17 set 2015

Minas Gerais na rota dos UFOS

Arquivado em Comportamento
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Ilustração

O Controle de Tráfego Aéreo da capital mineira é um dos mais movimentados do país. São centenas de pousos e decolagens nos aeroportos da Pampulha e de Confins, também conhecido como Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Estes dois aeroportos são os dois principais do estado e estão localizados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Além dos vôos comerciais normais e militares comuns eles estão às voltas com a presença de outras aeronaves não identificadas. Vários casos são registrados todos os anos.

“Na noite de 05 de fevereiro de 2002, por volta das 22:30 h, estava observando o céu quando notei um artefato com luz azul que passava lentamente no sentido leste-oeste. A princípio, pensei que se tratava de um avião, já que o local é rota conhecida. Logo vi que não, pois o objeto simplesmente parou no ar. Cheguei a pensar que se tratasse de um helicóptero, mas desprezei esta hipótese porque o UFO iniciou um processo de subida num ângulo de aproximadamente 45º e alternando as cores em azul, branca, amarela e vermelha. Depois ele desceu e fez vários vôos na linha do horizonte, quando, de repente, subiu e virou cerca de 90º vindo em direção ao meu prédio. Fez um vôo à meia altura e deu uma guinada para a esquerda, voltando ao ponto onde se encontrava antes. Quando passou por cima do meu apartamento, notei que possuía luzes azuis e brancas e uma vermelha, aparecendo de vez em quando. Imaginei que fosse a envergadura de suas asas.

O UFO retornou ao local de onde saiu, iniciando um voo mais longínquo, e desaparecendo por trás dos prédios. Continuando seu vôo, ele poderia ter pousado no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte (MG), que fica na mesma direção. Acredito que seja, de fato, um UFO, pois os movimentos eram muito estranhos para uma simples aeronave terrestre”. (Marco Túlio N. Chagas – relato para a revista UFO)

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União de (10/08/2010) regulamenta como a Aeronáutica deve lidar com assuntos ligados a “objetos voadores não identificados” (Óvni) no espaço aéreo nacional.

Segundo o documento, o Comando da Aeronáutica (Comaer) deve se encarregar apenas do registro de ocorrências e do seu encaminhamento para o Arquivo Nacional.

Ainda segundo a portaria 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, o responsável pelo recebimento e pela catalogação das notificações referentes aos Óvnis é o Comando de Defesa Aeroespacial (Comdabra).

Já as notificações relatadas por usuários dos serviços de controle de tráfego aéreo devem ser encaminhadas para o Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica (Cendoc).

Conversei sobre avistamentos de objetos não identificados em Minas Gerais com Thiago Luiz Ticchetti, natural do Rio de Janeiro e domiciliado em Brasília, pesquisa o fenômeno ufológico há mais de 20 anos. Atualmente é coeditor da Revista UFO. É membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Com vários artigos publicados na própria Revista UFO e nas publicações inglesas UFO Matrix e UFO Truth, é autor dos livros “Quedas de UFOs (2002), “Tipologia Extraterrestre” (2014), “Arquivos UFO: casos ufológicos Vols. I e II” (2013/2015) e “Universo Insólito, Livro de Bordo – Vols. I e II” (2015).

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Imagem: arquivo pessoal

Adriana Santos: É verdade que o estado de Minas Gerais é um dos estados brasileiros com maior número de avistamentos de objetos não identificados, em especial na Zona da Mata. Qual o motivo?

Thiago Ticchetti: Sim, o estado de Minas Gerais tem uma enorme incidência de avistamentos de objetos voadores não identificados. A Zona da mata é de fato um dos principais pontos, mas existem outros como Passa Tempo e São Tomé das Letras. Acredita-se que devido à grande riqueza mineral do solo mineiro, os OVNIs usam esse material como fonte de energia.

Adriana Santos: O Controle de Tráfego Aéreo do Aeroporto de Confins é um dos mais movimentados do país. Além dos vôos comerciais normais e militares comuns eles estão às voltas com a presença de outras aeronaves não identificadas. Qual foi o último caso registrado e qual sua importância para o avanço das pesquisas em nosso estado?

