08 ago 2016

Ufólogo diz que a verdade sobre a presença de alienígenas está próxima

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Marco Antônio petit, ufólogo, coeditor da revista UFO  e membro fundador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), por meio do Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcedentes de Minas Gerais (FOTRANS), esteve em Belo Horizonte para uma palestra sobre a nova edição do livro “Varginha: Toda Verdade Revelada”, um dos mais importantes casos ufológicos do mundo ocorrido no sul de Minas Gerais. A obra revela de forma detalhada como o Inquérito Policial Militar (IPM) conduzido por autoridades na época acobertou fatos sobre o caso para que eles não fossem levados a público.

O auditório da Universidade FUMEC ficou lotado de pessoas interessadas em objetos não identificados. Marcaram presença também o presidente da Associação Mineira de Imprensa, Wilson Miranda; o jornalista Cesar Vanucci (irmão do saudoso Augusto César Vanucci, autor, diretor da TV Globo e criador de vários programas de televisão com temática espiritualista); e a delegada geral de polícia Elaine Matozinhos.

Petit analisou 6 mil páginas de inquérito policial já liberados. Ele aponta erros grotescos no processo;  mostra imagens de documentos oficiais da época; cita nomes de militares envolvidos no acobertamento do caso; denuncia manobras dentro do Exército para “provar” que o ET de Varginha seria o Mudinho, um morador de Varginha com deficiência e dificuldades de locomoção; revela contradições de datas que teria ocorrido o fato; conta como a vida das testemunhas foram devastadas após a revelação do caso; revela que o governo dos Estados Unidos alertou sobre a queda de um objeto em território brasileiro. Enfim, são vários aspectos do caso ainda desconhecidos do grande público. Veja a entrevista exclusiva com Maco Antônio Petit.

FORÇA AÉREA BRASILEIRA LIBERA DOCUMENTOS SECRETOS

defesa civil 2013

Brasília, 18/04/2013 – Membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas reuniram-se no Ministério da Defesa (MD), para tratar do acesso a documentos militares que tratam de relatos envolvendo OVNIs.

Um participante, que prefere não ser identificado, registrou imagens impressionantes de supostos OVINs na região próxima à Cidade Administrativa de Minas Gerais. Ele procurou a Aeronáutica e registrou a ocorrência. Segundo o rapaz, a AER notificou prontamente o recebimento do vídeo por meio de um e-mail.

Desde o início de fevereiro de 2015, a Força Aérea Brasileira libera, conforme a lei, mais uma pequena remessa de documentos relacionados às ocorrências de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) no espaço aéreo brasileiro. Estes documentos incluem resumos estatísticos com abrangência aos anos de 1954 e 2005, e ocorrências relativamente recentes, registradas em 2014.

Os arquivos ainda não estão digitalizados, mas podem ser consultados no Arquivo Nacional ( código de referência BR AN,BSB ARX, sob o título “Objeto Voador Não Identificado/OVNI. A portaria n. 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, do comandante da Aeronáutica, publicada no Diário Oficial da União, n. 152, Seção 1, p. 101, em 10 de agosto de 2010, dispôs sobre o registro e o trâmite de assuntos relacionados a objetos voadores não identificados.

Veja o vídeo que o ufólogo Marco Antônio Petit fala sobre relatos de contatos alienígenas na Amazônia, a postura do Ministério da Defesa que tem até 2021 para liberar documentos considerados confidenciais sobre objetos não identificados, vida primitiva em Marte, Operação Prato e revelações que podem mudar alguns paradigmas da humanidade.

Aeronáutica

 

25 fev 2016

Belo Horizonte: um lugar para falar sobre ufologia e pluralidade do universo

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Imagem: Revista UFO

Minas Gerais é um estado rico em relatos sobre objetos não identificados e sobre visitas de seres de outros planetas. Somos também um povo de fé. São várias histórias de experiências religiosas, místicas, parapsicológicas e ufológias.

João Batista da Mota, 67, contabilista, nascido em Francisco Sá, no Norte do estado e  coordenador do departamento de Comunicação do Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais, diz ter vivido experiências transcendentais. “Aos 6 anos de idade vivenciei um fenômeno, levitei durante um breve período entre 50 cm e 60 cm acima do nível do solo. Essa lembrança nunca saiu da minha memória, mas até hoje não sei o que causou esse fenômeno”, diz.

