17 maio 2017

Vacinação contra a gripe, higiene e não fumar são medidas preventivas contra a pneumonia

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A pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos (vírus, bactéria ou fungo) ou pela inalação de produtos tóxicos. Ela pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções ou, no caso do inverno, devido a mudanças bruscas de temperatura. Essas mudanças comprometem o funcionamento adequado do sistema respiratório, o que acarreta em uma maior exposição aos micro-organismos causadores da doença.

Segundo o diretor do Hospital Bom Jesus de Congonhas, Dalbert Dutra: “a doença é o principal motivo de internação clínica, corresponde a cerca de 10% do total de internações da instituição”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a maior responsável pelas mortes de crianças menores de 5 anos: mais de 1 milhão em todo o mundo. Os sintomas mais comuns são tosse com secreção, febre alta, calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio do exame clínico e de raio-x do tórax. Exames complementares também podem ser necessários para identificar o agente causador da doença.

Desde 2010, o Ministério da Saúde oferece no Programa Nacional de Imunização a vacina Pneumocócica 10-valente. As crianças são vacinadas em 3 doses: aos 2 meses, 4 meses e reforço aos 12 meses. A vacina, além de prevenir contra a pneumonia, também imuniza as crianças contra problemas como otite, meningite e infecções causadas pelo Pneumococo.

Outra vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) é a Pneumocócica 23, também contra a pneumonia, mas direcionada aos idosos e demais pacientes com indicação.

As principais formas de prevenção são recomendações simples: lavar as mãos, não fumar, evitar aglomerações e se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação contra a gripe reduz bastante as hospitalizações por pneumonias e a mortalidade global pela doença. Por isso, devem ser vacinados os grupos considerados mais vulneráveis às formas graves da doença: gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, crianças de 6 meses a 2 anos, profissionais de saúde, doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade ou com 60 anos de idade ou mais.

03 dez 2015

Organização Mundial da Saúde declara Brasil país livre da rubéola

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O Brasil recebeu o certificado de eliminação da rubéola, depois de cinco anos sem registros de casos de transmissão da doença. O reconhecimento foi entregue pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, nessa quarta-feira (2).

Para receber o título, o Brasil teve que comprovar à OMS que desde 2008 não registra casos de rubéola e desde 2009 não registra casos de síndrome da rubéola congênita. Em abril a OMS reconheceu toda a América como a primeira região do mundo a alcançar a eliminação da rubéola e da síndrome.

Durante a cerimônia, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, lembrou que assim como o vírus Zika, o vírus que provoca a rubéola também pode causar defeitos no feto, como microcefalia, quando a gestante é infectada no início da gestação.

Segundo o ministro, esse título é devido um esforço de vacinação em massa de mulheres entre 20 e 39 anos, que começou no início da década passada. “Nada é mais efetivo para a saúde publica do que as vacinas, e foi esse trabalho intenso da vacina em massa contra a rubéola que nos levou a esse certificado.” Segundo o ministro, apesar dos recentes casos de sarampo no nordeste do Brasil, a OMS está analisando se o país também pode ser considerado livre dessa doença.

Rubéola

No campo das doenças infecto-contagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está representada pela ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe (aborto e natimorto) e para os recém-nascidos, como malformações congênitas (surdez, malformações cardíacas, lesões oculares e outras).

Vacinação

A vacina contra a rubéola é a única medida preventiva e a mais segura. Para isso, é importante que o esquema vacinal esteja completo.

A primeira dose deve ser aplicada aos doze meses de vida e o reforço entre quatro a seis anos de idade. Todas as mulheres e homens até 49 anos também devem ser vacinados, independentemente de história pregressa da doença.

Qual o microrganismo envolvido?

É o vírus do gênero Rubivírus, da família Togaviridae.

Quais os sintomas?

O paciente apresenta febre baixa, linfoadenopatia retro auricular, occipital e cervical, acompanhado de exantema máculo-papular.

Como se transmite?