Thiago Luiz Ticchetti: O último caso registrado que tive notícia ocorreu sobre a cidade de Belo Horizonte em janeiro de 2015, quando três pessoas disseram ter visto um objeto discóide sobre a cidade, durante a madrugada. Infelizmente não há imagem desse objeto. O estado de Minas Gerais é um dos mais ativos na pesquisa ufológica. Entre os seus maiores pesquisadores destaco o Antônio Faleiro e o Paulo Baraky Werner, presidente do Centro de Investigações e Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados (Cipfani) e consultor da Revista UFO.

Adriana Santos: É verdade que o Aeroporto de Confins foi construído pensando em futuros contatos com outras vidas planetárias?

Thiago Luiz Ticchetti: Bom, isso eu não sei, mas te afirmo uma coisa, com a tecnologia das naves extraterrestres, eles não precisariam de um aeroporto nos moldes dos que temos hoje.

Adriana Santos:  A Aeronáutica está sensibilizada com o caso e ajuda nas pesquisas?

Thiago Luiz Ticchetti: Não. A Aeronáutica, infelizmente, não tem pessoal e orçamento para realizar uma investigação de todos os avistamentos que ocorrem no Brasil. O máximo que ela faz é ao final de cada ano enviar para o Arquivo Nacional em Brasília os relatórios de pilotos que viram alguma coisa diferente no céu. Caso esse contato tenha causado algum incidente mais grave, aí ela investigaria, mas como segurança aérea, e não por ser uma espaçonave extraterrestre. E é aí que a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) entra. Nossa sugestão ao Ministério da Defesa, durante uma reunião que tivemos em 2013 com eles, é que nós seríamos o material humano para realizar as investigações dos casos que a forças armadas nos repassassem.

Adriana Santos: Quais as intenções das visitas do extraterrestre? Somos cobaias?

Thiago Luiz Ticchetti:  Não temos certeza quais seriam essas intenções, mas a de nos destruir não é, pois senão já o teriam feito. Eu creio que para uma parte dos seres que nos visitam, somos sim parte de algum estudo científico deles, portanto, somos cobaias. Mas por mais absurdo que possa parecer, pode ser que algumas civilizações extraterrestres venham de “férias” ao nosso planeta (isso mesmo, ou não faremos o mesmo quando tivermos tecnologia para viajar a outros planetas do universo?) ou o utilizem como uma parada para descanso ou reabastecimento.

Por que os seres fora da órbita terrestre, ditos tão evoluídos, não se apresentam de forma mais objetiva? Por que eles dificultam a comunicação com os terráqueos?
Pelo simples fato de não querer. Não existe uma resposta mais clara. Se eles quisessem se comunicar ou manter algum contato, era só pousar seu disco voador e pronto.

Os extraterrestre podem ser divididos por “espécie”? Se sim, quantas espécies já foram pesquisadas?
Sim, podem. Ano passado publiquei um livro chamado “Guia da Tipologia Extraterrestre” onde eu catalogo a tipologia extraterrestre que já foi registrada. Eu os dividi em quatro grande grupos: Humanóides, Animália, Robótico e Exóticos. A partir daí há divisões em tipologia e depois variantes. Neste meu livro, foram catalogados 49 tipos de seres diferentes, baseados numa pesquisa bibliográfica e testemunhal de mais de três anos que culminou em 1.477 casos investigados, de um universo de mais de 8.000 relatos.

Adriana Santos: Os extraterrestre estão interessados em meio ambiente e nos nossos recursos naturais?

Thiago Luiz Ticchetti: Sim, também. Recursos como água, metais, minerais e energia, isso sem falar em DNA humano.

Adriana Santos: O que são abduções e para que servem?

Thiago Luiz Ticchetti: É quando a ou as pessoas são retiradas, contra sua vontade do lugar onde estão e levadas a bordo de UFOs ou instalações secretas extraterrestres. Segundo as pesquisas sobre esse fenômeno, nesses locais os seres humanos são submetidos desde a retirada de amostras biológicas a contatos telepáticos com alienígenas até a colocação de chips, relações sexuais e inseminações artificiais para a criação de seres híbridos.

Adriana Santos: Você já foi abduzido ou presenciou ufos? Ficou com medo?

Thiago Luiz Ticchetti: Não, jamais e não aconselho. As consequências nunca são boas. Lembre-se que quando você é abduzido, você é retirado contra a sua vontade de onde você está e submetido a procedimentos nem sempre prazerosos.

Adriana Santos: Precisamos temer os extraterrestre?