Há mais de 25 anos ele tenta entender a própria experiência e acredita que devemos desenvolver nossas capacidades internas de valorização dos dons que vão propiciar experiências extraterrestres, uma vez que os governos continuam tolhendo a humanidade da informação de que estamos sendo visitados. “Os seres de outros planetas ou dimensões estão fazendo de tudo para nos ajudar a melhorar o planeta e para desenvolver uma convivência saudável conosco”

Para João Batista, o fenômeno pode ser visto dentro da perspectiva espiritualista. “Deveríamos adotar condutas psicossociais capazes de transformar o homem em um verdadeiro ser integrante dos grandes universos paralelos onde existem vidas ou algo parecido manifestando continuamente”, conclui.

Conversei com João Batista e Marco Antônio Maldonado do FOTRANS-  Fórum Permanente para Estudos de Fenômenos Transcendentes de Minas Gerais sobre onda ufológica, espiritualidade, telepatia e transição planetária.

O FOTRANS tem como objetivo fomentar estudos sobre fenômenos transcendentes,   englobando pesquisas, vivências e experiências ligadas a ideia da pluralidade dos Mundos habitados

 

Adriana Santos:  Qual a relação entre a onda ufológica de 1986 e as profecias da espiritualidade?

FOTRANS MG: Raro registro ufológico aconteceu em 1986 “A Noite Oficial dos Óvnis“ nos céus do Brasil destacando São José dos Campos (Vale da Paraíba), Rio de Janeiro e São Paulo, sendo oficialmente admitido a existências de Objetos Voadores não Identificados pelo Ministro da Aeronáutica Brigadeiro Moreira Lima com a aparição de 21 objetos. Entretanto, o fato específico não tem relação com as profecias da espiritualidade onde ela não foi enfática com a onda ufológica, ela fala por parábolas (charadas). Entenda quem puder ou estiver na frequência da revelação. Isso é sintomático, mas, é que quando acontece algo de extraordinário atingindo o clamor público para uma grande massa, inicia-se uma nova consciência que ora denominamos de Salto Quântico.

Adriana Santos: A mudança vibracional que alguns médiuns sugerem que estamos atravessando neste milênio tem alguma ligação com as aparições de objetos voadores não identificados?

FOTRANS MG: Não. Essa alteração refere-se a nossa galáxia do ponto de vista que conhecemos, entrar em uma área do Universo onde a ciência cartesiana tem conhecimento e não conta. Citaremos por exemplo o Anel de Alcione, um planeta que contém um volume de 100.000 vezes maior que a nossa Via Láctea. Segundo alguns cientistas estamos localizados bem na periferia desse grandioso sistema e consequentemente estaremos expostos a mudanças tanto física, quanto moral e espiritual. Quanto aos OVNIS eles transitam por todo Universo independente de ligar uma coisa a outra. Dizem eles estão chegando vindo de regiões as mais inóspita possível, realizando suas expedições em várias moradas do céus, esbanjando tecnologia e inteligência deixando se ver por milhares de pessoas. Ainda parece cedo afirmar ter uma ligação com a mudança vibracional sugerida por médiuns. O assunto ainda requer mais estudos e experiência.

Adriana Santos: Como ocorre a interação Mental ou Telepática entre humanos e alienígenas?

FOTRANS MG:

  • Da mesma forma que humanos para humanos! É preciso esclarecer que da mesma maneira que um médium entra em sintonia com outras entidades de diferentes matérias sintonizadas por uma frequência vibratória conseguem se comunicar. Não tem segredo. Há, entretanto, ocorrências desses fenômenos no Mundo inteiro com provas reais. Se ainda, não conseguimos alcançar esta etapa é devido a nossa preguiça mental em desenvolver habilidade inerente a todos humanos. A questão que os alienígenas já desenvolveram junto a sua origem avanço tecnológico para manter sua integridade física e qualidade na comunicação.
  • Não há o que comparar com os terráqueos devido a distância que mantemos das civilizações mais adiantada tendo em vista a o conhecimento e razões que envolvem essas qualidades.
  •  Como disse estamos interagindo com eles mesmo assim, temos provas dessa interatividade. Nós os humanos terrestres ainda não somos Telepatas por não dispormos a isso, porque essa capacidade é inerente desse Orbe. Quem sabe não pratica, quem não sabe, não sabe. É a preguiça mental. No Contato Telepático não há idioma, você pergunta e responde. O alienígena sabe quem és pela sua frequência. Contato assim não é por acaso. São por pura frequência mental normal ou do seu momento.

