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SUS ◂ Saude do Meio
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14 out 2015

Ministério da Saúde abre inscrições para repor vagas do Mais Médicos

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Medicos-SUS

Reprodução/Google

Até o dia 18 estarão abertas as inscrições para médicos com diploma brasileiro, ou revalidado, que queiram participar do Programa Mais Médicos. Os profissionais selecionados preencherão vagas ociosas, principalmente por desistência. A cada três meses o programa lança edital para reposição de médicos.

O edital prevê que os candidatos devem optar pela modalidade de participação desejada: receber pontuação adicional de 10% nas provas de residência, atuando na unidade básica por no mínimo um ano, com bolsa mensal de R$ 10 mil, ou permanecer no município por até três anos e fazer jus a benefícios como auxílios moradia e alimentação, custeados pelas prefeituras, e bolsa de R$ 10.513,01.

Depois de inscritos, os médicos devem indicar, a partir do dia 20, até quatro cidades de diferentes perfis nas quais desejam clinicar. Os candidatos concorrerão somente com aqueles que optarem pelos mesmos municípios. Quem não conseguir alocação terá acesso às vagas remanescentes a serem divulgadas em novembro.

Caso as vagas não sejam preenchidas, o edital será aberto aos brasileiros que se formaram no exterior e, em seguida, a profissionais estrangeiros. A previsão é que os primeiros profissionais brasileiros selecionados na etapa atual iniciem as atividades no início de novembro. O próximo edital está previsto para janeiro de 2016.

O número de vagas não está definido ainda, porque junto ao edital dos médicos foi lançado também, na semana passada, o edital para 326 municípios solicitarem profissionais para o preenchimento das 413 vagas ociosas. O Minsitério da Saúde precisa aguardar, portanto, as inscrições que confirmarão ou não o número de vagas. Os gestores locais poderão inscrever o município até o dia 15.

O Mais Médicos conta atualmente com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas.

Fonte: Agência Brasil

08 set 2015

O SUS que ninguém vê

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susstembro3sussetembro

Um estudo divulgado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), (13/07/2015) em São Carlos (SP), revelou que, apesar de manter pouco contato com a ciência, o brasileiro tem uma visão positiva sobre a área e confia mais nos pesquisadores do que nos médicos. Em um índice de – 1 a 1, os pesquisadores ficaram com 0,89, contra 0,74 de jornalistas, 0,7 de médicos, 0,53 de religiosos e – 0,96 de políticos.

Começo com uma provocação ancorada nas últimas pesquisas de opinião para iniciar a minha postagem em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). Como sou pesquisadora independente na área da Comunicação e Saúde e jornalista de profissão, me considero uma pessoa um pouco mais confiável na visão dos brasileiros e, na medida do possível, capaz de traçar argumentos isentos de paixões políticas.

A Constituição brasileira estabelece que a saúde é um dever do Estado. Aqui, deve-se entender Estado não apenas como governo federal, mas como Poder Público, abrangendo a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios – com o olhar vigilante da sociedade.

Cabe lembrar que antes da criação do Sistema Único de Saúde, o Ministério da Saúde desenvolvia quase que exclusivamente ações de promoção da saúde e prevenção de doenças, como campanhas de vacinação e controle de endemias. A atuação do setor público na chamada assistência médico-hospitalar era prestada por intermédio do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social, Inamps, autarquia do Ministério da Previdência e Assistência Social, e a assistência à saúde beneficiava APENAS os trabalhadores da economia formal, segurados do INPS e seus dependentes, não tendo caráter universal. Hoje o SUS tem uma extensa capilaridade de serviços que, infelizmente, pouco conhecem. Você sabia, por exemplo, que o SUS fica de olho nos restaurantes, padarias, aeroportos, salões de beleza, água consumida e ainda pode castrar o seu cachorro?

Em 1988, conclui-se o processo constituinte e foi promulgada a oitava Constituição do Brasil. A chamada “Constituição Cidadã” foi um marco fundamental na redefinição de prioridades da política do Estado na área da saúde pública. A Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção, recuperação e o funcionamento do SUS, obedecendo ainda princípios doutrinários como: universalização (para todos), integridade (no todo), equidade (respeitando as diferenças), descentralização (facilitando a administração) e controle social (participação).

Vale lembrar que o SUS é um processo que não se esgota na criação, mas na participação de vários movimentos partidários e não partidários. Muitos acreditam que o SUS é coisa de comunista ou conquista do PT. Isso é mito. Acredito ainda que o SUS não é um sistema fechado, mas um processo histórico em construção, patrimônio dos brasileiros. No entanto para a efetiva participação popular, as pessoas precisam conhecer as “regras do jogo”. Ninguém apoia o que não conhece. Por isso que o SUS precisa dialogar mais com a população. E o SUS não é constituído apenas da classe médica ou política, um pouco desacreditada dos brasileiros e brasileiras nos últimos tempos, conforme a pesquisa que citei no início do texto.

O que mais mata no mundo não são as doenças crônicas, mas a falta de entendimento sobre a importância do engajamento nas causas essenciais da humanidade. Governo que faz tudo sozinho é ditadura. Precisamos entender isso para avançar enquanto sociedade. A participação popular na tomada de decisões é fundamental para que o SUS não seja apenas a realidade de poucos, mas a conquista de muitos. Acredito que todos concordam que a nossa saúde não anda bem, mas para mudar essa realidade é necessário tirar o véu que nos impede de ver o que está refletido no espelho.

inamps

03 set 2015

Ministério da Saúde lança versão digital do Cartão SUS

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O Cartão SUS – que é a identidade do cidadão no Sistema Único de Saúde (SUS) – está mais funcional. O aplicativo, chamado Cartão SUS Digital, disponibilizará ferramentas importantes como o controle da aferição de pressão e medição de glicemia, o que é essencial para quem tem diabetes e hipertensão. Ao preencher as informações, a ferramenta mostrará, com auxílio de gráficos, os últimos registros de pressão máxima e mínima, bem como a evolução das taxas de glicemia. O aplicativo já está disponível para smartphones com sistema Android e a previsão é de que em novembro ele já esteja disponível na Apple Store.

O cidadão também poderá indicar se possui alguma alergia, informar se faz uso contínuo de medicamentos, adicionar contatos de emergência e compartilhar as informações com médicos por quem estejam sendo acompanhados, o que permite traçar o diagnóstico e ofertar o tratamento mais adequado ao histórico do paciente. O aplicativo passará por atualizações nos próximos meses o que ampliará a oferta de serviços disponíveis.

Clique aqui para o download do Cartão SUS digital

 

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