Thiago Luiz Ticchetti:  Genericamente não; e eu digo genericamente porque há casos onde os seres alienígenas agrediram humanos. Por exemplo, em meados da década de 50 na Venezuela, foram feitos vários relatos onde seres peludos, baixos, mas extremamente fortes tentaram abduzir pessoas e não conseguindo entraram em luta corporal com várias delas. Eu acho que devemos temer mais a nós mesmos.

Adriana Santos: Os extraterrestre são seres com valores morais e religiosos parecidos com os dos humanos?

Thiago Luiz Ticchetti: Depende do tipo de ser. Os seres que fazem as abduções normalmente são os do tipo (gray). Esses seres não demonstram qualquer tipo de sentimento, segundo os relatos. Eles simplesmente fazem o que tem que fazer. Por outro lado, os seres nórdicos, os que são parecidos com seres humanos e na grande maioria dos casos de contato, falam em um mesmo deus para todas as espécies existentes, alertam para a possibilidade de nossa autodestruição e as consequências disso para o universo. Esses seres eu acredito que tenham valores morais e até mesmo religiosos.

Adriana Santos: Eles vão se revelar ainda nesse século?

Thiago Luiz Ticchetti:  Como pesquisador, essa revelação já ocorreu há milênios. Mas eu entendi o que você quis dizer. Eu acredito que nós vamos, ainda neste século, chegar à conclusão de que não estamos sozinhos no universo e que existem seres de outros planetas nos visitando. O que em que isso acontecer, a humanidade dará início a um novo marco em sua história.

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12 ago 2015

Mundo Senai abre as portas para comunidade

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22 jul 2015

Mercado Central de Belo Horizonte ignora resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária

Arquivado em Direito Animal
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Foto: Adriana Santos

O Mercado Central de Belo Horizonte ainda não se “adaptou” ou faz “vistas grossas”  às novas regras para a exposição de cães, roedores, pássaros e outros animas domésticos em vitrines e gaiolas. A resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) entrou em vigor em 15 de janeiro deste ano.

A resolução prevê regras para a comercialização dos animais. Desde janeiro de 2015, os bichos podem ficar expostos, mas em ambiente livre de excesso de barulho, com luminosidade adequada, livre de poluição, em ambiente limpo e sem riscos de acidentes, os locais têm que ter espaço para movimentação. Os estabelecimentos e veterinários que não cumprirem os requisitos definidos na resolução estão sujeitos a multas.

O presidente da Comissão Comissão Extraordinária de Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o deputado Noraldino Júnior (PSC), solicitou, (21/07), que seja encaminhado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado pedido de providências para que fiscalize o Mercado Central de Belo Horizonte, no que se refere ao cumprimento da Resolução nº 1069 2014 do Conselho Federal de Veterinária.

Conversei com o deputado sobre o descumprimento do Mercado Central de Belo Horizonte da resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária, direito dos animais selvagens, como denunciar maus- tratos e a proposta da criação dos conselhos tutelares para a defesa dos animais. Confira:

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Imagem perfil público Facebook

Adriana Santos: Por que o Mercado Central de Belo Horizonte ainda comercializa animais, como cães, gatos, pássaros, pequenos roedores, coelhos e outros? É visível que alguns animais permanecem dopados durante todo dia, além da permanência em ambiente ruidoso e sem o alcance da luz solar (tão necessária para os animais).

Noraldino Jr.: Acredito que até hoje não houve vontade daqueles que podem mudar esta realidade. E esta comissão está aqui também para combater as atrocidades que acontecem no Mercado Central de Belo Horizonte. Para se ter um exemplo, lá ocorre um desrespeito total da Resolução 1.069/2014, do Conselho Federal de Medicina Veterinária. Lá não são cumpridas as mínimas condições de higiene e médico-veterinárias. Os animais ficam expostos a doenças e a condições precárias de sobrevivência. Sou terminantemente contra o que acontece no local e me esforçarei como parlamentar e presidente da Comissão de Proteção dos Animais da ALMG para ver o comércio de animais extinto naquele lugar.

Adriana Santos: Uma sentença inédita no Brasil condenou uma mulher a 12 anos de prisão por maus-tratos e pelas mortes de 37 animais. Podemos acreditar que outras medidas punitivas de maior alcance para coibir os maus-tratos contra animais serão sentenciadas no Brasil? Qual o papel da Comissão da Assembléia Legislativa para que isso ocorra?