Adriana Santos: Quais as consequências de uma inteiração entre humanos e alienígenas que podem prejudicar a sua saúde física e mental dos terráqueos?’

  • O conhecimento biológico deles é avançadíssimo. Sabem como resguardar a integridade de ambos, salvo caso recente em Minas Gerais o de Varginha, seres acidentados e foram capturados na raça a ponto de sacrificar com morte um cabo da Polícia Militar. Não tiveram tempo para investigar, interagir e dialogar.
  • A maioria dos que dizem Contatados mantém contato telepático, físico ou fora da matéria, tem inteira confiança em revelar fatos acontecidos e mensagens dos alienígenas, isto já há muito tempo com literatura vasta e participações em Encontros e Congressos.

Adriana Santos: No “Livro dos Médiuns”, Kardec descreve algumas manifestações espirituais. “Os espíritos podem produzir luzes e chamas para marcar sua presença. Podem variar sua aparência, mas em geral apresentam o tipo humano”. E mais adiante, na mesma obra, o autor diz que “…o espírito pode tomar todas as aparências, ou as que melhor se faz reconhecer. E quase nunca se vê andando, porém deslizando como as sombras”. Os espíritos de Kardec podem ser os alienígenas dos ufólogos?

FOTRANS MG:

  • Não. Apesar dos alienígenas também terem espíritos, fora os robôs orgânicos (uma ciência biológica). É preciso explicar que espírito tem sua realidade existencial e uma propriedade de seu espírito dentro da gravidade e no seu estado vibracional não precisa desse meio de locomoção, podendo, entretanto, usar a volitação, pairar em qualquer nível onde desejar, podendo mudar sua estrutura aparente em quaisquer lugares e dentro da forma que melhor lhe aprouver.
  • Os seres como dizem de “Luz”, Guias, Mentores, em evolução a certo grau, podem representar ou manifestar em vários lugares ao mesmo tempo. Exemplificamos o espírito do Sr. Fritz (alemão) cujo trabalho trabalha com médiuns em locais diferentes. Porém os seres alienígenas em se tratando de sua particularidade manifestam no mundo inteiro de acordo com as leis gravidade por onde eles interpenetram como acontece aqui também. Os seres desdobram seus corpos, ficam em suspensão dentro de Naves ou em civilizações intraterrenas. Manifestam em médium de cura, inclusive em toda linha umbandista, os próprios assumindo nomes de nosso sincretismo religioso, isso em respeito a nossa mente cultural.

Adriana Santos: As crianças Índigos e Cristais poderiam ser seres modificados geneticamente pelos alienígenas?

FOTRANS MG: Não. As modificações genéticas acontecem todos os dias, às vezes há ondas por lotes que vem povoar a Terra criaturas dotadas de muita sensibilidade. A cada período ou ciclo haverá alterações sempre que a vida em sua totalidade necessite. Todos os humanos desde os primórdios dos tempos sofreram estas mudanças sem que seja creditada a seres alienígenas. Experiências com a clonagem não evidenciaram resultados satisfatórios, alguns cruzamentos deram origens a aberrações de natureza genética. Reconhecemos que nas profundezas dos mares tem criaturas de formas desconhecidas pelos humanos na superfície e vez por outra aparecem algo diferente deixando os cientistas de ponta de cabelo em pé. (rs) E assim vamos passar também por este processo dentro das condições que estamos no planeta. Morfologicamente citando estes fatos é totalmente de natureza do ser vivo em seu habitat e assim nós também seremos modificados e exilados nas áreas compatíveis.

Adriana Santos: Para os espíritas, a terra estaria na passagem de um mundo de expiação e provas para um de regeneração. O que isso tem a ver com a Ufologia?

