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zika ◂ Saude do Meio
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17 fev 2016

Boatos sobre relação zika vírus e microcefalia provocam medo e confundem a população

boatos

Reprodução/Google

Com a expansão da internet, a produção de informações e os valores midiáticos não ficaram mais restritos aos jornalistas e aos profissionais de comunicação. Todo mundo é um produtor em potencial de informações, muitas vezes ancorados em boatos na tentativa de apontar os verdadeiros culpados pelas mazelas da humanidade. Boato para quem não sabe é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade científica.

E como diz o provérbio popular: “de médico e louco todo mundo tem um pouco”, principalmente nas redes sociais, todo cuidado é pouco para evitar informações falsas. O problema pode ser ainda pior em tempos de zika vírus e microcefalia. A onda de boatos em torno da epidemia, presente em praticamente toda a América Latina e no Caribe, soa como uma bomba nuclear, destruindo tudo que passa pela frente, inclusive a reputação de instituições de saúde.

Conversei com o divulgador científico Átila Iamarino @oatila Ele é biólogo e doutorando em evolução de HIV-1. Apaixonado por ciência e viciado em informação. Além disso, Átila é também o criador do blog Rainha Vermelha, que mostra várias curiosidades da biologia e tem um canal no Youtube. Ele gravou um vídeo exclusivo para o blog Saúde do Meio sobre a rede de boatos na internet. Confira:

DICAS PARA EVITAR BOATOS NA INTERNET

– Verificar a origem da informação. Não confie em informações anônimas

– Sempre duvide da informação antes de divulgar nas redes sociais, principalmente FOFOCAS e assuntos POLÊMICOS

–  Na dúvida, consulte outros sites, blogs, jornais…

– Evite divulgar imagens de flagrantes, câmeras escondidas, vídeos de WhatsApp e pesquisas sem fundo científico

– Lembre-se: você também é responsável pelas informações divulgadas pela internet

– Prefira sites, blogs, jornais e instituições confiáveis

 

17 fev 2016

Aedes aegypti: não há comprovação científica da eficácia dos repelentes caseiros

repelentes

Reprodução/Youtube

São muitas as receitas caseiras que chegam por aplicativos de mensagens, redes sociais e blogs prometendo resolver o problema de saúde pública chamado mosquito Aedes aegypti (vetor dos vírus da dengue, da febre chikungunya e da Zika), mas que não têm o aval dos cientistas. O infectologista Dalcy Albuquerque da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical reforça que a aprovação de repelentes pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma garantia oficial da segurança e eficácia do produto.

“A gente vive uma era de produtos orgânicos. Os pacientes têm duvidas e perguntam com frequência sobre os repelentes caseiros. Não posso dizer que funcionam e correr o risco do meu paciente pegar uma dessas doenças”, disse Albuquerque.

Depois do surto de Zika e da associação desta doença com o nascimento de bebês com microcefalia, a busca por formas de evitar a picada de mosquito virou uma grande preocupação em todo o país. Usuários das redes sociais espalham informações não comprovadas cientificamente sobre os benefícios da vitamina B12, própolis, citronela, cravo da índia, entre, além de outros truques para afastar o mosquito.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde é que a população, principalmente mulheres grávidas, usem calças compridas, sapatos fechados, mangas compridas e coloquem telas nas janelas, especialmente em locais com maior incidência do mosquito.

O uso de repelentes aprovados pela Anvisa é outra recomendação das duas instituições de saúde. No entanto as recomendações dos rótulos devem ser seguidas. Segundo a Anvisa, estudos indicam que o uso tópico de repelentes, ou seja, direto na pele, à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) por gestantes é seguro.

* Com informações da Agência Brasil

08 jan 2016

Cartilha orienta a população sobre prevenção de infecções do vírus Zika

zika8Para orientar a população sobre as medidas de prevenção contra o vírus Zika de forma fácil e objetiva, o Ministério da Saúde elaborou a cartilha “VÍRUS ZIKA – INFORMAÇÕES AOS PÚBLICO”.

A diretora substituta do Departamento de Atenção Hospitalar e Urgência, Inez Gadelha, explica que o conteúdo foi elaborado para informar a população com mais facilidade. “A cartilha faz parte de um contexto maior de ações que o Ministério da Saúde e o Governo Federal estão tomando para o enfrentamento da infecção por esse vírus e da microcefalia. Como desenvolvemos protocolos para os profissionais de saúde, achamos que precisávamos desenvolver um material de distribuição geral que trouxesse um resumo de todas aquelas ações de forma simples para o entendimento de todos”.

A cartilha traz informações segmentadas, destinadas a diversos públicos: população em geral, mulheres em idade fértil, gestantes, recém-nascidos e recém-nascidos com microcefalia.

Alguns cuidados valem para todos os grupos. São eles:

• Utilizar telas em janelas e portas e uso contínuo de roupas compridas – calças e blusas.
• Nas áreas do corpo expostas, aplicar repelente.
• Ficar, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
• Observar o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus zika (manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados e febre).
• Buscar um serviço de saúde para atendimento, caso necessário.
• Para febre e dor, usar acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona.
• Não tomar qualquer outra medicação sem orientação médica.
O material ainda alerta sobre a importância de buscar os veículos oficiais para obter informações adequadas. “Sabemos que em um momento como esse, circulam muitas informações”, completa Inez. A diretora ressalta que estas ações são preventivas, mas não se deve descuidar da eliminação dos criadouros do mosquito aedes aegypti, transmissor da zika, dengue e chikungunya. “Não adianta apenas passar o repelente, o mais importante é não deixar o mosquito nascer”.

A cartilha está disponível de forma digital no site do Ministério da Saúde e, em breve, estará disponível na versão impressa em todo o Brasil.

Aedes aegypti – O ciclo de reprodução do mosquito, do ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias. Por isso é preciso estar sempre atento. Um balde esquecido no quintal ou um pratinho de planta na varanda do apartamento, após uma chuva, podem facilmente se tornar um foco do mosquito e afetar toda a vizinhança. É importante verificar se a caixa d’água está vedada, a calha totalmente limpa, pneus sem água e em lugares cobertos, garrafas e baldes vazios e com a boca virada para baixo, entre outras pequenas ações que podem evitar o nascimento do mosquito.
Os ovos do mosquito podem ficar aderidos às laterais internas e externas dos recipientes por até um ano sem água. Se durante este período os ovos entrarem em contato com água, o ciclo evolutivo recomeça e, consequentemente a transmissão. Por isso, é necessário lavar os recipientes com água e sabão, utilizando uma bucha. Não importa se você mora em casa ou apartamento, o mosquito Aedes aegypti pode encontrar um recipiente com água parada para depositar os ovos e se reproduzir.

Saiba mais sobre o Sábado da Faxina, campanha lançada pelo Ministério da Saúde para a eliminação dos focos do mosquito.

CARTILHA

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

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