17 set 2020

Hospitais do SUS se mobilizam para aumentar segurança de pacientes

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde, SUS

Por: Pedro Ivo de Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Típicas de doenças que geram condições incapacitantes ou limitantes, as chamadas escaras de decúbito ou úlceras de pressão são lesões comuns em pessoas que não conseguem se movimentar por um longo período de tempo. De estágios iniciais de vermelhidão até bolhas e feridas profundas – que podem necrosar a pele ou os músculos -, as escaras são uma preocupação constante de profissionais de saúde que supervisionam pacientes imóveis, tanto em casa quanto em hospitais.

Para trazer visibilidade ao tema e aos cuidados gerais de higiene necessários para profissionais de saúde, o hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre (RS), lançou o projeto Paciente Seguro. A iniciativa foi criada com intermédio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS) e visa mobilizar trabalhadores da área de todo o Brasil com atividades educativas e capacitação, em uma espécie de maratona de higiene e cuidados. As escaras foram tema de um dos quizzes realizados pela campanha, que mobilizou mais de 13 mil profissionais em setembro.

“Não esperávamos uma resposta tão positiva. As atividades geraram grande motivação das equipes dos hospitais”, informa Daniela Santos, líder do projeto Paciente Seguro. Segundo Daniela, a iniciativa traz leveza e descontração para o tema, que é especialmente difícil no contexto da pandemia de covid-19. A iniciativa faz alusão ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, comemorado hoje (17).
Mãos higienizadas

Segundo dados da campanha, o projeto conseguiu reduzir em 57% a incidência de escaras em pacientes dos hospitais participantes. A conscientização sobre a higiene constante das mãos também cresceu 55%.

Os webinars semanais da iniciativa também já abordaram outros temas, como Cuidar de Quem Cuida, Farmácia e Trabalho em Equipe, além de lesões por pressão. Trabalhadores e funcionários de saúde dos 52 hospitais participantes têm acesso a 14 aulas presenciais, 72 vídeos educativos, 102 ferramentas de apoio à qualidade e 13 jogos que abordam as metas de segurança.
Duração

O projeto tem duração prevista até 19 de novembro, quando será encerrado em um seminário internacional sobre o tema. Até lá, os organizadores planejam lançar 2 cursos de ensino à distância, de 8 horas de duração cada, para habilitar profissionais em atenção primária.

09 maio 2020

Jiló é um grande aliado contra o mau hálito

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Sou vegetariana há 8 anos. Foi uma das escolhas mais importantes da minha vida. Os motivos são vários: saúde renovada; amor ao meio ambiente; preocupação com a vida dos animais e uma vivência espiritual mais coerente com os princípios éticos planetários. Com o novo estilo de vida, minhas preferências alimentares mudaram. As carnes desapareceram e o sabor amargo do jiló entrou na minha vida com todo louvor. Que delícia!

Você sabia que o jiló é uma fruta? Sim, meus amores! O jiló é uma fruta, parente da berinjela, do pimentão e do tomate. Maravilha! São vários benefícios para manter a saúde em dia, mas algumas pessoas precisam ter cautela ao consumí-lo, por conta da quantidade de ferro.

O Jiló possui nutrientes como vitaminas A, C e do complexo B, minerais como cálcio, ferro, potássio, magnésio e fósforo, além de muitos flavonoides. Ajudar a emagrecer, é um dos principais benefícios, segundo muitos, porque o jiló é pouco calórico,  rico em água (aproximadamente 90% do alimento) e promove a sensação de saciedade.

Talvez poucas pessoas saibam, mas o jiló é um grande aliado contra o mau hálito, por conta do amarguinho característico do alimento. O consumo do jiló estimula as glândulas salivares que possui ação bactericida, colaborando para controlar o hálito desagradável.

04 maio 2020

Melhor morrer de vodca que de tédio!

Mais fragmentos pelos ares de uma quarentena que parece durar uma eternidade…

Os momentos de recolhimento são ideais para repensar velhos costumes, geralmente no período da madrugada, por volta das 3:33 horas;

Mudar os comportamentos cristalizados em nossa mente não é nada fácil, principalmente no início da manhã;

Adquirir um novo hábito também não é uma tarefa tão simples assim. Só funciona nos livros de autoajuda em promoção;

Estamos consumindo mais bebidas alcóolicas, principalmente quando rola uma live nas redes sociais;

Para muitos, a frase faz muito sentido: Melhor morrer de vodca que de tédio! (Vladimir Maiakóvski)

Reclamamos do distanciamento social, mas ficamos, constantemente, irritados com as pessoas que dividimos o mesmo teto;

A ostentação nas redes sociais alimenta a frustação de muitos;

A teoria do medo continua norteando os especialistas mais cartesianos, geralmente comentaristas das grandes emissoras de TV;

Quarentena na casa de praia é mais legal;

Programas de TV chatos estão ainda mais chatos com as lives;

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