FOTRANS MG: A Terra não é um planeta de expiação e sim um dos milhares de laboratórios geneticamente cósmico. Houve muitas falhas na condução das raças aqui existentes. A evolução dos seres terrenos independe da intervenção alienígena. Se o planeta está sob a égide de um sistema biológico manipulado, possivelmente acontecerá o mesmo que a história das raças preconiza em tempo pretérito. Ela será sempre um alvo da evolução humana, com tempo e tempo de ascensão. As humanidades sempre foram visitadas por outros seres e pode acontecer de haver em breve tempo uma interação com outras humanidades e assim mudar suas estruturas, para viver por sua livre conta, sem a migração e ocupação de seres de outros planos.

Adriana Santos: Por que os alienígenas não aparecem para todos? Quem são os escolhidos?

FOTRANS MG: Existem seres em vários estados vibracionais, multidimensionais e em diferentes planos. Esta interatividade somente acontece quando alteramos nosso estado e sintonizados na mesma frequência obedecendo ao sistema gravitacional do plano em que se encontram. A única maneira dos alienígenas interagir conosco só pode acontecer no Portal Orgânico, nascendo em ambiente de igualdade no nosso meio. Por outro lado, as civilizações cósmicas mais avançadas interagem conosco por diversos sistemas tecnológicos, transitando em nosso plano com a densidade de sua matéria e em espaço limitado de tempo, aí volto a dizer, dentro da estrutura gravitacional que suporta sua estrutura. Não existem escolhidos, todos nós podemos ser contatados de conformidade com a necessidade de ação em causa coletiva.

Adriana Santos: Quem são os Anjos Decaídos da Cabala?

FOTRANS MG: Este assunto já compreende mais um profundo estudo e recorrência a uma antiga prática milenar, cujos princípios regem os historiadores na pratica secular da conduta humana. Mas deixamos algumas confirmações implícitas nos cotidianos que deixam marcas indeléveis na condução de povos e suas implicações na sociedade em que escolheram para suas experiências corpórea e espiritual. Nenhuma mudança haveria de ser notada, se todos os seres estivessem com as consciências voltadas a lei universal que é para todos Humanos e seres de outros planos. Temos notados desde o inicio da colonização de nosso planeta, na migração de Seres da Constelação de Cordeiro, como foi revelado por médiuns “Os Exilados de Capela”, a Civilização Ariana e outros povos, inclusive os Autóctones, cuja sobrevivência nesta natureza terrena tornou um apanágio de além-túmulo (plagiando) onde rebelde e destruidores e revoltados foram enviados a nosso planeta para reconstruir outras vidas, sendo apagados de suas memórias, traços que poderiam impedir sua evolução. E assim, nós estamos chegando a um apogeu de acontecimentos, onde possivelmente serão deserdadas almas para outros orbes para que façam parte de uma nova civilização. Os desajustados terão que fazer sua escolha e migrar para outro lugar. Podendo começar como foram nossos ancestrais homens das cavernas.

Adriana Santos: Para que servem os implantes colocados nos humanos pelos alienígenas?

FOTRANS MG: Não serve para nada a não ser como um relógio biológico de pulso. Como são sabidas e propaladas aos quadrantes, muitas pessoas foram implantadas e somente reconheceram como tal após TVP Terapias de Vidas Passadas ou por exames clínicos onde apontavam elemento estranho em várias partes do corpo humano. Sua função apesar de tanta polêmica, não tem um significado real por não ter o Implantado resposta as suas indagações. Já vimos implantes de metais e orgânicos, que com o tempo vão sendo consumido pela própria matéria. Com a tecnologia em alta já existem em várias localidades mundiais sistemas que fazem esses implantes para registros confidenciais de dados e outros motivos que não devo citar por ora. Na opinião de muitos, se esses implantes estivessem voltados a inserção do ser humano em uma conquista para melhorar o planeta e levá-lo a condição regeneradora de costumes e outros benefícios seria muito útil a humanidade, apesar de ser um corpo estranho infiltrado de maneira tecnologicamente avançada em pacientes cujo sinal marca no espaço sua existência ou ligação com avançado conhecimento preparando pessoas para ajudar na transição do planeta, talvez seja um método que podemos atribuir valor, caso contrário não corresponde. No meio científico são utilizados como sensores de circuito interno para registros os mais diferentes possíveis. Por exemplo: a nossa biologia chipa animais, pássaros, peixes para acompanhar suas ondas migratórias. Hoje consideramos por um lado da ciência obsoleto, pois os alienígenas como já citamos, pode fazer muito mais a distancia com ondas frequenciais.