A transmissão é diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções nasofaríngeas expelida pelo doente ao tossir, respirar, falar ou respirar.

Como tratar?

Tratamento assintomático.

29 maio 2015

Mau hálito afeta 40% da população mundial, alerta OMS

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A halitose, popularmente conhecida como mau hálito, é alteração do hálito que pode ser ou não uma doença. Normalmente significa alguma disfunção orgânica (demanda tratamento) ou fisiológica (demanda orientação) no corpo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 40% da população mundial enfrenta o problema.

Conversei com o especialista em implantodontia e odontologia estética, Dr. Paulo Coelho Andrade, sobre o assunto de saúde que preocupa tantos brasileiros(as). Confira:

Adriana: O que provoca o mau hálito?

Dr. Paulo Coelho Andrade: A halitose, na maioria das vezes, é causada por problemas na cavidade bucal como estagnação de restos alimentares, doença periodontal, cárie dental com ou sem necrose pulpar e saburra lingual. Todas estas coisas levam à formação de substratos que podem produzir o odor.

Adriana:  Chicletes, balas e spray com sabores resolvem o problema do mau hálito?

Dr. Paulo Coelho Andrade: Não. Somente mascaram o problema. O correto é ir ao dentista e realizar uma consulta para investigar a causa do mau hálito, pois existem vários tipos de halitose:

 -Halitose da manhã;

– Halitose da fome e do regime;

– Halitose por doença periodontal;

– Halitose por saburra lingual;

– Halitose por má higiene bucal.

Adriana: O mau hálito é sinal de doença?

Dr. Paulo Coelho Andrade: A halitose não é considerada doença, mas pode ser sinal de alguns sérios problemas de saúde como cárie, gengivite, diabetes, distúrbios renais e doenças do estômago.

Adriana: Os relacionamentos sociais podem ser prejudicados por conta do mau hálito?

Dr. Paulo Coelho Andrade: Da mesma forma que um sorriso espontâneo e bonito atrai e conquista, o mau hálito pode destruir relacionamentos mesmo antes de começarem. As pessoas que têm hálito desagradável são muito prejudicadas em seus relacionamentos sociais, afetivos e profissionais. O que agrava situação, na maioria dos casos, é que elas não são conscientes do problema porque as pessoas próximas se sentem constrangidas em comentar e o portador do mau hálito tem o que chamamos de fadiga olfativa, que faz com que ele mesmo não perceba.

A relação dos odores bucais com os aspectos sociais sempre foi fator de preocupação para a sociedade que, procurando mascará-los, se utilizava de diversos artifícios e substâncias. O mau odor bucal sempre foi e ainda é um obstáculo para a plenitude da vivência conjugal. Sendo a halitose um distúrbio que acompanha a sociedade há muitos anos, revela-se inaceitável que, com o avanço dos conhecimentos, estes não sejam transmitidos de forma adequada para a população. O desconhecimento sobre como prevenir halitose permite a sua ocorrência, limitando a qualidade de vida. Tais problemas poderiam ser sanados facilmente por meio da educação em saúde, pois a etiologia da halitose concentra-se basicamente na boca.

Adriana: Qual a melhor forma de se evitar o mau hálito?

– Realizar uma boa higiene bucal diariamente com uma escova de dente macia ou extra-macia, não se esquecendo de utilizar o fio dental;

– Higienizar o dorso da língua com a escova ou raspadores de língua;

– Evitar a ingestão de álcool e o fumo;

– Não ingerir alimentos condimentados frequentemente e fazer refeições várias vezes ao dia evitando o jejum prolongado;

– Visitar o dentista regularmente (no mínimo de 6 em 6 meses)

Adriana: A higiene bucal é a única forma de se evitar mau hálito?

Dr. Paulo Coelho Andrade: Não é a única forma, mas é a essencial para os cuidados bucais, pois além de prevenir o mau Hálito, previne diversas doenças bucais. As escovações devem ocorrer após todas as refeições e antes de dormir. Fios dentais e anti-sépticos bucais também fazem parte da limpeza.

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