05 abr 2018

Universidade oferece serviços gratuitos de saúde e plantão veterinário

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Um evento para cuidar do que mais importa: a saúde. Esse é o slogan do Newton pela Saúde, que será realizado no próximo sábado, (7/4), das 9h às 12h, no campus Silva Lobo do Centro Universitário Newton Paiva. Aberto à comunidade, o evento oferecerá atendimentos gratuitos de psicologia, enfermagem e fisioterapia, plantão veterinário, entre outros serviços, todos gratuitos.

Essa é a segunda edição do Newton pela Saúde. A primeira ocorreu em agosto do ano passado, quando foram inaugurados os laboratórios dos cursos de Ciências Biológicas, Farmácia e Medicina Veterinária. “Agora estamos inaugurando os laboratórios de Psicologia e Enfermagem e novamente estamos comemorando oferecendo serviços para a comunidade”, diz Jéssica Viana Cardoso, analista de marketing da Newton, lembrando que, assim como em 2017, além de ter atendimentos preventivos importantes para a saúde, o público poderá conhecer todos os laboratórios.

Algumas atividades do Newton pela Saúde têm número limitado de vagas, como o minicurso de enfermagem e cuidados para idosos, a oficina de produção de aromatizante de ambiente e a oficina para elaboração de currículos. Neste caso, é preciso fazer inscrição prévia no site da Newton  AQUI. Para outros atendimentos, como aferição da pressão arterial, avaliação da pisada e postura, medição de glicemia capilar, teste de hepatite C, orientações sobre diabetes, hipertensão, uso de foto protetores e de contraceptivos orais, basta chegar e contar com os atendimentos de alunos, professores e coordenadores da Newton. Esses são apenas alguns exemplos dos serviços de enfermagem e fisioterapia. No Newton pela Saúde, os participantes ainda poderão contar com um plantão psicológico (psicologia) e terão dicas de cuidados com os animais de estimação (veterinária) e com a saúde bucal de crianças, jovens, adultos e idosos, inclusive de prevenção do câncer bucal (odontologia). Ainda haverá oficina de desenho infantil para crianças, jogos para adolescentes e adultos (roda da vida e redes sociais), aula de alongamento, seção de gameterapia e muito mais.

Serviço – Newton pela Saúde

Data: 07/04/2018

Horário: das 9h às 12h

Local: Campus Silva Lobo (Avenida Silva Lobo, 1730 – Nova Granada)

Entrada gratuita

Mais informações: https://www.even3.com.br/newtonpelasaude

 

28 mar 2018

Monitoramento remoto pretende transformar o setor de saúde

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*Por Carlos Reis, consultor do segmento de Saúde da Logicalis

Quase sempre, quando se fala em wearables, nosso cérebro nos remete ao mundo fitness. Ou seja, ao uso de dispositivos vestíveis para controlar gasto calórico e batimentos cardíacos, entre outros aspectos, durante o exercício físico. No entanto, esses equipamentos podem trazer inúmeros outros benefícios se forem aplicados no setor de saúde, como em campanhas de prevenção de doenças e conscientização ou no monitoramento remoto de pacientes.

Por conta da má alimentação, sedentarismo, estresse e outros males da vida urbana, o número de pacientes com doenças crônicas tem aumentado muito nos últimos anos, o que vem afetando, e muito, as operadoras. Muitas delas, inclusive, lançaram programas de prevenção e conscientização, com o objetivo de reduzir a criticidade dos pacientes que ingressam nos hospitais e, consequentemente, o custo do tratamento.

Nesses programas, os wearables e os aplicativos de celular funcionam como um incentivo, especialmente pelo elemento lúdico e competitivo que conferem à iniciativa. Tanto que, segundo a Tractica, até 2021, haverá mais de 97,6 milhões desses dispositivos, que coletarão dados dos usuários em tempo real e os enviarão a médicos, instituições e outras empresas. Tudo isso autorizado pelo paciente, é claro.

Os benefícios não se restringem apenas à prevenção de doenças. Com uma população cada vez mais idosa, os dispositivos podem monitorar queda, insônia e, até mesmo, o uso correto de medicação, enviando notificações na hora de tomá-la ou avisando aos médicos sobre possíveis alterações nos batimentos cardíacos, na pressão, e em outros aspectos relevantes. Esses dados alimentam o prontuário eletrônico do paciente, mas, além disso, em casos de urgência, a instituição pode enviar um profissional para verificar pessoalmente o que está acontecendo.

