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11 nov 2016

Maior parte das mortes súbitas costumam ocorrer fora do hospital

Arquivado em Comportamento, cursos, saúde
parada

Imagem: Google

Por: Rose Leoni

Aproximadamente uma entre cada dez pessoas sobrevive a uma parada cardíaca (em ambiente extra-hospitalar). De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 40% das mortes no mundo estão ligadas ao problema. Mais de 350.000 casos anuais nos EUA (em ambiente extra-hospitalar).

Segundo o médico Hélcio Levindo Coelho Neto, diretor da CUREM – Cursos de Urgência e Emergência, dados atualizados mostram que cerca de 70% das paradas cardíacas ocorrem nas próprias casas das vítimas. Entretanto, a reação das pessoas que presenciam os ataques é de perplexidade seguida de desespero em busca de ajuda. O que as pessoas não sabem é que saber atuar diante de tal emergência pode salvar a vida do paciente, uma vez que a chance de sobrevivência perante o problema é uma verdadeira corrida contra o tempo.

“Tomar as medidas corretas nos primeiros minutos da incidência pode reduzir expressivamente as chances de morte da vítima e, consequentemente, os altos índices de mortalidade por parada cardiorrespiratória”. O médico afirma que com um atendimento correto nos primeiros 10 minutos, as chances de sobrevivência do paciente chegam a triplicar. “Diante deste cenário, o ideal é que todas as pessoas aprendam a lidar com este tipo de emergência, como acontece nos EUA. Cursos de primeiros socorros em casos de paradas cardíacas deveriam ser obrigatórios em escolas e instituições”. Infelizmente, somente cerca de 45% das pessoas que presenciam uma PCR tomam as medidas corretas antes do serviço médico de emergência chegar.

Pensando nisto e já tendo passado por tal situação duas vezes com parentes próximos, o médico idealizou o Projeto Amigo do Peito. Pioneiro no Brasil, o projeto visa capacitar pessoas leigas (através de escolas e empresas) para lidar com emergências médicas – principalmente paradas cardiorrespiratórias. O processo, já implementado no colégio Santa Dorotéia, em Belo Horizonte, ensina os alunos a reconhecerem e tratarem uma parada cardiorrespiratória, além do momento exato para acionar o serviço de emergência, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). De acordo com Zuleica Reis Ávila, diretora Administrativa do Colégio Santa Dorotéia, sabe-se que o salvamento de uma vida nem sempre depende apenas de um médico. Em muitas situações, se existir alguém que conheça as noções básicas dos primeiros socorros no local, as chances de salvar uma vida são muito maiores. “Por isso, o Colégio Santa Dorotéia resolveu ampliar essa capacitação, abraçando como pioneiro, o projeto da CUREM: “Amigo do peito”. Esta capacitação para os nossos jovens alunos, envolvendo áreas do conhecimento e a CUREM fará com que eles possam atuar em situação de emergência contribuindo para salvar vidas”, diz.

O Projeto está sendo desenvolvido esse ano com os alunos do Ensino Médio, e continuará nos anos seguintes. “O arrojado Projeto apresentado pela CUREM é apoiado pela Direção, Equipe técnica e Professores, abordando conteúdos diferentes e de extrema importância para todos. Acreditamos que ampliando a capacitação para os nossos alunos, contribuiremos de alguma forma, para o atendimento momentâneo, e assim faremos a diferença. Com essa capacitação será possível manter os sinais vitais de uma vítima até que o socorro especializado chegue” ressalta.

Segundo Ana Loureiro, coordenadora do Departamento de Educação Física e Artes, do Colégio, “estamos proporcionando aos nossos alunos, além de importante conteúdo, a possibilidade de serem bons cidadãos, capacitados para atuar em situação de emergência, fazendo o bem ao outro”, explica. Ainda de acordo com ela, os alunos têm se envolvido de forma surpreendente. Estão percebendo a importância destes conhecimentos, não apenas no ambiente escolar, mas para a vida, como bem tem sido colocada pela equipe da CUREM. “Em algum momento, todos nós poderemos passar por uma situação destas de emergência, e estarmos capacitados, preparados para ajudar, pode salvar uma vida, e mudar a vida de outras pessoas. Estamos muito satisfeitos com essa primeira fase de implantação do projeto, com a repercussão que teve entre os alunos, e o envolvimento total por parte deles. Agradecemos à Direção do colégio, que abraçou esse projeto, percebendo sua importância para a formação de cidadãos conscientes, comprometidos com a transformação social”, finaliza.

