28 ago 2019

Polícia Militar de Minas Gerais realiza semana da saúde, em Sabará

Desde segunda-feira (26/08)  até sexta-feira (30/08), policiais militares participam da 2ª Semana da Saúde do 61º Batalhão, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A solenidade de abertura teve a presença do Diretor de Saúde da Polícia Militar Sr. Coronel Welson que enfatizou sobre os importantes trabalhos realizados no Hospital da Polícia Militar e nos NAIS das unidades. Tenente Coronel Mauro comandante do 61º BPM agradeceu a importante presença do Coronel e o homenageou com o troféu do Guardião da Vila Real.

A solenidade prosseguiu com os oficiais da área de saúde qu palestram sobre os seguintes temas: “Periodontia e Implantodontia”, ministrada pelo Major QOS Seabra; “Qualidade de Vida” ministrada pelo 2 º Ten QOS Guenael; e “Comunicação não Violenta”, ministrada pela 2º Ten QOR Silvia.

Ao longo da semana serão realizadas outras atividades como vacinação, medição de pressão arterial, bioimpedância e palestras sobre higienep bucal destinada ao público infantil. E para fechar a semana, a tropa participará de um “aulão” de Aeroboxe comandada pelo Ten Roberto Silva e posteriormente correrão pelas ruas da cidade.

Major Ivana, Chefe do NAIS do 61º BPM, disse que objetivo das atividades da Semana da Saúde é despertar e conscientizar os policiais para o autocuidado. Iniciativas como essas podem resultar no aumento da higidez física e mental da tropa com reflexos positivos na qualidade de vida.

Crédito: Polícia Militar de Minas Gerais

12 fev 2018

Foliões de BH homenageiam os índios e elogiam a atuação da PM e da Guarda Municipal

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Resolvi dar um rolezinho  no carnaval mais esperado do Brasil em plena capital mineira. Então, desci Floresta e subi Bahia. Em todo trajeto, vi BH  lotada de gente criativa, diversa, festiva e disposta a curtir a folia sem perder a ternura jamais. É claro que o trânsito estava caótico, as ruas praticamente intransitáveis. Motoristas disputavam espaço com os foliões, mas sem maiores transtornos. “Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”.

Os ambulantes de bebidas praticavam o livre comércio. Bebi uma latinha de cerveja da mesma marca por seis e outra por cinco reais. Fiquei nas duas latinhas – ainda tinha muita coisa para aproveitar. Como amo BH!

Como sempre, aqui no horizonte de alegria, os foliões dos blocos de carnaval não perderam o humor, a piada e a oportunidade de enfatizar a importância do respeito ao outro. Afinal, o nosso carnaval renasceu da manifestação social e política. Não poderia ser diferente, né? O maior ato político é saber conviver com as diferenças.
IMG_1837[1]Encontrei até as figuras simpática de Jesus e do Capiroto! Brincadeiras de lado, o importante é entender de uma vez por todas que somos seres livres para escolher os nossos caminhos, mesmo que isso, às vezes, nos parece insuportável. IMG_1830[1]

E a tal polêmica das fantasias de índio? De acordo com um vídeo postado pelo site “Catraca Livre”,  sete fantasias não devem ser usadas no carnaval por serem preconceituosas ou machistas, uma delas é justamente a vestimentas dos índios. Só que aqui em “Belzonte”,  os foliões resolveram transformar preconceito em homenagem. O que você acha?

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A fonte da beleza é a alegria! Como amo BH!

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Para concluir, parabéns especial aos policiais da  Polícia Militar e aos agentes da Guarda Municipal.  Por todos os lados, eles e elas estavam para garantir a segurança dos foliões. Pedi informações para alguns deles, fui recebida com atenção e gentileza. Um deles pegou o celular para me passar uma informação. Nota 10.

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Os foliões elogiaram a atuação da polícia, mas reclamaram do acesso ao transporte público. No entanto, ainda estamos na vantagem.

05 ago 2017

OPINIÃO: Pela valorização da Polícia

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euler junior

Foto: Euler Junior

No dia 10/07, um grupo de oito criminosos armados com fuzis atirou contra as agências na tentativa de abrir os caixas eletrônicos, em Santa Margarida, Zona da Mata de Minas Gerais. Os policiais foram até o local e trocaram tiros com os bandidos. O cabo Marcos Marques da Silva da Polícia Militar de Minas Gerais, 36 anos, foi baleado e morreu na calçada de uma das agências.

A morte do cabo Marcos comoveu a pequena cidade mineira e policiais de todo país. Um dia após o ocorrido, o governador Fernando Pimental fez um vídeo em solidariedade a amigos e familiares do PM. Policiais de Minas Gerais e de outros estados prestaram várias homenagens ao herói de farda.

No Rio de Janeiro, até agora, 91 policiais militares foram  mortos. A fatura está sendo paga com o aumento da criminalidade. A morte de policiais em todo país  não é mais casos isolados, como alguns gostam de dizer por aí. Pelo contrário, é uma realidade cruel estampada em nossa cara. Só não vê quem não quer.

Muito mais do que a desmilitarização, é preciso mais investimentos em segurança pública, programas de combate à criminalidade, leis mais severas no sistema prisional e valorização dos policiais que enfrentam o perigo para garantir a nossa segurança. O policial não pode mais ser visto como um inimigo; aquele que acha que “bandido bom é bandido morto”; aquele insensível que mata por matar e vai dormir no berço esplendido.  Colocar o policial na posição de “bode expiatório” de um sistema de segurança falido é uma inversão de valores!

“Mas não basta tratar como herói o policial – também é preciso tratar o bandido como bandido. O ser humano é um ser relativo e não consegue julgar em absoluto, mas somente por meio de comparação. Por isso, ao mesmo tempo em que se enaltece o policial corajoso e honesto, é preciso punir verdadeiramente o criminoso, para marcar a diferença entre ambos. O policial se revolta ao proteger de linchamento o estuprador de uma criança ou ao levar para o hospital o bandido ferido que tentou matá-lo porque sabe que seu trabalho heroico e humanitário foi inútil: logo, esses bandidos serão postos na rua para cometer novos homicídios e estupros”(José Maria e Silva no artigo “A falácia da desmilitarização da polícia).

Nesse sentido, devemos separar o joio do trigo e não mais “jogar fora o bebê  junto com a água suja”. É preciso um momento de reflexão sobre o papel da polícia em nossa sociedade. Afinal os policiais são profissionais que integram um sistema maior chamado “Segurança Pública”.  Uma andorinha só não faz verão, mas pode acordar um batalhão inteiro. #TamosJuntos

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