18 maio 2018

Hospital inovador na ciência de transplantação investe em protocolos mais humanizados para incentivar doações

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Quanto mais doações de órgãos maior a chance de recomeços. Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil, atualmente, há cerca de 40 mil pessoas na fila de espera para doação de órgãos. De acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), a taxa de recusa de doação de órgãos por parentes é de 43%, e a média mundial em torno de 25%. O Ministério da Saúde busca por meio de campanhas educativas reverter esse quadro.

No Brasil, o número de doadores vem crescendo. No primeiro semestre de 2017 aumentou quase 12%. O país passou de mais de 14 doadores para cada 1 milhão de pessoas, para mais de 16 por milhão de habitantes.

Pioneiro e inovador na ciência de transplantação, o Hospital Felício Rocho, nos últimos dois anos realizou cerca de 442 transplantes, sendo que os órgãos transplantados foram de rim, fígado, pâncreas, coração e medula óssea. Segundo a médica Sandra Vilaça, coordenadora da Unidade de Transplantes do Felício Rocho, as pessoas precisam confiar no sistema de saúde e manter o assunto sobre doação de órgãos presente no seu dia a dia. “O Hospital tem nefrectomia por videolaparoscopia do doador e estamos nos preparando para iniciar o procedimento via robótica”, ressalta.

Sandra Vilaça, diz ainda que no Hospital Felício Rocho existem protocolos humanizados para atender pacientes analfabetos, cegos e potenciais não aderentes. “Temos um ambulatório com profissionais para avaliar tanto o doador como o receptor em cada caso específico. Os órgãos que podem ser doados são: rim, fígado, coração, pâncreas, medula óssea, pele e ossos ”, explica.

Muitas pessoas têm dúvida sobre quem pode ser doador. De acordo com a médica, doador pode ser uma pessoa em vida ou quem tiver morte encefálica (falecido). “Os pacientes transplantados têm alta hospitalar programada e recebem uma cartilha e também têm acompanhamento com uma equipe multidisciplinar: enfermeira, farmacêutica e nutricionista, além de um médico para passar todas as orientações necessárias”, finaliza Sandra Vilaça.

02 maio 2018

Santa Casa de BH participa do Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança

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pediatriaNo próximo sábado, dia 5 de maio, a Santa Casa de Belo Horizonte (SCBH), maior hospital filantrópico de Minas Gerais, participa do XII Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança. O evento é da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE) e tem como objetivo reduzir as filas de espera por cirurgias pediátricas na rede pública de Saúde do país.

Atualmente a SCBH conta com 11 cirurgiões pediátricos e já participa há vários anos do mutirão da CIPE. Com essa ação, o hospital espera beneficiar 14 pacientes da fila de espera do SUS.

Site Santa Casa de Belo Horizonte

11 abr 2018

Santa Casa de Belo Horizonte recebe selo verde de cozinhas sustentáveis

A Santa Casa BH (SCBH) recebeu o Selo Verde Green Kitchen (Cozinha Verde), como reconhecimento por práticas ambientalmente corretas na produção de refeições para seus pacientes e acompanhantes, além da adoção de medidas ambientais e adequações da cozinha do maior hospital filantrópico de Minas Gerais. A instituição com atendimento 100% SUS, é o primeiro hospital mineiro a receber o Selo. Por mês, o Serviço de Nutrição e Dietética (SND), setor responsável pelos alimentos, produz mais de 240 mil refeições.

Criado pela Fundação para a Pesquisa em Arquitetura e Ambiente (Fupam), o Selo Verde Green Kitchen é indicado para restaurantes que buscam aprimorar constantemente seu padrão de qualidade em benefício de seus clientes e sua região, levando em consideração aspectos sociais e ambientais. Os critérios de avalição contemplam quesitos de ambientação natural, alimentação saudável e sustentabilidade.

Alguns itens de estrutura já eram cumpridos na cozinha do hospital, como a utilização de equipamentos como coifas e exaustores, além de janelas abertas (com telas protetoras), que garantem boa circulação de ar. Porém, para a conquista do Selo Verde, foram necessárias algumas adequações, propostas pelo setor de Gestão Ambiental do Grupo Santa Casa BH (GSCBH). Entre as medidas adotadas, a utilização de detergente biodegradável para a limpeza dos utensílios, e encaminhamento adequado do óleo da cozinha. Os resíduos não orgânicos também passaram a ser separados para reciclagem, entre outras ações.

Responsabilidade Socioambiental

Há quase dez anos, o GSCBH desenvolve ações voltadas à sustentabilidade e preservação do meio ambiente em suas unidades: Santa Casa BH, Hospital São Lucas, Centro de Especialidades Médicas, Funerária Santa Casa, Instituto Geriátrico Afonso Pena e Instituto de Ensino e Pesquisa. A partir da criação da Coordenação de Gestão Ambiental, as ações voltadas a questões socioambientais foram intensificadas. O setor desenvolve estudos para avaliar a implantação de medidas de controle ambiental que contribuem para a preservação do meio ambiente e a boa gestão dos resíduos sólidos. Recentemente, uma ação que ganhou grande repercussão na mídia foi a campanha de recolhimento de películas de Raio-X, garantindo a destinação adequada do material.

A Gestão Ambiental também criou o Programa “Consumo Consciente”, que estimula funcionários a evitar desperdício, conscientizando sobre a responsabilidade de todos na utilização de recursos, conservação de equipamentos e zelo com as instalações da instituição.

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