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reprodução assistida ◂ Saude do Meio
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15 mar 2021

Reprodução Assistida: saiba mais sobre mitos e verdade

Fertilização in vitro (Foto: Getty Images)

Por: Sócio-diretor da Clínica Vilara, Marco Mello:

Os tratamentos para reprodução humana começaram em 1978, na Inglaterra e, desde então, apresentam importantes avanços para os casais que encontram dificuldades para ter filhos. Conforme dados da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDLARA), mais de 83 mil bebês brasileiros nasceram por meio de algum tratamento, sendo que a fertilização in vitro e a inseminação artificial representam mais 53% dos procedimentos, enquanto a transferência de embriões congelados, 32%, entre 1990 e 2016.

No entanto, mesmo com mais de quarenta anos de estudos e descobertas positivas, além do alto índice de nascimentos por reprodução assistida, vários mitos, dúvidas e incertezas surgem no momento da procura por esse recurso.

Antes de qualquer tratamento, é imprescindível acesso a conhecimento, considerando a dificuldade de muitos casais de engravidarem, somada às inverdades e hesitações e a necessidade de sanar esse impasse. Abaixo, seguem três mitos e três verdades sobre a reprodução assistida:

Em qualquer tratamento de reprodução humana, a chance de engravidar é 100%

Mito. Nenhum tratamento garante sucesso pleno, porque cada paciente apresenta sua particularidade, como idade e saúde dos gametas. A fertilização in vitro, por exemplo, atinge números entre 40% e 50% de percentual de êxito. Já, a inseminação artificial, uma média de 20%.

Existe método sem ingestão hormonal do paciente

Verdade. A criopreservação de espermatozoides, ou seja, o congelamento do gameta masculino, não necessita de tratamento hormonal. A utilização desse método é indicada para homens que passarão por quimioterapia e querem ter filhos, antes da vasectomia e de cirurgia na próstata.

Uso de hormônios é prejudicial à saúde

Mito. Quando o tratamento é acompanhado por um especialista, seguindo os protocolos recomendados, as chances do tratamento hormonal impactar negativamente a saúde é mínimo.

A sexagem é permitida no Brasil

Verdade. O diagnóstico genético pré-implantação para identificação do sexo dos embriões para transferência é permitida no Brasil, mas, somente para casos de diagnósticos de doenças genéticas ligadas aos cromossomos sexuais.

Existe “barriga de aluguel” no Brasil

Mito. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), existe a possibilidade da gestação por meio do útero de substituição, somente por “barriga solidária”, ou seja, sem fins comerciais. A possível gestante deve possuir grau de parentesco de até 4° grau com uma das partes do casal, caso contrário, é necessário ajuizar uma ação no CFM.

É possível identificar falha cromossômica, antes da implantação dos gametas

Verdade. É a técnica de reprodução assistida mais recente que existe. São duas as técnicas mais utilizadas: PGT-A, que serve para a pesquisa de anomalias cromossômicas numéricas e o PGT-M, para o estudo de mutação genética presentes em doenças monogênicas.

Uma consulta com especialistas em tratamentos de reprodução assistida é fundamental para esclarecer todas as dúvidas e tranquilizar o casal. O profissional indicará o procedimento mais adequado e o acompanhamento necessário.

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