O curso tem o objetivo de ensinar os alunos a atuarem sozinhos e/ou em equipe diante da maior emergência médica do mundo, a parada cardiorrespiratória, até que chegue o atendimento especializado. “O nosso objetivo é tornar o pronto-atendimento a estes casos de emergência corriqueiros e comuns às pessoas a fim de reduzir a incidência dessas mortes. A capacitação engloba técnicas de ressuscitação cardiopulmonar, massagem cardíaca e desfibrilação”. Para que as simulações sejam reais, a CUREM conta com equipamento de última geração, com manequins que permitem autênticas simulações.

SERVIÇO

CUREM – Cursos de Urgência e Emergência
Rua Montes Claros, 1410 – Anchieta, Belo Horizonte – MG
Telefone: (31) 2573-2599

22 abr 2016

Doenças cardíacas provocam 30% de mortes no Brasil

Arquivado em saúde
coração

Imagem Google

Por: Heberth Miotto,é especialista em cardiologia e medicina intensiva e coordenador do Centro de Terapia Intensiva do Biocor Instituto.

A procura por consulta cardiológica aumenta quando uma figura popular ou um político morre de problemas cardíacos. Exemplos de personalidades que morreram vítimas de arritmias cardíacas, o cantor Jair Rodrigues e o ator José Wilker. A estimativa da incidência de morte súbita cardíaca é de um caso para cada 100 mil habitantes por ano. Em uma cidade como Belo Horizonte e região metropolitana, ocorrem cerca de 50 a 100 casos. O coração é alvo de atenção especial da mídia e da população em geral.

As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% dos óbitos no Brasil. Entre essas, o infarto é uma das principais causas. Entre todas as doenças cardíacas, a doença vascular coronariana é a mais importante, pois atinge a faixa populacional em fase mais produtiva da vida, causando um impacto social e econômico significativo. A manifestação mais conhecida da doença coronariana é o infarto agudo do miocárdio, quando ocorre uma oclusão completa de um vaso que nutre o músculo cardíaco (miocárdio), chamada coronária.

Outra manifestação grave é a ocorrência de arritmias, quando o coração perde o ritmo normal e pode chegar até a parar. Nesse caso, ocorre uma arritmia muito grave chamada fibrilação ventricular. Quando o quadro surge e o paciente não está em ambiente hospitalar, ocorre a síndrome da morte súbita. O único tratamento efetivo para morte súbita ou fibrilação ventricular é a desfibrilação imediata, por meio de um aparelho chamado desfibrilador, que emite uma descarga elétrica por corrente contínua que atravessa o coração interrompendo a arritmia. Muitas vezes, o quadro não ocorre devido a um infarto cardíaco, mas à presença de múltiplas cicatrizes de infartos anteriores. Por isso mesmo, muitas pessoas confundem a síndrome da morte súbita com infarto cardíaco.

Desfibrilação

A Associação Americana do Coração (American Heart Association) criou, na década de 1990, o programa de acesso público à desfibrilação, em que o leigo teria acesso a desfibriladores automáticos que converteria toda arritmia letal ou potencialmente letal. Para esse fim, a indústria de equipamentos desenvolveu os chamados DEA ou desfibrilador externo automático, que é capaz de reconhecer a fibrilação ventricular e solicitar ao profissional de saúde ou qualquer pessoa para apertar o botão e deflagrar o choque que irá salvar a vida da vítima.

Mas não basta aplicar o choque. Também é necessário fazer a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) ou massagem cardíaca que, com o DEA, pode salvar vidas. Desde 2000, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, com alguns hospitais, tem administrado cursos de ressuscitação para a população leiga, com o intuito de capacitá-los a realizar RCP e manusear o DEA. Esses últimos já estão disponíveis em vários clubes e associações e locais com grande concentração de pessoas.

Tão importante quanto o atendimento das urgências são os cuidados hospitalares na fase de recuperação. É fundamental que o cardiologista geral ou o cardiologista intensivista comece, precocemente, os cuidados pós-ressuscitação com a indicação de cineangiocoronariografia (“cateterismo”) para tratar os pacientes vítimas de infarto, que levaram à parada cardíaca.

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