18 jan 2019

Publicação mineira aposta na inovação e na desmistificação da ufologia no Brasil

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ovniblog
A ufologia é um assunto cada vez mais relevante, principalmente depois dos avanços digitais. Não há como negar que as redes sociais ajudaram a popularizar os avistamentos de objetos voadores não identificados (OVNIs). É claro que no mundo virtual tudo é possível de acontecer, até mesmo manipulações de imagens com o intuito de desmoralizar o estudo ufológico. Por isso, a importância de separar o joio do trigo; a fantasia da realidade; o misticismo da ciência.

No entanto, boa parte dos estudos sobre óvnis carece de rigor científico ou está impregnada de forte misticismo ou crendices. A maioria dos acadêmicos considera a ufologia uma pseudociência, ou seja, um trabalho destituído de metodologia científica. Para piorar, dezenas de charlatões tomaram conta das pesquisas ufológicas, com a intenção de explorar a boa-fé das pessoas. Mas há pesquisadores sérios, muitos com formação acadêmica e reconhecimento público – que lutam por uma ufologia com bases na ciência.

Então, entra em cena a Revista Ovni Pesquisa, uma publicação trimestral, produzida pelo Centro de Investigações e Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados (Cipfani) de Minas Gerais – que prioriza os estudos ufológicos com bases na investigação científica. O Cipfani apresenta, desde 1991, dicas e normas de conduta em uma das atividades mais comuns realizadas pelos grupos de pesquisas e interessados na busca por evidências do fenômeno OVNI.

Uma amostra inequívoca da seriedade proposta pela Revista Ovni Pesquisa reside no fato de que já na edição de lançamento a “OVNI Pesquisa” entrevistou o Coronel-Aviador da Força Aérea Brasileira na reserva Marcos Pontes (agora ministro da Ciência e Tecnologia), que entrou para a História nacional como o primeiro astronauta do Brasil. Um profissional da sua categoria, reconhecido internacionalmente, só agregou valores à publicação e, obviamente, a sua participação acrescentou responsabilidade aos seus idealizadores, no sentido de se esforçar continuamente para desmistificar a Ufologia e proporcionar-lhe a devida importância.

A Revista OVNI Pesquisa já está na terceira edição. Uma publicação recheada de informações de qualidade, material exclusivo, novidades e seriedade. Alguns destaques: princípios básicos da Ufologia; Dossiês da FAB (Material exclusivo); o caso de um objeto estranho que foi avistado por funcionários de um clube de pesca em Januária (MG). Segundo eles, o mesmo teria feito manobras e caído em uma mata à beira do Rio São Francisco; uma análise das cenas mais polêmicas que marcaram os 25 anos da série Arquivo X; a sabedoria alienígena e os deuses astronautas; as mensagens vindas do espaço por meio de desenhos em plantações e outros assuntos importantes que marcaram a edição.

“A Revista OVNI PESQUISA entende que o caminho para a compreensão do fenômeno deve ser estritamente científico. A Ufologia não é ciência. Porém, pode se valer de ferramentas e apoio de profissionais em áreas distintas, resultando pesquisas com embasamento técnico e o mais importante: credibilidade”, enfatiza o editor Paulo Baraky Werner.

19 dez 2018

OVNI com formato estranho ainda intriga moradores de Januária

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Placa de cobre com 6 símbolos desconhecidos encontrada na mata ciliar do Rio São Francisco após a suposta queda de um OVNI. A placa mede 14,6 x 8,9 cm.

Por Albert Eduardo. Consultor da Revista Ovni Pesquisa

Após 7 dias do Caso Varginha, um OVNI com formato estranho foi avistado por funcionários de um clube de pesca em Januária, MG. Segundo eles, o mesmo teria feito manobras e caído em uma mata à beira do Rio São Francisco.

A edição de nº 26, ano 1, sábado, dia 27 de janeiro de 1996 do jornal “A HORA” de Januária circulou em sua capa o seguinte título. “Objeto voador não identificado cai em Januária.”

Tomando conhecimento do fato, por meio de informantes na região, parti imediatamente para a cidade. Uma longa viagem, na época mais de 10 horas e com travessia de balsa pelo Rio São Francisco. Ao chegar, levantei as primeiras informações e visitei o clube de Pesca Carcará, de propriedade do Sr. José Domingos Coutinho.