21 out 2015

De Platão a Chico Xavier, o que está por trás da Atlântida

Arquivado em Comportamento

Edificação a beira mar

Atlântida (em grego,  “filha de Atlas”) é uma lendária ilha ou continente citada por Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida“. Nos contos de Platão, Atlântida era uma potência naval localizada “para lá das Colunas de Hércules”.

Conhecida como o oitavo continente, Atlântida é um verdadeiro mistério que divide opiniões apaixonadas dos mais renomados pesquisadores na nossa época. Não existem provas de que este reino realmente existiu.

A civilização perdida contava com o majestoso Palácio de Poséidon, que possuía muralhas de ouro, revestimentos de prata, teto em marfim e paredes em cobre. Atlântida teria entrado em colapso, o que resultou em terremotos e maremotos provocados pelos deuses para destruir o continente. O continente desapareceu sem deixar nenhum vestígio de sua existência. Essa destruição teria sido causada pelo excesso de materialismo do povo de Atlântida

Luciano Vidotto - Conselheiro Editorial e Tradutor - Revista UFO

Arquivo pessoal

Conversei com Luciano Vidotto, natural e residente de Colorado-PR, bacharel em Direito, conselheiro Editorial e tradutor da Revista UFO, pesquisa o fenômeno UFO desde 2010. Ele defende que Atlântida não é uma ficção, mas sim uma história verdadeira. Confira: 

Adriana Santos: Platão menciona a mítica Atlântida nos diálogos Timeu e Crítias. Como ele teve acesso ás informações sobre a civilização perdida?

Luciano Vidotto: Sua pergunta é excelente e também muito pertinente. Diferente do que muitos pensam, e até mesmo alguns poucos saibam, há uma linha otimista de pesquisadores na área da ufo-arqueologia indicando que Atlântida está cada vez mais distante de ser considerada apenas um mito.

A sua origem, vai muito além das citações de Platão nos diálogos de Timeu e Crítias, embora ambos sejam os únicos registros escritos existentes que fazem menção especifica a respeito de Atlântida. Os diálogos são conversas entre Sócrates, Hermocrates, Timeaus, e Crítias, aparentemente em resposta a uma conversa prévia de Sócrates a respeito de sociedades ideais.

Timeaus e Crítias concordaram em entreter Sócrates com um conto que “não é uma ficção, mas sim uma história verdadeira.”

Agora vem a parte mais pertinente à sua pergunta. A “coisa” toda foi decorrente de um conflito entre os antigos atenienses e os Atlantes, isso há 9.000 anos antes da época de Platão. O conhecimento do passado distante, aparentemente esquecido para os atenienses dos dias de Platão, aponta que a estória de Atlântida foi levada até Solon por sacerdotes egípcios. Solon, então passou o conto para Dropides, o bisavô de Crítias, Crítias por sua vez ouviu de seu avô que também se chamava Crítias, filho de Dropides, e assim acabou indo parar na ponta do “lapís” de Platão, bisneto de Crítias.

Adriana Santos: Depois das viagens de Colombo, ao comprovar-se que ele não havia descoberto as Índias, mas sim um novo continente, surgiram diferentes hipóteses para explicar a origem de seus habitantes, impropriamente chamados índios. Vários autores europeus afirmaram que eles tinham  vindo da Atlântida, antes de submersa. O que tem de verdade nessa  afirmação?

Luciano Vidotto: Tem muito de verdade nessa afirmação, a qual é perfeitamente fundamentada por análises genéticas criteriosas de DNA-mitocondrial, as quais atestam de forma inequívoca a veracidade da origem dos então chamados “índios”, cuja denominação lhes foi atribuída pelos colonizadores, uma vez que estes chamavam a América pelo nome de Índias Ocidentais.

