25 set 2019

Cabelos: tecnologia permite tratamento dos fios porosos

Arquivado em Beleza, cabelo, Comportamento

Se você já procurou o salão de beleza para tratar o cabelo, em algum momento deve ter ouvido que os fios podem ficar porosos. Porém, muito além do aspecto tátil – de passar a mão e senti-los ásperos –, a porosidade interna faz com que eles fiquem mais fragilizados e, consequentemente, propensos à quebra, ao surgimento de frizz, pontas duplas, entre outros danos.

Por isso, para desenvolver Natura Lumina e seus sistemas de tratamento de alta performance, recorremos à microtomografia de raios x, uma técnica similar àquela utilizada para exames médicos e que permite uma análise profunda da porosidade dos fios e dos microporos do córtex.

A partir desse diagnóstico inédito, foi possível identificar as necessidades específicas para cada tipo de cabelo, seja seco, quimicamente danificado, liso, cacheado ou crespo.

Como a tecnologia de Lumina atua na fibra capilar?

Quando um cabelo está profundamente danificado significa que a agressão ultrapassou a cutícula, parte externa do fio, que o protege de agentes ambientais, químicos e térmicos. Nesse ponto, os danos chegam ao córtex, parte interna e onde estão as fibras de queratina capazes de manter os cabelos saudáveis e fortes.

Ao perder essa massa de proteína, os fios ficam cada vez mais leves e desalinhados”, explica Carla Scanavez, do nosso time de Inovação e Tecnologia. A olho nu, ela acrescenta que “a porosidade interna também se mostra nas características que mais valorizamos, como o brilho.”

Nesse momento, o tratamento tem que ser certeiro para reparar os fios. Foi então que mais uma vez a microtomografia de raios x foi utilizada e comprovou os resultados da utilização da Biotecnologia Pró-Teia, uma tecnologia inédita de reparação.

Conseguimos quantificar a porosidade e ver como a Biotecnologia Pró-Teia, que consegue chegar ao córtex, trata e preenche esses poros, repondo a proteína na medida exata que o cabelo precisa”, afirma ela. Sem truques!

A linha completa de Natura Lumina está disponível no site Natura.

16 jul 2019

3ª Edição da Expo-Hospital Brasil reúne grandes nomes e empresas da saúde em BH

Arquivado em Cidade, Comportamento, saúde

Divulgação

O setor da saúde passa por constantes mudanças todos os anos no Brasil e no mundo. Não é à toa que a atualização precisa ser contínua para acompanhar o ritmo deste segmento. E, quando se trata deste mercado, para que todos os usuários da saúde consigam usufruir e obter o melhor atendimento, é fundamental que as instituições de saúde conheçam e tenham acesso aos lançamentos do setor e os profissionais da saúde tenham a oportunidade de se atualizarem. Pensando exatamente nisso, a Expo-Hospital Brasil tornou-se um dos principais eventos que reúne todas essas possibilidades e muito mais.

Em sua terceira edição, a Expo-Hospital Brasil 2019 acontecerá de 11 a 13 de setembro, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte e reunirá os últimos lançamentos das principais empresas do País no que se refere aos equipamentos, produtos, serviços, tecnologia e demais soluções que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios médicos e demais unidades de saúde necessitam para ter excelência no serviço que prestam. Além disso, diversas palestras acontecerão durante a Expo-Hospital Brasil com grandes nomes do setor. Os visitantes também poderão participar das palestras e/ou da Feira que reúne as principais marcas do País.

E não para por aí! Nesta edição, junto à Expo-Hospital Brasil, serão realizados os principais congressos brasileiros da saúde. Entre eles, o III Congresso Brasileiro de Gestão de Clínicas e Consultórios, o III Congresso Brasileiro de Gestão Hospitalar Privada, o IV Congresso Brasileiro de Enfermagem, III Congresso Brasileiro de Gestão da Saúde Pública, além de diversas outras opções para adquirir conhecimento.