Noraldino Jr.: Sim. Na minha opinião, este é um caminho sem volta. Os animais vão sim deixar de ser tratados como “coisa” pela legislação e passarão a ser tratados como sujeitos de direito. Está cada vez mais claro que os animais são seres sencientes, que sentem dor e que têm medo. Cada vez mais os crimes previstos na Lei 9.605 serão punidos (e nós também vamos ajudar a cobrar tais ações).

A Comissão pode, assim como já tem feito, denunciar casos de maus-tratos e pedir as providências necessárias às autoridades policiais e judiciárias competentes. Queremos, com nosso trabalho, deixar claro que crimes contra animais não serão mais tolerados em nosso Estado.

Adriana Santos: Na sua página do Facebook, o senhor disse: “Cachorro, gato, capivara, passarinho, não importa a espécie: aqui na Comissão defendemos os animais!”. Qual a atuação do nosso estado quando o assunto é animal selvagem? Como a Comissão em Defesa dos Animais pode atuar na conservação de animais como a onça-pintada e o lobo-guará?

Noraldino Jr.: A tutela e guarda dos animais selvagens é dever de todos os entes da Federação, conforme podemos verificar no Art. 225 da Constituição, que afirma ser do Poder Público e da coletividade o dever de defender o meio ambiente como um todo, preservando-o para as presentes e futuras gerações.

O Estado de Minas Gerais pode e deve atuar na defesa da fauna através de seus órgãos constituídos e subordinados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, promovendo ações diretas de preservação e combate ao extermínio e maus-tratos dos animais selvagens, bem como através de campanhas educativas que demonstrem a vulnerabilidade de espécies como a onça pintada, que na nossa região já é pouco vista, e o lobo guará. Também pode haver atuação através de parcerias com entidades da sociedade civil de preservação a essas espécies ameaçadas. A Comissão Extraordinária de Proteção dos Animais da ALMG pode atuar promovendo o debate em torno do assunto, através da realização de seminários, debates e audiências públicas e, a partir do que se levantar desses eventos, esboçar e encaminhar sugestões ao Poder Executivo.

A Comissão também pode sugerir projetos de lei com foco na defesa dos direitos dos animais e, principalmente, dar publicidade e evidência a estes temas tão pouco debatidos no Legislativo mineiro até então. Vale destacar que um dos objetivos da Comissão é permitir que o Poder Público municipal e estadual, através de seus representantes máximos, se conscientizem da necessidade de se implantar em suas esferas programas e ações efetivas no combate aos maus-tratos, ao extermínio de animais, no incentivo de programas municipais e estaduais de castração de animais vagantes, semi-domiciliados e da população carente. Também buscamos a conscientização da população, mostrando a importância da guarda responsável, trazendo à tona todos os problemas causados pelo abandono de animais.

Adriana Santos: Deputado, o senhor é defensor dos conselhos tutelares para a defesa dos animais em nosso estado. Como seria a atuação desse órgãos fiscalizadores?

Noraldino Jr.: Sou inclusive autor de um projeto de lei que visa criar o conselho tutelar de proteção dos animais em Minas. O reconhecimento e a existência de um órgão como este permitirá a efetivação dos direitos dos animais. Isso ajudaria, por exemplo, Ongs, protetores independentes e ativistas, que já trabalham na área, a receber o devido reconhecimento do Poder Público e a ter legitimidade nas suas ações, pois não são poucas as vezes em que esses grupos são questionados em seus trabalhos.

Vale ressaltar que são eles, na grande maioria das vezes, que assumem toda a responsabilidade no combate aos maus-tratos aos animais, dispensando, inclusive, recursos próprios no custeio de atendimentos veterinários, por exemplo. Assim, o conselho atuaria como um órgão de proteção e tutela dos animais, reconhecido pelo Poder Público local, permitindo uma fiscalização intensa e uma mudança do cenário atual de extremo descaso com os animais e com a maioria daqueles que doam seu tempo e recursos por esta tão nobre causa.

Adriana Santos: Como denunciar maus tratos a animais na Assembleia Legislativa? Os denunciantes podem acompanhar o andamento da demanda por telefone ou internet?

Noraldino Jr.: A Comissão tem um e-mail por onde recebe denúncias e sugestões (protecao.animais@almg.gov.br). Por enquanto, ainda não temos uma forma de acompanhar essa demanda pela internet, mas quem quiser informações sobre os casos encaminhados pode entrar em contato com o meu gabinete através do telefone (31) 2108-5962, que passamos as informações.

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Foto: Adriana Santos

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