27 jun 2016

O estudo da íris dos olhos é um aliado na prevenção de doenças físicas e emocionais

Arquivado em Comportamento, saúde

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Dizem os mais antigos que os olhos são espelhos da alma. Talvez inspirados nas palavras  bíblicas.  Jesus alertou que: “A candeia do corpo é o olho. De maneira que, se teu olho for bom, todo o teu corpo terá luz. Se porém teu olho for mau, o teu corpo será tenebroso.”

O hábito de examinar os olhos de uma pessoa para ajudar a avaliar a sua saúde existe pelo menos desde a antiga Grécia. Hoje, os estudos feitos nos EUA, Itália, Rússia e Alemanha conquistam, cada vez mais, a credibilidade da antiga técnica de analisar a saúde física e mental de uma pessoa por meio de certas características únicas que temos nos olhos.

A Iridologia é uma forma, através da interpretação da íris dos olhos, de conhecer um pouco mais sobre o funcionamento do seu organismo, certos padrões de comportamento, tendências genéticas e personalidade. Não se trata de um diagnóstico médico, mas de um sinal de alerta de que você precisa cuidar mais da saúde do seu corpo. É um espelho que reflete as tendências genéticas e emocionais da sua personalidade.

O exame não é invasivo nem desconfortável. Pode ser realizado por meio de um iridoscópio, instrumento dotado de lentes que permitem a observação da íris em seus mais microscópicos detalhes, ou com uma simples lupa. Há, ainda, modernos recursos de captura de imagens, com várias graduações de aumento. Ao serem reproduzidas na tela de um computador, ou mesmo num vídeo, facilitam, em muito, a interpretação dos resultados.

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Realizei o exame com o terapeuta Rafael Borges, em Belo Horizonte. Fiquei impressionada com a precisão de informações sobre meus órgãos mais vulneráveis e até mesmo doenças de caráter genético, além do meu perfil emocional. Além de me mostrar características que preciso verificar com mais cautela e procurar orientação médica. Fiquei bem intrigada com a revelação precisa das datas mais traumáticas emocionalmente na minha vida.

Entrevista com o terapeuta Rafael Borges sobre Iridologia para o blog Saúde do Meio www.saudedomeio.com.br O estudo da íris dos olhos podem ajudar você na identificação de problemas orgânicos e emocionais. (31) 98549 0128 (31) 99780 4458 (31) 3037 4458 faelborges@gmail.com

22 abr 2016

Doenças cardíacas provocam 30% de mortes no Brasil

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coração

Imagem Google

Por: Heberth Miotto,é especialista em cardiologia e medicina intensiva e coordenador do Centro de Terapia Intensiva do Biocor Instituto.

A procura por consulta cardiológica aumenta quando uma figura popular ou um político morre de problemas cardíacos. Exemplos de personalidades que morreram vítimas de arritmias cardíacas, o cantor Jair Rodrigues e o ator José Wilker. A estimativa da incidência de morte súbita cardíaca é de um caso para cada 100 mil habitantes por ano. Em uma cidade como Belo Horizonte e região metropolitana, ocorrem cerca de 50 a 100 casos. O coração é alvo de atenção especial da mídia e da população em geral.

As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% dos óbitos no Brasil. Entre essas, o infarto é uma das principais causas. Entre todas as doenças cardíacas, a doença vascular coronariana é a mais importante, pois atinge a faixa populacional em fase mais produtiva da vida, causando um impacto social e econômico significativo. A manifestação mais conhecida da doença coronariana é o infarto agudo do miocárdio, quando ocorre uma oclusão completa de um vaso que nutre o músculo cardíaco (miocárdio), chamada coronária.

Outra manifestação grave é a ocorrência de arritmias, quando o coração perde o ritmo normal e pode chegar até a parar. Nesse caso, ocorre uma arritmia muito grave chamada fibrilação ventricular. Quando o quadro surge e o paciente não está em ambiente hospitalar, ocorre a síndrome da morte súbita. O único tratamento efetivo para morte súbita ou fibrilação ventricular é a desfibrilação imediata, por meio de um aparelho chamado desfibrilador, que emite uma descarga elétrica por corrente contínua que atravessa o coração interrompendo a arritmia. Muitas vezes, o quadro não ocorre devido a um infarto cardíaco, mas à presença de múltiplas cicatrizes de infartos anteriores. Por isso mesmo, muitas pessoas confundem a síndrome da morte súbita com infarto cardíaco.

Desfibrilação

A Associação Americana do Coração (American Heart Association) criou, na década de 1990, o programa de acesso público à desfibrilação, em que o leigo teria acesso a desfibriladores automáticos que converteria toda arritmia letal ou potencialmente letal. Para esse fim, a indústria de equipamentos desenvolveu os chamados DEA ou desfibrilador externo automático, que é capaz de reconhecer a fibrilação ventricular e solicitar ao profissional de saúde ou qualquer pessoa para apertar o botão e deflagrar o choque que irá salvar a vida da vítima.

Mas não basta aplicar o choque. Também é necessário fazer a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) ou massagem cardíaca que, com o DEA, pode salvar vidas. Desde 2000, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, com alguns hospitais, tem administrado cursos de ressuscitação para a população leiga, com o intuito de capacitá-los a realizar RCP e manusear o DEA. Esses últimos já estão disponíveis em vários clubes e associações e locais com grande concentração de pessoas.

Tão importante quanto o atendimento das urgências são os cuidados hospitalares na fase de recuperação. É fundamental que o cardiologista geral ou o cardiologista intensivista comece, precocemente, os cuidados pós-ressuscitação com a indicação de cineangiocoronariografia (“cateterismo”) para tratar os pacientes vítimas de infarto, que levaram à parada cardíaca.

23 nov 2015

Anvisa libera registro de teste rápido de HIV para venda em farmácias

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Hoje mais de 140 mil brasileiros têm o HIV e não sabem. Para diminuir esse número, o Brasil vai contar com mais uma estratégia para ampliar o acesso ao diagnóstico do HIV. É que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permitiu o registro de testes rápidos para triagem do vírus da aids que poderão ser feitos pelas próprias pessoas.

Os testes rápidos serão encontrados em farmácias, drogarias, postos de medicamentos, serviços de saúde e programas de saúde pública. E deverão conter informações claras que indiquem seu uso seguro e eficaz.

O resultado seja positivo ou negativo deverá ser confirmado por um serviço de saúde especializado em exames laboratoriais. Os responsáveis pelo teste deverá esclarecer também sobre a janela imunológica humana que é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus e a produção de anticorpos no sangue.

O teste rápido não poderá ser utilizado no processo de seleção de doadores nos serviços de coleta de sangue. O Brasil passa a ser um dos poucos países a adotar o teste rápido.

Com informações: EBC

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