Uma vez que o tema é complexo, a resposta adequada para esta pergunta demanda um certo cuidado e tempo para que haja o devido entendimento da origem.

Tais análises de DNA dos nativos americanos começaram na década de 80. No entanto, os esforços de investigação aceleraram muito na década de 90, em razão do rápido progresso tecnológico na área. Na verdade, os primeiros resultados confirmaram a teoria geralmente aceita, mostrando um elo claro entre os nativos americanos e as amostras de DNA coletadas de povos nativos da Sibéria-Asiática. Mesmo assim, como os estudos se aprofundaram e ampliaram para incluir os asiáticos em todo o continente, dados crescentes revelaram que o padrão de migração foi mais complexo do que os antropólogos imaginavam.

Os resultados iniciais mostraram que tribos nativas americanas eram compostas de quatro haplogrupos de DNAs mitocondriais distintos, A, B, C e D. As designações dos haplogrupos representam quatro linhagens (maternas) diferentes. Estas quatro linhagens são encontradas em toda a América do Sul, do Norte, e Central. No entanto, apenas três delas A, C, e D foram descobertas nas populações da Sibéria-Asiática. O haplogrupo B foi rastreado até os grupos populacionais aboriginas no Sudeste Asiático, China, Japão, Melanésia e Polinésia.

Antropólogos, arqueólogos e historiadores haviam postulado que as migrações tinham ocorrido a menos de 20.000 anos. A análise do DNA colocou a onda inicial de migração entre 38 e 50.000 anos. Este achado também deixou a comunidade científica ortodoxa de cabelo em pé. No entanto, nos últimos anos, material da América do Sul, Califórnia e do Sudoeste dos Estados Unidos foram submetidos ao teste de radio-carbono, revelando uma datação de acordo com as conclusões das pesquisas de DNAs.

Geneticistas determinaram que 96% dos nativos americanos “caíram” em um dos quatro haplogrupos A-D e, enquanto esses tipos de DNAs-mitocrôndriais também foram encontrados na Ásia, eles não estão presentes na Europa ou África. Isso também indica que a Ásia foi a região ancestral da maioria das tribos nativas americanas. Então, em 1997 outra linhagem foi descoberta, a qual os geneticistas apelidaram de X. Esta descoberta provocou uma tempestade de controvérsias que não parou até os dias de hoje. O haplogrupo X precisa de uma análise histórica profunda e cuidadosa, porque este grupo pode muito bem deter uma das mais importantes chaves para desvendar os segredos do nosso passado coletivo.

No início, os antropólogos argumentaram que uma vez que os europeus não tinham viajado através do Atlântico em um ponto remoto no tempo, o grupo X tinha que ser o resultado de um contato pós-Colombo, e com casamentos mistos. No entanto, quando os pesquisadores analisaram amostras de DNA antigo encontradas na região dos Grandes Lagos nos EUA, as quais remontam muito antes de Colombo, eles identificaram em algumas das amostras como sendo pertencentes ao grupo X. Isso provou que elas não eram o resultado de qualquer contato pós-Colombo, e que não eram de origem recente.

Além disso, a grande maioria das tribos não continham membros X. Na verdade, não foi encontrado em nenhuma tribo nativa da América do Sul ou Central. O que significariam esses padrões? Pesquisadores independentes em parceria com a Associação Edgar Cayce, rapidamente salientaram que os dados suportavam alguns dos materiais encontrados nas leituras mediúnicas de Atlântida que Cayce, então chamado de o “profeta adormecido”, teria feito na década de 30. Cayce observou que alguns refugiados de Atlântida tinham imigrado para a região nordeste dos Estados Unidos, e que mais tarde formaram a nação dos Iroquois. Foram nestas tribos que a concentração mais elevada do haplogrupo X foi encontrada.

Em 16 de fevereiro de 1932, Cayce relacionou algumas informações durante uma leitura que é extraordinariamente convincente para a elucidação desta estória genética misteriosa. Quando perguntado sobre a posição do continente de Atlântida, ele respondeu: “A posição que o continente de Atlântida ocupa, é a de entre o Golfo do México de um lado, e o Mediterrâneo do outro. Evidências desta civilização perdida podem ser encontradas nos Pirinéus e Marrocos de um lado, e Honduras Britânica, Yucatan e América do outro”.