Os funcionários do clube, Arnaldo Eloi de Oliveira e Francisco Alves de Souza, observaram no dia 23 de janeiro de 1996, um estranho objeto que segundo eles fazia movimentos oscilatórios e media por volta de 6 a 8 m. O objeto tinha a forma de uma chapa com as pontas dobradas. O objeto teria perdido altitude e caído na mata.

Fizemos uma expedição ao local de difícil acesso mas não encontramos nada. Decidi voltar a Belo Horizonte e convidei o diretor do Cipfani, Paulo Baraky Werner para realizar uma busca mais completa. No dia 2 de fevereiro saímos de BH com destino a Januária. Na bagagem todo o equipamento necessário para uma busca em mata fechada.

Na cidade, a equipe de reportagem do jornal local “A HORA”, assessorada pela redatora chefe, Luciana Alkmin, juntou-se a equipe na expedição ao local da suposta queda.

Arnaldo Eloi de Oliveira

Arnaldo Eloi de Oliveira

Depois de algum tempo na mata fechada, com dois grupos, liderados por ambos os ufólogos, um dos funcionários do clube de pesca encontrou próximo a uma grande árvore quebrada um placa de metal. A mesma parecia ter saído da fábrica, pois estava reluzente. Mesmo orientando a todos que não tocassem em nada que fosse encontrado, Arnaldo Eloi, o mesmo que viu o OVNI segurava em suas mãos o objeto. E logo após encerramos as buscas. Havia muitas árvores quebradas, mas concluímos que por motivos naturais. Uma evidência mais contundente de uma queda não foi encontrado.

Chegando em Januária, Paulo Baraky Werner voltou com a placa para a capital. Fiquei em Januária coletando outros relatos em vídeos (em breve disponíveis no canal da OVNI PESQUISA).

UMA PLACA E UM SEGREDO

A placa foi analisada nos laboratórios da CBMM, em Araxá, MG. E os resultados foram de que se trata de uma peça de cobre, com traços de Estanho, Potássio, Ferro e Níquel. Pesando 127,75012 gramas e medindo 14,6 x 8,9 cm. Não havia traços de radioatividade. Foram realizadas análises por espectroscopia de raios X e absorção atômica. A análise completa você encontra no CD-ROM “Os Invasores – Cipfani” (pág 5).

As considerações que temos é de que a observação do OVNI possui grandes chances de ter acontecido, visto o detalhamento dos relatos. A placa segue em paralelo, podendo não ter qualquer relação com o possível OVNI.

Várias tentativas para decifrar os 6 símbolos não tiveram qualquer êxito.

26 jun 2017

Jardineiro que intrigou o mundo com imagens de um suposto ovni

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É sempre uma grande surpresa participar dos encontros promovidos pelo Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais (FOTRANS) – na Universidade FUMEC. A organização é impecável e o clima de confraternização deixa o ambiente com um gostinho de quero saber mais sobre ufologia.

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No último sábado (24/06) foi ainda mais especial. A data marcou o Dia Internacional do Ufólogo. A palestra ficou por conta de uma pessoa que sempre cultivou a vida na terra fértil, mas sempre com os olhos grudados no céu: Geraldo Bruzinga.

Bruzinga, 54 anos,  jardineiro aposentado estuda, há 30 anos, objetos não identificados em Belo Horizonte.  Já conseguiu reunir 30 vídeos com registros de luzes e formas desconhecidas. “Não  me considero ufólogo, mas gosto de olhar para cima. As pessoas não olham mais para o céu”, diz.

Geraldo ganhou fama internacional, depois que publicou um vídeo de 44 segundos, no dia 12/03 desse ano, com imagens de um objeto não identificado no bairro Nova Cintra, na capital mineira. As imagens foram exibidas na emissora T3M no México. O apresentador compara as imagens feitas pelo senhor Geraldo com outra filmagem realizada em 29 de janeiro de 2017 por um israelense.

Ele conta um pouco no pequeno vídeo abaixo como conseguiu filmar o objeto no telhado de sua casa, apesar das dificuldades de locomoção provocadas por uma degeneração na medula.

Veja as imagens do objeto voador não identificado captadas pelo Geraldo Bruzinga, por meio de um telescópio médio porte (Toya de 200 mm). O equipamento foi adaptado com um artefato de madeira com o objetivo de fotografar os fenômenos.

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