segundo o fisioterapeuta Rogério Celso Ferreira, da Fisior Hidroterapia, de Belo Horizonte (MG), com exercícios e técnicas específicas para as gestantes, a hidroterapia favorece a grávida promovendo uma adequada adaptação metabólica e estrutural do corpo para que a postura gestacional não se torne um problema futuramente.

“A lombalgia, ou dor lombar, muitas vezes pode limitar a rotina da gestante, levando a uma incapacidade motora. A fisioterapia na água diminui em grandes níveis essa dor. Já o inchaço, consequência da retenção de líquido e do aumento do tamanho do útero, também pode ser amenizado pela hidroterapia, através da pressão que a água faz na parte de baixo do corpo. Com isso há um aumento do retorno venoso, da circulação linfática e, consequentemente, uma diminuição do inchaço durante a gravidez”, explica o fisioterapeuta.

Além desses benefícios, a hidroterapia ainda possibilita a realização de exercícios com mais facilidade, promove fortalecimento muscular, melhora a respiração, proporciona alongamento e relaxamento muscular, alivia as tensões ocasionadas pela mudança postural da gestante, ativa a função intestinal e reduz a perda de urina involuntária por esforço.

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