Adriana Santos: A Atlântida é tema de doutrinas esotéricas. Qual a diferença do conceito espiritual e ufológico?

Luciano Vidotto: Embora seja possível diferenciá-los, a cada dia que passa fica mais difícil separá-los. O conceito ufológico define a questão do fenômeno através dos incontáveis depoimentos de pessoas idôneas que passaram pela experiência do contato, seja ele direto ou indireto, e mais ainda pelo uso do método científico fundamentando a veracidade das evidências materiais coletadas nas pesquisas de campo. Tomamos como referência material o famoso Caso de Varginha, ocorrido em 20 de janeiro de 1996, amplamente estudado pelo pesquisador Marco Antonio Petit de Castro, e registrado em seu livro “Varginha Toda a Verdade Revelada.”

Já o espiritual, tem seu lugar garantido no auxilio nas pesquisas para a elucidação do fenômeno ufológico através das canalizações recebidas por médiuns mais capacitados. O melhor exemplo que temos, vem do maior médium da história do Brasil, Chico Xavier, em seu estonteante depoimento dado no programa “Pinga Fogo” na década de 60, aliado aos depoimentos de alguns dos mais renomados pesquisadores brasileiros registrado no documentário “Data Limite – Segundo Chico Xavier”.

Um exemplo prático nos dias de hoje, seria o trabalho realizado pela médium e contatada doutora Mônica de Medeiros no Centro Espirita “Casa do Consolador”, onde Mônica recebe e auxilia as pessoas a como lidarem com a questão do contato. Você também poderá tirar muitas de suas dúvidas no livro de sua autoria em parceria com a doutora Margarete Áquila, “Projeto Contato” Vol. I e II.

É extremamente fundamental que a ciência se alie ao espiritismo para que assim haja a desmistificação, e um entendimento mais claro e breve a respeito do fenômeno.

Adriana Santos: As informações sobre a existência da Atlântida vem dos alienígenas?

Luciano Vidotto: A maior parte das informações coerentes sobre Atlântida são resultantes de décadas de trabalho árduo em pesquisas, tanto na área da história antropológica quanto nos mais diferentes ramos da ciência que estudam a respeito de sua possível existência. Quando se trata do envolvimento de alienígenas na questão, temos que dar a mão a palmatória, uma vez que os resultados das investigações, no final, sempre levam de encontro a eles. Ao contrário do que muitos pensam os alienígenas que sempre são citados nas pesquisas não eram, e nunca foram Deuses. São seres avançados de carne e osso que na época de Atlântida se valiam de sua tecnologia avançada para manipular o DNA dos seres humanos e assim servi-los. Quanto as informações virem deles, isso é difícil de ocorrer, na verdade eles são parte da informação.

Mas como toda a regra tem sua exceção, quando se trata de informações passadas por alienígenas não podemos nos dar ao luxo de ignorar as ciências não ortodoxas, como exemplo a parapsicologia e um de seus maiores expoentes, Edgar Cayce, um dos maiores médiuns conhecidos da estória moderna, e suas leituras impactantes a respeito de Atlântida. Quanto aos alienígenas e a informação, de acordo com as experiências com canalizações da doutora Mônica de Medeiros, sim, eles estão sempre nos auxiliando, e mais ainda, monitorando tudo.

Adriana Santos: Quem eram os moradores da Atlântida. O que faziam, pensavam, comiam e no que acreditavam?

Luciano Vidotto: Era uma civilização pacífica e avançada que vivia no conforto com ruas pavimentadas e esgotos, o que era inédito no mundo antigo. Eram dedicados à arte e ao amor à vida, valorizavam o mundo natural através de um estilo de arte naturalista notável, muito avançado para a época, até mesmo para os padrões modernos de hoje, e encontravam beleza em pequenas e grandes coisas. A sua alegria na vida pode ser comprovada em afrescos notáveis, ​​cheios de cores vivas que sobreviveram ao tempo.

