31 dez 2018

Cenas urbanas: os adoráveis gatos do Parque Municipal de BH conquistaram meu coração

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O ano de 2018 não foi fácil para mim. Foram muitas inquietudes, provações e batalhas, além de presenciar momentos difíceis na política brasileira. No entanto, o “Ano Velho” deixou algo especial na minha vida: o hábito saudável de caminhar, praticamente todos os dias, em um dos locais mais exuberantes da capital mineira, o Parque Municipal de Belo Horizonte. É o patrimônio ambiental mais antigo de BH e foi projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais. Possui uma área de 182 mil metros quadrados de extensa vegetação. Abriga o Teatro Francisco Nunes, Orquidário, um pequeno parque de diversões e a parte dos fundos do Palácio das Artes. Foi lá que encontrei o principal motivo de sempre voltar: a amizade. Fiz vários amigos especiais, entre moradores de rua, gatos e cuidadores de felinos. É muito amor, minha gente!

Nunca imaginei sentir tanto afeto pelos gatinhos… Sempre fui mãe de cachorro. Acreditei até em possuir um temperamento canino. Com relação aos felinos, só tinha olhos voltados para a onça-pintada, o jaguar (onça-pintada), o maior das Américas.  Agora, me vejo rodeada de gatos. Dois, em especial, me adotaram! É incrível! Nem preciso levar petiscos para atraí-los. Para falar a verdade, hoje foi a primeira vez que comprei um pacotinho de biscoitos para gatos. Não vejo a hora de agradar meus amores!

É impossível ficar indiferente diante dos gatos do Parque Municipal de BH. Por isso, sempre há no local voluntários dispostos a contribuir com o bem estar dos adoráveis bichinhos. Os moradores de rua, que frequentam o parque, estão sempre atentos e sabem informar o paradeiro de cada um. A Prefeitura é responsável por castrá-los e vaciná-los. Só não consigo aceitar o corte nas orelhinhas para identificá-los, mas minha indignação é pauta para outra postagem. Preciso investigar melhor os motivos de tal decisão. Nada de julgamentos, sem argumentos, né?

Bastet,Os gatos fazem história. No antigo Egito, eles ajudaram os governantes a controlar os ratos que infestavam a região, destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças. Por isso, os egípcios dedicavam rituais de veneração aos gatos, como por exemplo, costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. As mulheres acreditavam que os bichanos representavam a beleza. Elas pintavam os olhos na tentativa de conseguir imitar o olhar felino. Os gatos tinham direitos aos ritos fúnebres, sendo embalsamados e sepultados. No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet, representante do amor materno e trazia proteção aos lares.

Maneki-Neko-JapaoOs japoneses também são conhecidos pelo amor aos gatos. Em 22 de fevereiro é comemorado o Neko no Hi, o Dia do Gato no Japão.

Já o Maneki Neko, que significa “gato acenando”, é o gato da sorte japonês. A figura feita de cerâmica também tem um dia comemorativo (29/09). Apesar de ser originalmente branco, ao longo do tempo, o gato japonês passou a ser comercializado nas mais variadas cores, sendo a cada uma delas atribuído um significado diferente.

Significado das Cores do Maneki Neko. Confira:

• Maneki Neko Branco: Traz sorte e felicidade
• Maneki Neko Preto: Afasta os maus espíritos e protege de doenças
• Maneki Neko Dourado: Traz Riqueza e Prosperidade
• Maneki Neko Prateado: Traz saúde e longevidade
• Maneki Neko Rosa: Sucesso no amor e nos negócios
• Maneki Neko Verde: Traz sucesso acadêmico e profissional
• Maneki Neko Amarelo: Traz boas amizades e relacionamentos
• Maneki Neko Vermelho: Protege contra os espíritos malignos e doenças
• Maneki Neko Azul: Ajuda a realizar os sonhos.

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Quando estava brincando com meu amiguinho, recebi das mãos de um morador de rua uma rosa artesanal feita por ele. Que emoção! São pequenos gestos que fazem toda diferença. Gratidão, amigo! Que 2019 seja de muito amor.

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24 nov 2017

Novos equipamentos garantem segurança e qualidade no atendimento aos usuários da Santa Casa de Lagoa Santa

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde, SUS

SANTABLOG

O estacionamento da Santa Casa de Lagoa Santa/Hospital Dr. Lindouro Avelar foi palco de comemorações, homenagens e doações. Na tarde chuvosa desta quinta-feira (23/11), o prefeito, Rogério Avelar presidiu a solenidade de doação de equipamentos de última geração para a instituição, ao lado do secretário de Saúde, Gilson Urbano. Prestigiaram a solenidade, vereadores; o novo gestor do hospital, Paulo Boschi; as voluntárias da ASSANTA; a renomada artista plástica, Lêda Gontijo, pacientes e funcionários.

santa 1Para garantir segurança e a qualidade no atendimento foram doados ventiladores pulmonares (adulto, pediátrico e neonatal), cardioversor, carrinho de emergência e foco cirúrgico e rouparia. Durante o evento também foi lançado oficialmente o novo portal da Santa Casa www.santacasalagoasanta.org.br. Paulo Boschi agradeceu a entrega dos equipamentos e ressaltou a importância da participação da população no site da Santa Casa. “Essas doações vêm ao encontro com o que estamos planejando para a Santa Casa em 2018, que é o aumento e melhoria do atendimento para deixar o munícipe tranquilo em relação à saúde. Com o lançamento do site, os pacientes e usuários do hospital poderão enviar sugestões que irão nos ajudar a melhorar nossos serviços”, disse.

O prefeito de Lagoa Santa destacou que tudo está sendo feito para garantir o pleno funcionamento da Santa Casa. No entanto, há necessidade de sensibilizar a União e o Estado no sentido de que participem efetivamente do financiamento da atenção hospitalar municipal. “Esse hospital só está funcionando porque a Prefeitura de Lagoa Santa tem feito a parte dela, a parte do Estado e a parte da União. Sem isso, o hospital não estaria aberto sob hipótese alguma. Os recursos que mantém a Santa Casa em funcionamento são 98% do município, frisou o prefeito Rogério Avelar.

santa saudeASSANTA  – O trabalho voluntário foi reconhecido pelas autoridades locais como estratégico para fortalecer as ações de saúde no município e em outras iniciativas sociais. A presidente da Associação das Voluntárias da Santa Casa (ASSANTA), Briguitta Barbian, em nome das 22 voluntárias, recebeu uma placa comemorativa e flores pelas mãos do novo diretor da Santa Casa. “A gente trabalha pelo prazer de trabalhar, não esperando nenhum tipo de reconhecimento e recompensa”, disse emocionada.

A consagrada artista plástica, Lêda Gontijo, 102 anos, foi a fundadora da Associação das Voluntárias, em 2001 e também foi homenageada. Ela recebeu das mãos do prefeito da cidade uma placa comemorativa, flores e um vídeo especial sobre sua trajetória artística. Entre as muitas obras que criou, duas se destacam: as imagens de São Tomás de Aquino e São Agostinho, que estão no Mausoléu dos Imortais, no Cemitério São João Batista (Rio de Janeiro).