Além disso, o monitoramento remoto de pacientes crônicos é mais uma forma de reduzir os custos e aumentar a receita no setor de saúde. Operadoras e hospitais tornam-se mais eficientes, já que conseguirão diminuir o número de procedimentos repetidos e poderão oferecer um tratamento mais humanizado e focado na prevenção de doenças, ao mesmo tempo em que o paciente terá um acompanhamento em tempo real, mesmo estando em casa, e não precisará voltar ao hospital com frequência.

Para se ter uma ideia dos benefícios, um programa de monitoramento remoto realizado pelo Geisinger Health Plan, nos EUA, reduziu em 23% a incidência de internação hospitalar de pacientes com doenças crônicas e em 44% a chance de internação recorrente. Além disso, para cada dólar gasto na implementação do projeto, a instituição economizou cerca de US$ 3,30. Um ótimo retorno sobre o investimento!

No Brasil, esse movimento ainda é pequeno, mas deve crescer fortemente este ano, principalmente no setor privado, encabeçado pelas operadoras de saúde que buscam aumentar a lucratividade. Já existe também uma movimentação no setor público visando a eficiência e a redução de custos no atendimento primário – feito pela prefeitura por meio de postos de saúde, clínicas de saúde da família e UBS. Atualmente, a prefeitura do Rio de Janeiro está fazendo um estudo de admissão hospitalar por meio de uma mochila com dispositivos que medem sinais vitais.

Mas é importante lembrar que, para obter resultados efetivos, é imprescindível que hospitais e operadoras invistam em infraestrutura de tecnologia e de conectividade. Assim, tornam-se capazes de compartilhar os dados em tempo real, garantir a segurança das informações e para analisar os dados coletados pelos wearables. É necessário também investir na integração desses dados com o prontuário eletrônico do paciente e com os sistemas do governo, do hospital ou do plano de saúde. Só assim, será possível realizar ações de combate ou prevenção a uma determinada doença.

Embora pareça um investimento alto, os benefícios trazidos pelo monitoramento remoto de pacientes às operadoras, instituições, pessoas e, até mesmo, ao governo, garantem o retorno do que foi investido. Mais do que isto, garante um ecossistema de saúde inteligente e benéfico para todos os elos da cadeia.

20 mar 2018

Transplante de Fígado é tema de seminário em Belo Horizonte

Arquivado em Comportamento, SUS

fígado

Nos dias 23 e 24 de março, a Sociedade de Gastroenterologia e Nutrição de Minas Gerais (SGNMG) com o apoio do Hospital Felício Rocho realiza o “Seminário Mineiro” e o “1° Encontro Multidisciplinar de Transplante de Fígado”. As inscrições são gratuitas e limitadas, e devem ser feitas no site www.sympla.com.br/smtf.

Minas Gerais apresentou expansão recente no número de equipes de transplante de fígado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que agora estão presentes em cidades pólo do Estado. Além de três equipes ativas em Belo Horizonte, que atuam no Hospital Felício Rocho, Hospital das Clínicas da UFMG e Santa Casa de Misericórdia de BH, ainda existem grupos transplantadores nas cidades de Montes Claros (Santa Casa – MC), Juiz de Fora (Santa Casa – JF, H. Monte Sinai) e Itajubá (Hospital Escola).

O Seminário contará com a presença de todas as equipes que fazem transplante de fígado pelo SUS em Minas Gerais e também com a central reguladora de transplantes do estado, o MG transplantes. Deste modo, estarão reunidos cirurgiões do aparelho digestivo, hepatologistas, gastroenterologistas, infectologistas, intensivistas, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais da área da saúde envolvidos no sistema de transplantes em Minas Gerais.

Com a presença de renomados convidados nacionais e os principais nomes da área em MG serão debatidos os problemas que envolvem a doação de órgãos em nosso estado e as dificuldades vividas pelas equipes que realizam estes transplantes. Em um segundo momento ocorrerá atualização científica, com destaque para temas que expressam os desafios complexos do dia-a-dia das equipes, destacando-se as complicações clínicas e cirúrgicas pós-transplante, o câncer de fígado e a hepatite fulminante, ou ainda temas novos e atuais como a febre amarela.

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