Eles também valorizaram o tempo de lazer e recreação atlética que era praticada de modo sofisticado. As mulheres na cultura minóica tiveram um lugar importante como os homens, e todos prosperavam economicamente, e não somente alguns poucos ricos. Além da cidade ficava a planície fértil com 530 km de comprimento, e 190 km de largura, cercada por um outro canal usado para coletar água dos rios e córregos das montanhas. O clima era tal que duas colheitas eram possíveis a cada ano. Uma no inverno alimentada pelas chuvas, e outra no verão alimentada pela irrigação do canal, também viviam da comercialização de metais preciosos. Cercando a planície ao norte, ficavam montanhas que subiam até os céus. Vilas, lagos, rios e prados pontilhavam as tais montanhas. Além das colheitas, a ilha provia todos os tipos de ervas, frutas e nozes. Uma abundância de animais, incluindo elefantes, percorriam a ilha.

Ao que parece todos viviam em prosperidade, ao contrário de outras culturas antigas. A descendência era traçada através do sexo feminino, ao invés da linha masculina, e as mulheres desempenhavam um papel tão importante na sociedade quanto os homens. Não havia a necessidade de um exército permanente, e pareciam evitar conflitos militares. Eles se sentiam muito seguros, talvez por causa de sua grande frota, viviam em cidades não fortificadas ao longo da costa, o que também era inédito naquele tempo de guerras constantes.

Embora há muito que não saibamos sobre os Minóicos, ainda assim, podemos “pintar” um retrato notável de uma sociedade que era livre da maior parte dos problemas que continuam a nos atormentar. Aos olhos dos gregos que vieram após essa civilização, olhando essa cultura incrível, poderiam muito bem ter visto e pensado nela como uma utopia, um lugar perfeito de conhecimento, paz e prosperidade. Embora outros locais e povos tenham sido sugeridos ao longo dos anos, pesquisadores de renome concordam em dizer que os Minóicos podem muito bem ser o povo que formou a base da civilização de Atlântida, uma vez que são os que melhores se encaixam.

Adriana Santos: A ciência está próxima de confirmar a existência da Atlântida?

Luciano Vidotto: Creio, e espero que sim. O avanço constante da tecnologia torna possível ir mais longe e mais fundo nas investigações, proporcionando resultados cada vez mais rápidos nas investigações no fundo do oceano atlântico e parte do mediterrâneo. Espero que em curto, e a médio prazo possamos todos desfrutar dos resultados, que tenho certeza mudará tudo e todos para melhor. Atlântida é um elo perdido gigantesco, o qual pode nos auxiliar e muito na explicação de maneira clara e única a respeito da evolução da raça humana no planeta. A grande preocupação, no entanto, não recai sobre as dificuldades encontradas pelo caminho nas pesquisas, mas sim, nos obstáculos encontrados na divulgação dos resultados…

Adriana Santos: Por que e por quem a Atlântida foi destruída?

Luciano Vidotto: Há duas vertentes distintas que podem ser usadas para definir como de fato ocorreu o desaparecimento de Atlântida. A primeira conforme o relato de Platão seria decorrente de um grande terremoto e consequentemente o surgimento de um Tsunami gigantesco que teria varrido e afundado toda a ilha em um prazo de vinte e quatro horas. Outra, seria que por gerações os atlantes teriam vivido uma vida simples e virtuosa, mas aos poucos eles começaram a mudar. A Ganância e o poder os corromperam, e quando Zeus viu a imoralidade dos atlantes, ele reuniu os outros Deuses para determinar uma punição adequada. Logo, em uma onda violenta, tudo se foi. Atlântida, seu povo, e a sua memória foram engolidos pelo mar.

Em ambos casos o evento teria ocorrido a 11.600 anos atrás, 9.000 anos antes do surgimento da civilização grega, de acordo com análises geológicas feitas na costa da Grécia.

Os relatos sobre Atlântida em diferentes locais dos oceanos sempre ecoaram no tempo. Há quem diga que Atlântida não era uma ilha em sua essência, mas sim uma base alienígena no planeta. E vão ainda mais longe, que ela não teria afundado, mas que literalmente decolou para o espaço.

Três mulheres, possivelmente Rainhas

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