Em breve, a programação completa, com horários e demais informações estarão disponíveis no site oficial do evento: AQUI 

28 mar 2018

Monitoramento remoto pretende transformar o setor de saúde

qualidade-de-vida

*Por Carlos Reis, consultor do segmento de Saúde da Logicalis

Quase sempre, quando se fala em wearables, nosso cérebro nos remete ao mundo fitness. Ou seja, ao uso de dispositivos vestíveis para controlar gasto calórico e batimentos cardíacos, entre outros aspectos, durante o exercício físico. No entanto, esses equipamentos podem trazer inúmeros outros benefícios se forem aplicados no setor de saúde, como em campanhas de prevenção de doenças e conscientização ou no monitoramento remoto de pacientes.

Por conta da má alimentação, sedentarismo, estresse e outros males da vida urbana, o número de pacientes com doenças crônicas tem aumentado muito nos últimos anos, o que vem afetando, e muito, as operadoras. Muitas delas, inclusive, lançaram programas de prevenção e conscientização, com o objetivo de reduzir a criticidade dos pacientes que ingressam nos hospitais e, consequentemente, o custo do tratamento.

Nesses programas, os wearables e os aplicativos de celular funcionam como um incentivo, especialmente pelo elemento lúdico e competitivo que conferem à iniciativa. Tanto que, segundo a Tractica, até 2021, haverá mais de 97,6 milhões desses dispositivos, que coletarão dados dos usuários em tempo real e os enviarão a médicos, instituições e outras empresas. Tudo isso autorizado pelo paciente, é claro.

Os benefícios não se restringem apenas à prevenção de doenças. Com uma população cada vez mais idosa, os dispositivos podem monitorar queda, insônia e, até mesmo, o uso correto de medicação, enviando notificações na hora de tomá-la ou avisando aos médicos sobre possíveis alterações nos batimentos cardíacos, na pressão, e em outros aspectos relevantes. Esses dados alimentam o prontuário eletrônico do paciente, mas, além disso, em casos de urgência, a instituição pode enviar um profissional para verificar pessoalmente o que está acontecendo.

Além disso, o monitoramento remoto de pacientes crônicos é mais uma forma de reduzir os custos e aumentar a receita no setor de saúde. Operadoras e hospitais tornam-se mais eficientes, já que conseguirão diminuir o número de procedimentos repetidos e poderão oferecer um tratamento mais humanizado e focado na prevenção de doenças, ao mesmo tempo em que o paciente terá um acompanhamento em tempo real, mesmo estando em casa, e não precisará voltar ao hospital com frequência.

Para se ter uma ideia dos benefícios, um programa de monitoramento remoto realizado pelo Geisinger Health Plan, nos EUA, reduziu em 23% a incidência de internação hospitalar de pacientes com doenças crônicas e em 44% a chance de internação recorrente. Além disso, para cada dólar gasto na implementação do projeto, a instituição economizou cerca de US$ 3,30. Um ótimo retorno sobre o investimento!

No Brasil, esse movimento ainda é pequeno, mas deve crescer fortemente este ano, principalmente no setor privado, encabeçado pelas operadoras de saúde que buscam aumentar a lucratividade. Já existe também uma movimentação no setor público visando a eficiência e a redução de custos no atendimento primário – feito pela prefeitura por meio de postos de saúde, clínicas de saúde da família e UBS. Atualmente, a prefeitura do Rio de Janeiro está fazendo um estudo de admissão hospitalar por meio de uma mochila com dispositivos que medem sinais vitais.

Mas é importante lembrar que, para obter resultados efetivos, é imprescindível que hospitais e operadoras invistam em infraestrutura de tecnologia e de conectividade. Assim, tornam-se capazes de compartilhar os dados em tempo real, garantir a segurança das informações e para analisar os dados coletados pelos wearables. É necessário também investir na integração desses dados com o prontuário eletrônico do paciente e com os sistemas do governo, do hospital ou do plano de saúde. Só assim, será possível realizar ações de combate ou prevenção a uma determinada doença.

Embora pareça um investimento alto, os benefícios trazidos pelo monitoramento remoto de pacientes às operadoras, instituições, pessoas e, até mesmo, ao governo, garantem o retorno do que foi investido. Mais do que isto, garante um ecossistema de saúde inteligente e benéfico para todos os elos da cadeia.

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